Dengue mata

Opinião


 

Dengue mata. Em Sergipe, onde o 
combate ao mosquito Aedes 
Aegypti é dos mais precários, somente este ano, o mal já derrubou sete. A vítima mais recente, uma criança de cinco anos, sucumbiu à ausência de atendimento adequado e demora no diagnóstico. 
Além de pecar por falta de prevenção, a Secretaria de Estado da Saúde ainda falha no tratamento. Não adianta, portanto, tentar dividir a responsabilidade sobre a proliferação do mosquito, vetor da dengue e de outras doenças, com a população. O combate a endemias é dever do Estado. Uma coisa é promover campanhas educativas, aliadas ao trabalho preventivo realizado em terrenos baldios e as regiões sabidamente mais vulneráveis, por meio de fumacê. Outra, muito diferente, é imputar à vítima o dolo por eventual enfermidade.
Dados levantados pelo Ministério da Saúde confirmam que os casos de dengue aumentaram 330% no Estado de Sergipe, em comparação com o mesmo período do ano passado. Sem outra explicação, crescimento tão acentuado só é possível na hipótese de negligência e descaso.
Para combater a dengue não é preciso inventar a roda. O feijão com arroz produz resultados efetivos. É preciso arregaçar as mangas e encarar o trabalho. Não há mistério. Agentes de combate a endemias precisam bater de porta em porta. Mutirões nos campos, coletas de entulhos e pneus, limpeza de terrenos baldios, precisam se materializar em um trabalho continuado. O fato é que sem o trabalho de formiguinha, a dengue voltou a tirar o sono de famílias inteiras residentes no estado.

Dengue mata. Em Sergipe, onde o  combate ao mosquito Aedes  Aegypti é dos mais precários, somente este ano, o mal já derrubou sete. A vítima mais recente, uma criança de cinco anos, sucumbiu à ausência de atendimento adequado e demora no diagnóstico. 
Além de pecar por falta de prevenção, a Secretaria de Estado da Saúde ainda falha no tratamento. Não adianta, portanto, tentar dividir a responsabilidade sobre a proliferação do mosquito, vetor da dengue e de outras doenças, com a população. O combate a endemias é dever do Estado. Uma coisa é promover campanhas educativas, aliadas ao trabalho preventivo realizado em terrenos baldios e as regiões sabidamente mais vulneráveis, por meio de fumacê. Outra, muito diferente, é imputar à vítima o dolo por eventual enfermidade.
Dados levantados pelo Ministério da Saúde confirmam que os casos de dengue aumentaram 330% no Estado de Sergipe, em comparação com o mesmo período do ano passado. Sem outra explicação, crescimento tão acentuado só é possível na hipótese de negligência e descaso.
Para combater a dengue não é preciso inventar a roda. O feijão com arroz produz resultados efetivos. É preciso arregaçar as mangas e encarar o trabalho. Não há mistério. Agentes de combate a endemias precisam bater de porta em porta. Mutirões nos campos, coletas de entulhos e pneus, limpeza de terrenos baldios, precisam se materializar em um trabalho continuado. O fato é que sem o trabalho de formiguinha, a dengue voltou a tirar o sono de famílias inteiras residentes no estado.

 


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