Orquestra Sinfônica apresenta o Festival de Música Russa no Teatro Atheneu

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 22/05/2019 às 09:39:00

 

A Orquestra Sinfônica de Sergipe, realiza na próxima quinta-feira, 23 de maio, às 20h30, o Festival de Música Russa: um concerto inteiramente dedicado à interpretação de grandes obras do Romantismo da Rússia. Abordando três compositores, o grupo revisitará a peça "Uma Noite no Monte Calvo", de Modest Mussorsgky (1839-1881) e executará outras duas importantes obras: "Capricho Italiano", de Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908) e a Sinfonia nº 6, Patética, de Peter Tchaikovsky (1840-1893). A regência é do maestro Guilherme Mannis.
"Tão distante e tão próxima!" Assim define o maestro  Mannis a música russa e a sua relação com a orquestra sergipana. Ele completa: "Nosso grupo já executou a integral das Sinfonias de Tchaikovsky e muitas obras de Rachmaninoff, Borodin, Mussorgsky, Prokofiev, Shostakovich, entre outros, sempre com muita competência. O lirismo dos temas desenvolvidos aliado ao romantismo arrebatador cai muito bem a nossos músicos, fazendo com que este repertório se configure sempre em sucesso de interpretação e de público", disse o maestro.
Sobre "Uma Noite no Monte Calvo", trata-se de um poema sinfônico composto para uma cerimônia de bruxas realizada na noite de São João. Os ricos contrastes dinâmicos e de orquestração tentam explorar as mais variadas expressões do espírito do compositor, que foi o membro mais criativo do mais importante grupo de compositores românticos nacionalistas do fim do século XIX: o "Grupo dos Cinco". 

A Orquestra Sinfônica de Sergipe, realiza na próxima quinta-feira, 23 de maio, às 20h30, o Festival de Música Russa: um concerto inteiramente dedicado à interpretação de grandes obras do Romantismo da Rússia. Abordando três compositores, o grupo revisitará a peça "Uma Noite no Monte Calvo", de Modest Mussorsgky (1839-1881) e executará outras duas importantes obras: "Capricho Italiano", de Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908) e a Sinfonia nº 6, Patética, de Peter Tchaikovsky (1840-1893). A regência é do maestro Guilherme Mannis.
"Tão distante e tão próxima!" Assim define o maestro  Mannis a música russa e a sua relação com a orquestra sergipana. Ele completa: "Nosso grupo já executou a integral das Sinfonias de Tchaikovsky e muitas obras de Rachmaninoff, Borodin, Mussorgsky, Prokofiev, Shostakovich, entre outros, sempre com muita competência. O lirismo dos temas desenvolvidos aliado ao romantismo arrebatador cai muito bem a nossos músicos, fazendo com que este repertório se configure sempre em sucesso de interpretação e de público", disse o maestro.
Sobre "Uma Noite no Monte Calvo", trata-se de um poema sinfônico composto para uma cerimônia de bruxas realizada na noite de São João. Os ricos contrastes dinâmicos e de orquestração tentam explorar as mais variadas expressões do espírito do compositor, que foi o membro mais criativo do mais importante grupo de compositores românticos nacionalistas do fim do século XIX: o "Grupo dos Cinco".