TCE constata 64 unidades gestoras com índices de transparência insatisfatórios

Cidades

 

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), conselheiro Ulices Andrade, apresentou ao colegiado no Pleno desta quinta-feira, 9, relatório consolidado elaborado pelo órgão acerca de 208 portais da transparência de unidades gestores do Estado e dos municípios sergipanos. 
Os dados indicam que, embora tenha havido uma evolução em relação a levantamentos anteriores, 64 jurisdicionados ainda mantêm índices de transparência inferior a 7, ou seja, abaixo do mínimo satisfatório. 
Para cada um deles, foi elaborado relatório e encaminhado ao conselheiro responsável, com proposta de citação do respectivo gestor, tendo como meta a regularização imediata da situação, sob pena de sanção. 
"É fundamental que os órgãos públicos mantenham portais da transparência atualizados com todas as informações necessárias para obtenção da nota máxima; temos feito esse trabalho de fiscalização para assegurar que o cidadão possa controlar as ações dos gestores e, assim, contribuir para que os recursos públicos sejam bem empregados", avaliou o presidente do TCE.
Com média 4,4, as unidades gestoras estaduais foram as que obtiveram mais níveis de transparência considerados "deficientes" ou "críticos". Já as prefeituras e câmaras alcançaram as médias 8,0 e 7,6, respectivamente. 

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), conselheiro Ulices Andrade, apresentou ao colegiado no Pleno desta quinta-feira, 9, relatório consolidado elaborado pelo órgão acerca de 208 portais da transparência de unidades gestores do Estado e dos municípios sergipanos. 
Os dados indicam que, embora tenha havido uma evolução em relação a levantamentos anteriores, 64 jurisdicionados ainda mantêm índices de transparência inferior a 7, ou seja, abaixo do mínimo satisfatório. 
Para cada um deles, foi elaborado relatório e encaminhado ao conselheiro responsável, com proposta de citação do respectivo gestor, tendo como meta a regularização imediata da situação, sob pena de sanção. 
"É fundamental que os órgãos públicos mantenham portais da transparência atualizados com todas as informações necessárias para obtenção da nota máxima; temos feito esse trabalho de fiscalização para assegurar que o cidadão possa controlar as ações dos gestores e, assim, contribuir para que os recursos públicos sejam bem empregados", avaliou o presidente do TCE.
Com média 4,4, as unidades gestoras estaduais foram as que obtiveram mais níveis de transparência considerados "deficientes" ou "críticos". Já as prefeituras e câmaras alcançaram as médias 8,0 e 7,6, respectivamente. 

 


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