Servidores podem parar caso Funesa não dê resposta sobre Acordo Coletivo

Cidades

 

Os servidores da Fundação Estadual de Sergipe (Funesa) decidiram esperar até o dia 30 de maio a contraproposta da gestão da fundação em relação a proposta elaborada pela categoria do Acordo Coletivo do Trabalho. Caso não recebam nenhuma posição da gestão haverá um ato de protesto com paralisação de 24 horas como forma de reivindicação dos trabalhadores. Esta deliberação ocorreu, nessa quarta-feira, 15, durante assembleia geral dos servidores com o Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa).
Pelo lado da Funesa, a alegação é que não tiveram tempo hábil para que sua diretoria deliberasse junto aos demais órgãos que estariam envolvidas no processo. "Recebemos um ofício da Funesa sobre a deliberação da categoria na assembleia passada, mas sem nenhuma contraproposta. Diante disto, conversamos com os servidores e explicamos o que poderia ser feito. Eles decidiram que se até o dia 30 de maio não receber nenhuma resposta, será promovido um ato com paralisação de 24 horas, no dia 31 de maio, em frente à sede da Funesa" explica Janderson Alves, gerente do Sintasa, que esteve presente na assembleia.

Os servidores da Fundação Estadual de Sergipe (Funesa) decidiram esperar até o dia 30 de maio a contraproposta da gestão da fundação em relação a proposta elaborada pela categoria do Acordo Coletivo do Trabalho. Caso não recebam nenhuma posição da gestão haverá um ato de protesto com paralisação de 24 horas como forma de reivindicação dos trabalhadores. Esta deliberação ocorreu, nessa quarta-feira, 15, durante assembleia geral dos servidores com o Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa).
Pelo lado da Funesa, a alegação é que não tiveram tempo hábil para que sua diretoria deliberasse junto aos demais órgãos que estariam envolvidas no processo. "Recebemos um ofício da Funesa sobre a deliberação da categoria na assembleia passada, mas sem nenhuma contraproposta. Diante disto, conversamos com os servidores e explicamos o que poderia ser feito. Eles decidiram que se até o dia 30 de maio não receber nenhuma resposta, será promovido um ato com paralisação de 24 horas, no dia 31 de maio, em frente à sede da Funesa" explica Janderson Alves, gerente do Sintasa, que esteve presente na assembleia.

 


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