Racha antecipado

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Do senador Rogério Carvalho, que integra a comitiva do presidente do Senado, David Alcolumbre em visita aos Estados Unidos, em suas redes sociais: \"É na @xpinvestimentos que finalizamos nossos encontros com investidores para mostrarmos o papel do Leg
Do senador Rogério Carvalho, que integra a comitiva do presidente do Senado, David Alcolumbre em visita aos Estados Unidos, em suas redes sociais: \"É na @xpinvestimentos que finalizamos nossos encontros com investidores para mostrarmos o papel do Leg

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Publicada em 16/05/2019 às 22:34:00

 

Ontem, durante almoço em um restau
rante da capital, aliados políticos do 
governador Belivaldo Chagas (PSD) demonstravam preocupação com o desentendimento de lideranças da base aliada do governo por conta das eleições 2020 e do governo Jair Bolsonaro (PSL). 
Focaram nas declarações do ex-governador Jackson Barreto (MDB) à coluna de que a esquerda e centro esquerda deviam se unir para combater o governo Bolsonaro, ao inv és de discutir as eleições. Assim como no rebate do presidente do Diretório Municipal do PT, Jefferson Lima, de que o seu partido não se uniria ao deputado federal Laércio Oliveira (PP), que integra a administração de Edvaldo Nogueira (PCdoB) com a indicação do Secretário Municipal do Meio Ambiente , Alan Alesander Mendes Lemos.
Jackson chegou a afirmar: "O país vive uma situação difícil, precisamos estar unidos. A esquerda deve se unir a nós e não está criando fraturas que sejam capazes de nos enfraquecer para enfrentar o adversário forte e poderoso, por ter o poder da força e as forças armadas".
Ressaltou: "Enquanto acompanhamos os desmandos do governo Bolsonaro, a esquerda e centro esquerda entram em conflitos com os companheiros, esquecendo o inimigo maior", disse, enfatizando que o processo eleitoral só faz desagregar pela ambição das partes e que, portanto, nesse momento as forças progressistas devem se unir na defesa do Brasil contra Bolsonaro.
"Temos de discutir o que nos une: combater Bolsonaro, defender Lula Livre, os direitos ameaçados dos trabalhadores e as universidades públicas. Temos de garantir o avanço da democracia", declarou ainda o ex-governador.
O presidente Municipal do PT respondeu a JB, através da coluna, dizendo: "Quero afirmar que não existe aliança pelo Lula Livre e contra Bolsonaro com a presença de Laércio Oliveira [deputado federal] e vários outros políticos que não tem compromisso com a classe trabalhadora, com o campo de esquerda e com o nosso projeto". 
Disse ainda Jefferson: "O compromisso deles é com o grupo de Bolsonaro e sua turma que estão destruindo o nos so país. O compromisso do PT é com a garantida da aposentadoria do povo brasileiro, na defesa do MEC e da educação pública (contra os cortes na educação), na valorização do salário mínimo, na defesa dos mais pobres e das políticas sociais que mudaram a vida do nosso povo". 
A preocupação dos aliados de Belivaldo é que essa posição de JB com relação ao governo Bolsonaro e o radicalismo do PT venham a prejudicar o governo, que se aproximou agora do presidente Bolsonaro e espera ajuda financeira para tirar o estado de crise econômica.
A aproximação, que teve até declaração de "amor a primeira vista" de Bolsonaro para Belivaldo durante primeiro encontro dos dois na semana passada, já levou a uma reunião anteontem do ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, com o secretário geral de Governo, José Carlos Felizola, com a presença do deputado federal Fábio Reis (MDB), do chefe do escrit&oac ute;rio de representação do governo em Brasília, Dernival Neto, e do ex-deputado federal Sérgio Reis.
Agora é aguardar até onde vai esse amor e a compreensão dos aliados...

