Morre, aos 58 anos, o líder indígena Apolônio Xokó

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O líder indígena José Apolônio dos Santos, o 'Apolônio Xokó', 58 anos, morreu ontem à tarde no Hospital Regional João Alves Filho, em Nossa Senhora da Glória (Sertão). A informação foi confirmada pela família e pelo cacique Lucimário Apolônio, o Bá, atual líder da tribo dos índios xokós. 'Apolônio Xokó' estava internado há cerca de um mês e fazia tratamento contra complicações do diabetes e de problemas cardíacos. A causa da morte foi apontada como insuficiência respiratória.
Apolônio participava nos últimos anos de um programa semanal da rádio Aperipê, voltado à comunidade indígena sergipana, além de atuar na música e na educação de jovens. O ex-cacique deixa seis filhos. O horário e o local dos funerais não foram confirmados até o fechamento desta edição. 
Por cerca de 30 anos, Apolônio foi cacique da tribo indígena baseada na Ilha de São Pedro, em Porto da Folha (Sertão), e liderou, entre as décadas de 1980 e 1990, a luta da comunidade pela garantia de direitos como a demarcação de terras e a preservação de sua cultura. Os xokós foram expulsos da região pelos antigos jesuítas e voltaram a ocupá-la em 1979, quando a área foi cedida aos índios por um decreto do então governador Augusto Franco. Atualmente, a aldeia reúne cerca de 600 indígenas. 

O líder indígena José Apolônio dos Santos, o 'Apolônio Xokó', 58 anos, morreu ontem à tarde no Hospital Regional João Alves Filho, em Nossa Senhora da Glória (Sertão). A informação foi confirmada pela família e pelo cacique Lucimário Apolônio, o Bá, atual líder da tribo dos índios xokós. 'Apolônio Xokó' estava internado há cerca de um mês e fazia tratamento contra complicações do diabetes e de problemas cardíacos. A causa da morte foi apontada como insuficiência respiratória.
Apolônio participava nos últimos anos de um programa semanal da rádio Aperipê, voltado à comunidade indígena sergipana, além de atuar na música e na educação de jovens. O ex-cacique deixa seis filhos. O horário e o local dos funerais não foram confirmados até o fechamento desta edição. 
Por cerca de 30 anos, Apolônio foi cacique da tribo indígena baseada na Ilha de São Pedro, em Porto da Folha (Sertão), e liderou, entre as décadas de 1980 e 1990, a luta da comunidade pela garantia de direitos como a demarcação de terras e a preservação de sua cultura. Os xokós foram expulsos da região pelos antigos jesuítas e voltaram a ocupá-la em 1979, quando a área foi cedida aos índios por um decreto do então governador Augusto Franco. Atualmente, a aldeia reúne cerca de 600 indígenas. 

 


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