Guarda é suspeito de tramar morte de colega em Carmópolis

Cidades

 

A Polícia Civil prendeu seis suspeitos de envolvimento com um plano para assassinar um guarda municipal da cidade de Carmópolis (Vale do Cotinguiba). O crime seria cometido há cerca de duas semanas, mas foi frustrado depois que ele foi descoberto pela esposa da vítima. Um dos presos foi um colega de corporação da vítima, o guarda municipal Edelbrando Ferreira Santos, "Brandão", 54 anos.
O delegado de Carmópolis, Wanderson Bastos, detalhou ontem que o suspeito se associou a um grupo de traficantes da cidade e planejou a morte do colega porque ele estaria atrapalhando os interesses ilícitos dos infratores na região. "Os traficantes suspeitavam que o guarda municipal passava informações para a polícia, tentando desarticular o tráfico de drogas. Assim, todos se articularam para que a vítima fosse morta e parasse de atrapalhar o comércio ilícito deles, e contaram com a colaboração de um guarda municipal que divulgava a rotina do colega para os bandidos", disse Bastos.
Brandão e o segundo guarda moravam na mesma rua, em um conjunto residencial de Carmópolis. A esposa da vítima escutou tudo que se passava na casa ao lado e percebeu, quando eles estavam se preparando para matar a vítima, que o alvo era seu marido, que estava um colégio no município de General Maynard. Imediatamente, a mulher entrou em contato com colegas da vítima e explicou a situação. Uma parte do efetivo foi para a casa da vítima e a outra à área onde ela seria executada. Chegando ao local, os dois executores já estavam esperando a vítima, mas, por conta da presença da Guarda Municipal, eles fugiram.
O delegado foi acionado pelo coordenador de Polícia Civil do Interior, Jonathas Evangelista, para que mantivesse contato com os guardas municipais no sentido de que eles resguardassem a vítima. Assim, para que o fato criminoso não se concretizasse, a vítima foi retirada da localidade onde residia. As investigações seguiram em frente e resultaram na prisão de Brandão e outros cinco envolvidos: o ex-presidiário José Cícero da Silva, o 'Propriá', apontado como mandante do crime; Luzival dos Santos Dantas; Carla Maria José da Conceição, a 'Toshiba'; Jeilda Alves da Hora Santos e um adolescente. Um sétimo suspeito, Felipe José da Silva, apontado como um dos executores, está foragido. 
A investigação foi chamada de 'Operação Iscariotes', nome que faz alusão ao apóstolo Judas Iscariotes. Segundo a Bíblia, ele era um dos apóstolos de Jesus Cristo e o traiu, recebendo 30 moedas de prata para facilitar a prisão dele pelas autoridades religiosas judaicas da época, antes de sua crucificação. 

A Polícia Civil prendeu seis suspeitos de envolvimento com um plano para assassinar um guarda municipal da cidade de Carmópolis (Vale do Cotinguiba). O crime seria cometido há cerca de duas semanas, mas foi frustrado depois que ele foi descoberto pela esposa da vítima. Um dos presos foi um colega de corporação da vítima, o guarda municipal Edelbrando Ferreira Santos, "Brandão", 54 anos.
O delegado de Carmópolis, Wanderson Bastos, detalhou ontem que o suspeito se associou a um grupo de traficantes da cidade e planejou a morte do colega porque ele estaria atrapalhando os interesses ilícitos dos infratores na região. "Os traficantes suspeitavam que o guarda municipal passava informações para a polícia, tentando desarticular o tráfico de drogas. Assim, todos se articularam para que a vítima fosse morta e parasse de atrapalhar o comércio ilícito deles, e contaram com a colaboração de um guarda municipal que divulgava a rotina do colega para os bandidos", disse Bastos.
Brandão e o segundo guarda moravam na mesma rua, em um conjunto residencial de Carmópolis. A esposa da vítima escutou tudo que se passava na casa ao lado e percebeu, quando eles estavam se preparando para matar a vítima, que o alvo era seu marido, que estava um colégio no município de General Maynard. Imediatamente, a mulher entrou em contato com colegas da vítima e explicou a situação. Uma parte do efetivo foi para a casa da vítima e a outra à área onde ela seria executada. Chegando ao local, os dois executores já estavam esperando a vítima, mas, por conta da presença da Guarda Municipal, eles fugiram.
O delegado foi acionado pelo coordenador de Polícia Civil do Interior, Jonathas Evangelista, para que mantivesse contato com os guardas municipais no sentido de que eles resguardassem a vítima. Assim, para que o fato criminoso não se concretizasse, a vítima foi retirada da localidade onde residia. As investigações seguiram em frente e resultaram na prisão de Brandão e outros cinco envolvidos: o ex-presidiário José Cícero da Silva, o 'Propriá', apontado como mandante do crime; Luzival dos Santos Dantas; Carla Maria José da Conceição, a 'Toshiba'; Jeilda Alves da Hora Santos e um adolescente. Um sétimo suspeito, Felipe José da Silva, apontado como um dos executores, está foragido. 
A investigação foi chamada de 'Operação Iscariotes', nome que faz alusão ao apóstolo Judas Iscariotes. Segundo a Bíblia, ele era um dos apóstolos de Jesus Cristo e o traiu, recebendo 30 moedas de prata para facilitar a prisão dele pelas autoridades religiosas judaicas da época, antes de sua crucificação. 

 


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