Borracheiro confessa enterro de quatro corpos em oficina

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A delegada Luciana Pereira, do DHPP
A delegada Luciana Pereira, do DHPP

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Publicada em 04/05/2019 às 08:05:00

 

A polícia acredita que quatro pessoas podem ter sido assassinadas pelo borracheiro Joaenaldo dos Santos da Silva, o 'Naldo', 36 anos, que foi preso na noite desta quinta-feira pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Equipes da unidade estiveram em uma oficina pertencente ao suspeito, no conjunto Marcos Freire II, em Nossa Senhora do Socorro (Grande Aracaju), e encontraram três corpos enterrados no quintal do estabelecimento. O quarto cadáver foi achado em uma casa no loteamento Piabeta, também em Socorro, onde o acusado também morou. 
Segundo a polícia, o próprio 'Naldo' confessou os crimes e indicou os dois locais onde as vítimas foram enterradas. A delegada Luciana Pereira, do DHPP, informou que as mortes foram descobertas a partir da investigação de quatro desaparecimentos. "O primeiro caso, segundo o próprio acusado, ocorreu há cerca de oito anos atrás. Segundo ele contou foi a primeira vez que ele tirou a vida de uma pessoa, uma mulher que ele conheceu no Centro da cidade. Nós começamos a investigar o primeiro desaparecimento em junho do ano passado, que ocorreu em março. Começamos a investigação e em fevereiro deste ano, houve um novo desaparecimento, havia a suspeita de algumas pessoas, mas já tínhamos a suspeita do borracheiro, que na época era vizinho de uma das vítimas", explicou.
Ainda segundo a delegada, as investigações prosseguem para verificar se há outras vítimas e fornecer a confirmação dos nomes das que tiveram os corpos enterrados. "Ele confessou tudo e inclusive com detalhes sobre as vítimas, sobre os locais onde estavam enterrados os corpos. Ele deixou claro que não tem remorso, que não se arrepende e que faria tudo novamente porque acha que agiu corretamente", complementou.
Dentre algumas das motivações, o acusado disse que em um dos casos, a mulher que ele conheceu teria tentado roubar objeto da casa dele e, em outro, um então amigo começou a acusá-lo de tráfico de drogas. "São motivações fúteis. Ele alegou que tinha encontrado uma das vítimas, foram para casa dele e supostamente ela teria tentado roubar um objeto dele. Já em outro caso, o acusado contou que ficou chateado porque uma das vítima, que era amigo dele, disse que ele era traficante de drogas e que, segundo palavras do próprio acusado, ele apenas era usuário", afirma Luciana.
A delegada disse ainda que o filho da vítima foi ouvido e que não há indícios da participação dele nos crimes. 

A polícia acredita que quatro pessoas podem ter sido assassinadas pelo borracheiro Joaenaldo dos Santos da Silva, o 'Naldo', 36 anos, que foi preso na noite desta quinta-feira pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Equipes da unidade estiveram em uma oficina pertencente ao suspeito, no conjunto Marcos Freire II, em Nossa Senhora do Socorro (Grande Aracaju), e encontraram três corpos enterrados no quintal do estabelecimento. O quarto cadáver foi achado em uma casa no loteamento Piabeta, também em Socorro, onde o acusado também morou. 
Segundo a polícia, o próprio 'Naldo' confessou os crimes e indicou os dois locais onde as vítimas foram enterradas. A delegada Luciana Pereira, do DHPP, informou que as mortes foram descobertas a partir da investigação de quatro desaparecimentos. "O primeiro caso, segundo o próprio acusado, ocorreu há cerca de oito anos atrás. Segundo ele contou foi a primeira vez que ele tirou a vida de uma pessoa, uma mulher que ele conheceu no Centro da cidade. Nós começamos a investigar o primeiro desaparecimento em junho do ano passado, que ocorreu em março. Começamos a investigação e em fevereiro deste ano, houve um novo desaparecimento, havia a suspeita de algumas pessoas, mas já tínhamos a suspeita do borracheiro, que na época era vizinho de uma das vítimas", explicou.
Ainda segundo a delegada, as investigações prosseguem para verificar se há outras vítimas e fornecer a confirmação dos nomes das que tiveram os corpos enterrados. "Ele confessou tudo e inclusive com detalhes sobre as vítimas, sobre os locais onde estavam enterrados os corpos. Ele deixou claro que não tem remorso, que não se arrepende e que faria tudo novamente porque acha que agiu corretamente", complementou.
Dentre algumas das motivações, o acusado disse que em um dos casos, a mulher que ele conheceu teria tentado roubar objeto da casa dele e, em outro, um então amigo começou a acusá-lo de tráfico de drogas. "São motivações fúteis. Ele alegou que tinha encontrado uma das vítimas, foram para casa dele e supostamente ela teria tentado roubar um objeto dele. Já em outro caso, o acusado contou que ficou chateado porque uma das vítima, que era amigo dele, disse que ele era traficante de drogas e que, segundo palavras do próprio acusado, ele apenas era usuário", afirma Luciana.A delegada disse ainda que o filho da vítima foi ouvido e que não há indícios da participação dele nos crimes.