Morte no Dom Pedro: perito confirma laudos que incriminam marido

Cidades

 

Uma entrevista coletiva concedida ontem apresentou mais detalhes sobre a prisão do marido da consultora de vendas Ana Paula Jesus dos Santos, 26 anos, morta a golpes de marreta no último sábado em sua residência, no Conjunto Dom Pedro, bairro José Conrado de Araújo (zona oeste). O suspeito, Vítor Araújo, é apontado como o autor do crime e está detido temporariamente, desde a tarde de anteontem. O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) pediu a prisão de Vítor, após um laudo de local de crime apontar algumas contradições na versão contada pelo esposo. 
As análises tiveram a atuação de peritos do Instituto Médico-Legal (IML) e do Instituto de Criminalística. Eles buscaram vestígios que indicassem a presença de um terceiro envolvido no local do crime, mas não foram detectadas as possibilidades de escalada, rompimento de obstáculos, nem arrombamento. As controvérsias de Vitor sobre um suposto latrocínio perdem mais força no local do crime, pois se constatou que nada foi revirado ou retirado do espaço, enfraquecendo ainda mais seus argumentos.
Além disso, as provas de que Vitor estava na cena aumentaram quando foram encontrados vestígios de seu calçado na cama. "Sobre a cama em que a vítima foi encontrada existia uma pegada, que era do solado de um calçado. Ainda no local, fiz o confronto dessa mancha com o calçado que Vitor estava no momento e constatou-se, com precisão, que essa mancha era igual ao calçado do Vitor", afirmou o perito criminal Phillip Maia.
O suspeito também afirma que foi agredido com um tijolo na região da cabeça, porém o fato foi negado após o exame de corpo de delito. "Realizei o exame pericial de exame de corpo de delito no Vitor e, embora ele relatasse que recebeu uma tijolada na cabeça, eu não encontrei nenhuma lesão, nem sequer uma escoriação", concluiu a necropsista Solange Lima.
De acordo com a delegada Luciana Pereira, responsável pelo caso, o esposo de Ana Paula entrou em contradição várias vezes, principalmente com a ordem dos fatos, que não coincidiram com as provas da perícia técnica. Ela disse também que pediu a prisão temporária do suspeito para evitar a fuga dele, bem como garantir o bom andamento dos trabalhos do DHPP e da perícia.
A defesa de Vítor Aragão nega as acusações e alega que ele tinha um bom relacionamento com a vítima, negando haver qualquer motivo para que eles pensassem em separação. Os advogados já entraram com um pedido de habeas-corpus no Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE).

Uma entrevista coletiva concedida ontem apresentou mais detalhes sobre a prisão do marido da consultora de vendas Ana Paula Jesus dos Santos, 26 anos, morta a golpes de marreta no último sábado em sua residência, no Conjunto Dom Pedro, bairro José Conrado de Araújo (zona oeste). O suspeito, Vítor Araújo, é apontado como o autor do crime e está detido temporariamente, desde a tarde de anteontem. O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) pediu a prisão de Vítor, após um laudo de local de crime apontar algumas contradições na versão contada pelo esposo. 
As análises tiveram a atuação de peritos do Instituto Médico-Legal (IML) e do Instituto de Criminalística. Eles buscaram vestígios que indicassem a presença de um terceiro envolvido no local do crime, mas não foram detectadas as possibilidades de escalada, rompimento de obstáculos, nem arrombamento. As controvérsias de Vitor sobre um suposto latrocínio perdem mais força no local do crime, pois se constatou que nada foi revirado ou retirado do espaço, enfraquecendo ainda mais seus argumentos.
Além disso, as provas de que Vitor estava na cena aumentaram quando foram encontrados vestígios de seu calçado na cama. "Sobre a cama em que a vítima foi encontrada existia uma pegada, que era do solado de um calçado. Ainda no local, fiz o confronto dessa mancha com o calçado que Vitor estava no momento e constatou-se, com precisão, que essa mancha era igual ao calçado do Vitor", afirmou o perito criminal Phillip Maia.
O suspeito também afirma que foi agredido com um tijolo na região da cabeça, porém o fato foi negado após o exame de corpo de delito. "Realizei o exame pericial de exame de corpo de delito no Vitor e, embora ele relatasse que recebeu uma tijolada na cabeça, eu não encontrei nenhuma lesão, nem sequer uma escoriação", concluiu a necropsista Solange Lima.
De acordo com a delegada Luciana Pereira, responsável pelo caso, o esposo de Ana Paula entrou em contradição várias vezes, principalmente com a ordem dos fatos, que não coincidiram com as provas da perícia técnica. Ela disse também que pediu a prisão temporária do suspeito para evitar a fuga dele, bem como garantir o bom andamento dos trabalhos do DHPP e da perícia.
A defesa de Vítor Aragão nega as acusações e alega que ele tinha um bom relacionamento com a vítima, negando haver qualquer motivo para que eles pensassem em separação. Os advogados já entraram com um pedido de habeas-corpus no Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE).

 


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