Além dos muros da escola

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 09/05/2019 às 22:41:00

 

Para dar fim à criminalidade no en-
torno das escolas da rede pública 
em Sergipe não é preciso mais do que a disposição das autoridades. As unidades de ensino mais vulneráveis à ação dos marginais é um dado de conhecimento público e notório, capaz de interferir na rotina de toda a comunidade escolar. A distribuição estratégica de policiamento ostensivo basta para inibir a bandidagem.
Vandalismo, tráfico de drogas, assaltos e delitos ainda mais graves podem ser cometidos em qualquer parte, não é privilégio de professores e estudantes eventualmente surpreendidos a caminho de casa ou da própria escola.  No entanto, a ocasião faz ladrão. O fluxo previsível de pessoas em horários determinados serão sempre considerados pelos criminosos. 
Só a presença regular de policiais em serviço pode oferecer o mínimo de segurança em alguns bairros. A própria Secretaria de Segurança Pública tem estatísticas capazes de provar a eficiência do trabalho preventivo. As escolas estaduais localizadas nos conjuntos habitacionais do Complexo Taiçoca, em Nossa Senhora do Socorro, por exemplo, já contam com maior policiamento em seus arredores e mantém relação estreita com os comandos das forças de segurança pública que atuam na região, considerada vulnerável.
Também por causa da violência é que, no Brasil, a docência é mau negócio. Apenas 5% dos jovens de 15 anos pretendem ser professores da educação básica, enquanto 21% pensam em cursar engenharia. Isso, antes mesmo dos ataques recentes do Governo Federal contra a educação pública e a Ciência.

Para dar fim à criminalidade no en- torno das escolas da rede pública  em Sergipe não é preciso mais do que a disposição das autoridades. As unidades de ensino mais vulneráveis à ação dos marginais é um dado de conhecimento público e notório, capaz de interferir na rotina de toda a comunidade escolar. A distribuição estratégica de policiamento ostensivo basta para inibir a bandidagem.
Vandalismo, tráfico de drogas, assaltos e delitos ainda mais graves podem ser cometidos em qualquer parte, não é privilégio de professores e estudantes eventualmente surpreendidos a caminho de casa ou da própria escola.  No entanto, a ocasião faz ladrão. O fluxo previsível de pessoas em horários determinados serão sempre considerados pelos criminosos. 
Só a presença regular de policiais em serviço pode oferecer o mínimo de segurança em alguns bairros. A própria Secretaria de Segurança Pública tem estatísticas capazes de provar a eficiência do trabalho preventivo. As escolas estaduais localizadas nos conjuntos habitacionais do Complexo Taiçoca, em Nossa Senhora do Socorro, por exemplo, já contam com maior policiamento em seus arredores e mantém relação estreita com os comandos das forças de segurança pública que atuam na região, considerada vulnerável.
Também por causa da violência é que, no Brasil, a docência é mau negócio. Apenas 5% dos jovens de 15 anos pretendem ser professores da educação básica, enquanto 21% pensam em cursar engenharia. Isso, antes mesmo dos ataques recentes do Governo Federal contra a educação pública e a Ciência.