Ontem, durante almoço em um restau rante da capital, aliados políticos do  governador Belivaldo Chagas (PSD) demonstravam preocupação com o desentendimento de lideranças da base aliada do governo por conta das eleições 2020 e do governo Jair Bolsonaro (PSL). 
Focaram nas declarações do ex-governador Jackson Barreto (MDB) à coluna de que a esquerda e centro esquerda deviam se unir para combater o governo Bolsonaro, ao inv és de discutir as eleições. Assim como no rebate do presidente do Diretório Municipal do PT, Jefferson Lima, de que o seu partido não se uniria ao deputado federal Laércio Oliveira (PP), que integra a administração de Edvaldo Nogueira (PCdoB) com a indicação do Secretário Municipal do Meio Ambiente , Alan Alesander Mendes Lemos.
Jackson chegou a afirmar: "O país vive uma situação difícil, precisamos estar unidos. A esquerda deve se unir a nós e não está criando fraturas que sejam capazes de nos enfraquecer para enfrentar o adversário forte e poderoso, por ter o poder da força e as forças armadas".
Ressaltou: "Enquanto acompanhamos os desmandos do governo Bolsonaro, a esquerda e centro esquerda entram em conflitos com os companheiros, esquecendo o inimigo maior", disse, enfatizando que o processo eleitoral só faz desagregar pela ambição das partes e que, portanto, nesse momento as forças progressistas devem se unir na defesa do Brasil contra Bolsonaro.
"Temos de discutir o que nos une: combater Bolsonaro, defender Lula Livre, os direitos ameaçados dos trabalhadores e as universidades públicas. Temos de garantir o avanço da democracia", declarou ainda o ex-governador.
O presidente Municipal do PT respondeu a JB, através da coluna, dizendo: "Quero afirmar que não existe aliança pelo Lula Livre e contra Bolsonaro com a presença de Laércio Oliveira [deputado federal] e vários outros políticos que não tem compromisso com a classe trabalhadora, com o campo de esquerda e com o nosso projeto". 
Disse ainda Jefferson: "O compromisso deles é com o grupo de Bolsonaro e sua turma que estão destruindo o nos so país. O compromisso do PT é com a garantida da aposentadoria do povo brasileiro, na defesa do MEC e da educação pública (contra os cortes na educação), na valorização do salário mínimo, na defesa dos mais pobres e das políticas sociais que mudaram a vida do nosso povo". 
A preocupação dos aliados de Belivaldo é que essa posição de JB com relação ao governo Bolsonaro e o radicalismo do PT venham a prejudicar o governo, que se aproximou agora do presidente Bolsonaro e espera ajuda financeira para tirar o estado de crise econômica.
A aproximação, que teve até declaração de "amor a primeira vista" de Bolsonaro para Belivaldo durante primeiro encontro dos dois na semana passada, já levou a uma reunião anteontem do ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, com o secretário geral de Governo, José Carlos Felizola, com a presença do deputado federal Fábio Reis (MDB), do chefe do escrit&oac ute;rio de representação do governo em Brasília, Dernival Neto, e do ex-deputado federal Sérgio Reis.
Agora é aguardar até onde vai esse amor e a compreensão dos aliados...

Comemorando 1

Em conversa ontem com a coluna um membro da equipe de governo de Belivaldo Chagas (PSD) comemorou o fato dos aliados estarem entendendo a "disciplina fiscal" que ele vem tendo para contornar a crise econômica e não pagar parcelado salário do servidor. "Havia um receio que as pessoas não tivessem essa maturidade", frisou.

Comemorando 2

Revela que o próprio governador está negociando contratos, baixando custos para evitar o agravamento da crise. "De grão em grão a galinha enche o papo, pois estamos em maio e o governo vem conseguindo pagar a 70% dos servidores o salário dentro do mês e ao restante até o dia 13 do mês subsequente", disse.

Na torcida

Afirmou ainda que espera que os aliados entendam a proximidade de Belivaldo com o presidente Bolsonaro, que é, exclusivamente, pela governabilidade de Sergipe. Enfatiza que as ideologias políticas não podem interferir na boa relação com o governo federal, que só vai beneficiar o povo sergipano. Acha que o Plano Mansueto vai ajudar muito o estado.  

 Ainda o time de Temer  

Já está próximo de completar cinco meses do governo Bolsonaro e ainda não teve uma definição dos cargos federais em Sergipe.  Até o momento só foi nomeada Jovanka Leal para a Superintendência de Patrimônio da União em Sergipe (SPU), por indicação do próprio governo federal, que em discurso de posse chegou a dizer "Pátria Amada Brasil chegou em Sergipe". A sua posse ocorreu em março.

No páreo 1

Segundo uma fonte de Brasília, as nomeações não ocorreram ainda pelo fato do governo federal condicionar os cargos ao apoio da bancada a reforma da previdência. Disse que o cargo mais disputado é o da Codevasf, quando tem três nomes no páreo: o do atual superintendente César Mandarino; o do ex-secretário da Infraestrutura, Valmor Barbosa; e Djenal Neto.

No páreo 2

Revela que os parlamentares do agrupamento de André Moura (PSC) e Eduardo Amorim (PSDB) defendem a permanência de César Mandarino no comando da Codevasf e alguns aliados do governador Belivaldo Chagas desejam emplacar Valmor Barbosa, a exemplo do deputado federal Fábio Mitidieri (PSD). Já Djenal Neto é o PSL de Bolsonaro que quer emplacar seu nome.

