Gualberto critica ações do governo Bolsonaro e diz que país viverá calamidade social

Política


 

O vice-presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe, deputado Francisco Gualberto (PT), fez duras criticas ao governo de Jair Bolsonaro, principalmente no que se refere a cortes de verbas em áreas sociais. Ele também anunciou apoio à Moção de Apelo que será apresentada pela deputada Maria Mendonça ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, que promoverá cortes de verbas nas universidades públicas na ordem de 30% dos orçamentos. "Mas irei dialogar com a autora sobre a possibilidade de ser uma moção de repúdio, porque o ministro já anunciou o corte de verbas. Já é uma realidade colocada pelo governo federal", ponderou Gualberto.
Para o deputado, o governo de Bolsonaro iniciou esse anúncio do corte dizendo que seria nas áreas de Humanas nas universidades, principalmente Sociologia e Filosofia. "Era uma manifestação expressa da ideologia da direita para combater formas de pensamento. Mas pegou tão mal junto ao mundo acadêmico que eles pioraram. Foi quando anunciaram que os cortes eram para todas as universidades, atingindo todos os cursos", reforçou Gualberto, dizendo que é a favor da unidade de pensamento na Alese em relação ao repúdio às ações do governo Bolsonaro no caso da educação.
Francisco Gualberto disse ainda que o país está presenciando um desmonte em vários setores. Citou que na previdência social do INSS, o governo estabeleceu um número de cortes de benefícios. "É o que de mais desumano pode existir para uma população", disse. "Os peritos terão que cumprir um número de cortes e poderão tirar o benefício de pessoas que realmente precisam", alertou o deputado.
Ele criticou também o fato de Bolsonaro "está montando um batalhão de militares no governo", segundo o deputado. "Hoje são 138 militares no governo, variando entre o 1º e 3º escalões. Antes das eleições eles diziam que era preciso fazer uma política nova, e o Estado não poderia ser aparelhado pela esquerda. Eu pergunto: um governo que tem 138 componentes de um único segmento da sociedade, o que é isso se não o maior aparelhamento ideológico que o Brasil já viu?", questionou Gualberto.
Outro fato que chamou a atenção do deputado é que nos últimos quatro meses, cerca de 4,3 milhões de famílias já perderam os benéficos do programa Bolsa Família, segundo o próprio governo federal. "É mero álibi essa história da depuração que alcança esse número de pessoas. Como é que esse país vai girar a roda da economia se a cada momento as pessoas perdem a condição de consumidoras? Um país que era referência no combate à fome no mundo voltou, em apenas quatro meses do atual governo, a ter milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de miséria".

O vice-presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe, deputado Francisco Gualberto (PT), fez duras criticas ao governo de Jair Bolsonaro, principalmente no que se refere a cortes de verbas em áreas sociais. Ele também anunciou apoio à Moção de Apelo que será apresentada pela deputada Maria Mendonça ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, que promoverá cortes de verbas nas universidades públicas na ordem de 30% dos orçamentos. "Mas irei dialogar com a autora sobre a possibilidade de ser uma moção de repúdio, porque o ministro já anunciou o corte de verbas. Já é uma realidade colocada pelo governo federal", ponderou Gualberto.
Para o deputado, o governo de Bolsonaro iniciou esse anúncio do corte dizendo que seria nas áreas de Humanas nas universidades, principalmente Sociologia e Filosofia. "Era uma manifestação expressa da ideologia da direita para combater formas de pensamento. Mas pegou tão mal junto ao mundo acadêmico que eles pioraram. Foi quando anunciaram que os cortes eram para todas as universidades, atingindo todos os cursos", reforçou Gualberto, dizendo que é a favor da unidade de pensamento na Alese em relação ao repúdio às ações do governo Bolsonaro no caso da educação.
Francisco Gualberto disse ainda que o país está presenciando um desmonte em vários setores. Citou que na previdência social do INSS, o governo estabeleceu um número de cortes de benefícios. "É o que de mais desumano pode existir para uma população", disse. "Os peritos terão que cumprir um número de cortes e poderão tirar o benefício de pessoas que realmente precisam", alertou o deputado.
Ele criticou também o fato de Bolsonaro "está montando um batalhão de militares no governo", segundo o deputado. "Hoje são 138 militares no governo, variando entre o 1º e 3º escalões. Antes das eleições eles diziam que era preciso fazer uma política nova, e o Estado não poderia ser aparelhado pela esquerda. Eu pergunto: um governo que tem 138 componentes de um único segmento da sociedade, o que é isso se não o maior aparelhamento ideológico que o Brasil já viu?", questionou Gualberto.
Outro fato que chamou a atenção do deputado é que nos últimos quatro meses, cerca de 4,3 milhões de famílias já perderam os benéficos do programa Bolsa Família, segundo o próprio governo federal. "É mero álibi essa história da depuração que alcança esse número de pessoas. Como é que esse país vai girar a roda da economia se a cada momento as pessoas perdem a condição de consumidoras? Um país que era referência no combate à fome no mundo voltou, em apenas quatro meses do atual governo, a ter milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de miséria".

 


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