Sob o signo da mediocridade

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Assistencialismo é a verdadeira vocação de Conceição Oliveira
Assistencialismo é a verdadeira vocação de Conceição Oliveira

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Publicada em 06/05/2019 às 22:56:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Agora, não resta ne
nhuma dúvida. Pre
sidida por Conceição Oliveira, a Fundação de Cultura e Arte Aperipê não vai mover nem uma palha com o fim de promover o trabalho profissional do artista sergipano. Espaço para bater tambor não falta, das praças públicas aos teatros. Ao invés de abrir portas e levantar os palcos necessários para divulgar o sotaque nativo, no entanto, o governador Belivaldo Chagas parece conformado em adotar o signo da mediocridade.
Os fatos falam por si mesmos. A Funcap está oferecendo meia dúzia de cursos e oficinas, todos na linha percussão para a terceira idade (ver nesta página). Até aí tudo bem. Sempre se soube que o assistencialismo é a verdadeira vocação de Conceição Oliveira. Mas, segundo matéria da Agência Sergipe de Notícias, pretende-se, assim, "movimentar os espaços culturais da cidade".
Se a turma da Funcap tem o hábito de ler o Jornal do Dia, está entendendo tudo errado. De fato, este jornalista cobra a ocupação criativa dos referidos espaços desde os primeiros anos da gestão Irineu Fontes, então à frente da finada Secult. Mas não será com a transpiração de senhoras gordas matriculadas em um curso de dança do ventre, por exemplo, que o Centro de Criatividade vai recuperar o status que lhe cabe.
No fim das contas, o trabalho de Conceição Oliveira é até bem simples. Bastaria ela adotar a missão de aproximar artistas e povo, em acerto de contas tardio. Medidas banais, como a elaboração de uma agenda cultural em proveito da ocupação artística do Gonzagão e o Centro de Criatividade, por certo não exigiriam o aporte de grandes somas, como é o caso dos chamados "grandes eventos", sempre financiados com rios de dinheiro público. No entanto, em âmbito estadual, não há quem o faça.
Precisamos falar sobre a Funcap. Do modo acanhado como funciona hoje, a Fundação poderia ter o mesmo destino da Secult, morta e enterrada. Ninguém daria por falta.

Agora, não resta ne nhuma dúvida. Pre sidida por Conceição Oliveira, a Fundação de Cultura e Arte Aperipê não vai mover nem uma palha com o fim de promover o trabalho profissional do artista sergipano. Espaço para bater tambor não falta, das praças públicas aos teatros. Ao invés de abrir portas e levantar os palcos necessários para divulgar o sotaque nativo, no entanto, o governador Belivaldo Chagas parece conformado em adotar o signo da mediocridade.
Os fatos falam por si mesmos. A Funcap está oferecendo meia dúzia de cursos e oficinas, todos na linha percussão para a terceira idade (ver nesta página). Até aí tudo bem. Sempre se soube que o assistencialismo é a verdadeira vocação de Conceição Oliveira. Mas, segundo matéria da Agência Sergipe de Notícias, pretende-se, assim, "movimentar os espaços culturais da cidade".
Se a turma da Funcap tem o hábito de ler o Jornal do Dia, está entendendo tudo errado. De fato, este jornalista cobra a ocupação criativa dos referidos espaços desde os primeiros anos da gestão Irineu Fontes, então à frente da finada Secult. Mas não será com a transpiração de senhoras gordas matriculadas em um curso de dança do ventre, por exemplo, que o Centro de Criatividade vai recuperar o status que lhe cabe.
No fim das contas, o trabalho de Conceição Oliveira é até bem simples. Bastaria ela adotar a missão de aproximar artistas e povo, em acerto de contas tardio. Medidas banais, como a elaboração de uma agenda cultural em proveito da ocupação artística do Gonzagão e o Centro de Criatividade, por certo não exigiriam o aporte de grandes somas, como é o caso dos chamados "grandes eventos", sempre financiados com rios de dinheiro público. No entanto, em âmbito estadual, não há quem o faça.
Precisamos falar sobre a Funcap. Do modo acanhado como funciona hoje, a Fundação poderia ter o mesmo destino da Secult, morta e enterrada. Ninguém daria por falta.