Faz sentido

Ao final questionou: "Nesse impasse da bancada o presidente Bolsonaro vai nomear alguém? Com certeza, vai esperar a votação da reforma da Previdência e decidir quem vai nomear pela fidelidade do voto". ´Vale lembrar que em outros estados Bolsonaro ainda não nomeou ninguém para comandar os cargos federais.

 De fora

Pelo que a coluna tem conhecimento somente os deputados federais Fábio Henrique (PDT), Bosco Costa (PR) e Valdevan Noventa (PSC) abriram mão de indicar cargos no governo federal.  

Boulos em Sergipe 1

O ex-presidenciável nas eleições 2018, Guilherme Boulos (PSOL), estará em Aracaju nesta sexta-feira. Participará na Universidade Federal de Sergipe (UFS) de um debate de ideias com servidores e alunos contra os cortes no orçamento da educação e a reforma da previdência.

Boulos em Sergipe 2

Boulos deve atiçar servidores e alunos da UFS para a paralisação geral de todas as categorias convocada para 14 de junho contra a reforma da previdência e o corte na educação. Nem vai precisar, pois, com certeza, todos irão às ruas com gosto de gás após o presidente Jair Bolsonaro ter chamado de "idiotas úteis" e dito que aqueles que foram às ruas no dia 15 protestar contra o corte na educação não sabiam a fórmula da água e quanto era 7 x 8.

Reunião petista

No próximo domingo ocorrerá mais um Ciclo de Reuniões Territoriais das Secretarias de Organização, Formação e Finanças do Sul Sergipano com os diretórios municipais do PT. Será às 9h, na Câmara de Vereadores de Estância.  Na pauta, oficina com dirigentes sobre a Rede PT,  discussão sobre as regras do PED 2019, campanha de filiação, prestações de contas, plenária de formação, além da campanha Lula Livre nos municípios. 

A favor das armas

O senador Marcos do Val (Cidadania-ES) foi designado para ser o relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) de quatro projetos de lei que propõem derrubar decreto do governo federal que flexibiliza regras de desarmamento, publicado na semana passada.  Já adiantou que seu relatório irá contra os projetos, ou seja, a favor do decreto assinado na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro por entender que o porte de arma dá a liberdade para o cidadão se defender e defender a família. 

Contra as armas

Os quatro projetos que visam anular o decreto foram apresentados pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Eliziane Gama (Cidadania-MA); o terceiro por sete senadores - Rogério Carvalho (PT-SE), Humberto Costa (PT-PE), Paulo Rocha (PT-PA), Paulo Paim (PT-RS), Jaques Wagner (PT-BA), Jean Paul Prates (PT-RN) e Zenaide Maia (Pros-RN) - e o último por Randolfe em conjunto com seu colega de partido Fabiano Contarato (Rede-ES).

Voto aberto

Avançou no Senado um projeto que altera o regimento interno da Casa e estabelece o voto aberto  para três tipos de votação em plenário: cassação de mandato, prisão de parlamentar e eleição à Presidência da Casa. A proposta foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas ainda precisa ser analisada pela Mesa Diretora da Casa e pelo plenário.

Veja essa ...

O PSL, que é o partido do presidente Bolsonaro e foi o responsável por expor derrota ao governo ao ter conseguido aprovar convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, agora quer que seja convocado o ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para falar sobre as contradições  no governo com relação ao corte na educação. 

Curtas

Os vereadores de Pacatuba aprovaram esta semana, por unanimidade, o Projeto de Lei nº14/2019, que dispõe sobre o reajuste no salário-base dos servidores públicos municipais efetivos. O PL, de autoria do Poder Executivo, agora segue para a sanção do prefeito Alexandre Martins. 

Ocorrerá nessa sexta-feira, às 8h30, na Assembleia Legislativa, audiência pública visando o fortalecimento da luta em defesa da saúde mental e dos cuidados em liberdade. A iniciativa é do deputado estadual Iran Barbosa (PT). 

Acontece hoje em Aracaju o lançamento da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) em Sergipe. Na solenidade, acontecerá palestras com advogados sobre "Direito e Democracia", com a participação de  Evânio Moura, Henri Clay, Ilzer Matos e Tamiride Monteiro.

São Cristóvão passará a emitir Carteira de Identidade. Esta semana o  prefeito Marcos Santana (MDB) assinou convênio com o secretário de Segurança, João Eloy. Na ocasião, os gestores falaram sobre aumento de policiamento no município e parceria para implantação do projeto Ronda Maria da Penha.