Formigueiro assanhado

Opinião


 

Uma cidade universitária, cinco 
campi, dois hospitais, assistência 
estudantil, ensino, pesquisa e extensão. A estrutura e os serviços prestados pela Universidade Federal de Sergipe desaconselham a comparação com qualquer instituição de ensino privada. Os ataques recentes dirigidos à educação de terceiro grau e a UFS em particular, obra e graça do Governo Federal, demonstram profunda ignorância. Tudo indica, sobra ressentimento e falta conhecimento de causa para tratar do tema.
Prática corrente no governo Bolsonaro, as medidas ora adotadas no primeiro escalão da República, a exemplo do corte de 30% na verba destinada às instituições de ensino federais, escolas técnicas incluídas, atendem exclusivamente a noções de mundo pré fabricadas. Coloca-se o carro na frente dos bois, em clara inversão das boas práticas administrativas. Uma vez anunciada a arbitrariedade, um ministro sai à cata de números e dados adequados à tese divulgada. Via de regra não os encontra.
O ministro Onyx Lorenzoni mentiu em rede nacional de televisão, inventou dados sem pé nem cabeça com o fim de diminuir a produção acadêmica e científica da UFS. A intenção era ir em socorro do ministro Weintraub, em guerra ideológica com o ambiente crítico das universidades. E assanhou o formigueiro, provocando uma reação inesperada.
De pronto, um ato público de desagravo reuniu mais de mil pessoas entre estudantes, professores e trabalhadores empregados na universidade. Dias depois, uma Assembleia geral extraordinária dos trabalhadores técnicos em educação da UFS aprovou, por unanimidade, paralisar as atividades no dia 15 de maio, quando ocorrerá a Paralisação Nacional da Educação.
A índole de todo governante é posta à prova pelo seus atos. O corte de verbas na UFS, por exemplo, tem repercussão imediata na vida concreta de 800 trabalhadores terceirizados. Os prejuízos para milhares de estudantes, no entanto, são incalculáveis. Jamais se soube de tamanha indisposição com a educação pública e o ambiente crítico das universidades.

Uma cidade universitária, cinco  campi, dois hospitais, assistência  estudantil, ensino, pesquisa e extensão. A estrutura e os serviços prestados pela Universidade Federal de Sergipe desaconselham a comparação com qualquer instituição de ensino privada. Os ataques recentes dirigidos à educação de terceiro grau e a UFS em particular, obra e graça do Governo Federal, demonstram profunda ignorância. Tudo indica, sobra ressentimento e falta conhecimento de causa para tratar do tema.
Prática corrente no governo Bolsonaro, as medidas ora adotadas no primeiro escalão da República, a exemplo do corte de 30% na verba destinada às instituições de ensino federais, escolas técnicas incluídas, atendem exclusivamente a noções de mundo pré fabricadas. Coloca-se o carro na frente dos bois, em clara inversão das boas práticas administrativas. Uma vez anunciada a arbitrariedade, um ministro sai à cata de números e dados adequados à tese divulgada. Via de regra não os encontra.
O ministro Onyx Lorenzoni mentiu em rede nacional de televisão, inventou dados sem pé nem cabeça com o fim de diminuir a produção acadêmica e científica da UFS. A intenção era ir em socorro do ministro Weintraub, em guerra ideológica com o ambiente crítico das universidades. E assanhou o formigueiro, provocando uma reação inesperada.
De pronto, um ato público de desagravo reuniu mais de mil pessoas entre estudantes, professores e trabalhadores empregados na universidade. Dias depois, uma Assembleia geral extraordinária dos trabalhadores técnicos em educação da UFS aprovou, por unanimidade, paralisar as atividades no dia 15 de maio, quando ocorrerá a Paralisação Nacional da Educação.
A índole de todo governante é posta à prova pelo seus atos. O corte de verbas na UFS, por exemplo, tem repercussão imediata na vida concreta de 800 trabalhadores terceirizados. Os prejuízos para milhares de estudantes, no entanto, são incalculáveis. Jamais se soube de tamanha indisposição com a educação pública e o ambiente crítico das universidades.

 


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