Emsurb revoga termo de permissão da empresa responsável pela feira do Augusto Franco

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EMPRESA NÃO CUMPRE ACORDO E MONTA FEIRA DO AUGUSTO FRANCO COM MESAS ENFERRUJADAS E LONAS FURADAS
EMPRESA NÃO CUMPRE ACORDO E MONTA FEIRA DO AUGUSTO FRANCO COM MESAS ENFERRUJADAS E LONAS FURADAS

A empresa não cumpriu o acordo para renovar equipamentos da feira
A empresa não cumpriu o acordo para renovar equipamentos da feira

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Publicada em 29/05/2019 às 22:50:00

 

Quem acompanhou 
a montagem de 
uma das maiores feiras livres da capital, com 475 bancas, no conjunto Augusto Franco, bairro Farolândia, nas primeiras horas desta quarta-feira, se assustou com a estrutura disponibilizada para a montagem das bancas. Mesas de ferro, velhas e enferrujadas, lonas rasgadas e até bancas sem cobertura ocupavam o espaço da praça, deixando feirantes expostos ao sol e a chuva. O fiscais da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), surpresos com a atuação da empresa prestadora de serviço, a Eco Feiras Empreendimentos Ltda., fotografaram os equipamentos e encaminharam, junto com as informações e reclamações de feirantes, à presidência da empresa municipal.
 A Empresa Eco, respondendo notificação da Emsurb, havia informado, em 22 de maio, através de ofício, que montaria a feira do Augusto Franco no padrão exigido, conforme projeto de reorganização apresentado pela Prefeitura de Aracaju. "Comunicamos que, na próxima semana, voltaremos a montar a feira livre do conjunto Augusto Franco no modelo de ganchos, com lonas, e saias, como ocorre nas demais feiras de Aracaju", relatava o documento assinado pelo empresário e permissionário da Emsurb, Bertulino José Lopes de Menezes.
 Mas não foi o que a comerciante de pescados e mariscos, Alda Maria Valença Rodrigues, encontrou no local, na manhã de hoje. "Fiquei horrorizada ao chegar para arrumar as mercadorias e me deparei com lonas rasgadas e as bancas danificadas. A situação dessa feira já não estava boa pra nós há algum tempo. Os toldos, usados antes, também estavam rasgados e quando chovia molhava tudo. O Ministério Público exige que a gente esteja adequado às normas sanitárias, mas é impossível, pois quem nos fornece a estrutura não nos oferece boas condições de trabalho", informou.
 "Merecemos um local com estrutura melhor para trabalhar e nossos clientes também merecem um ambiente mais organizado. Tenho certeza que, se continuar do jeito que está, vamos perder vendas. Quem vai fazer compras em um lugar com bancas enferrujadas e velhas?", comentou Maria de Fátima Ferreira Santos, que comercializa verduras na feira do Augusto Franco, há mais de 15 anos.
De acordo com a Emsurb, no decorrer dos últimos meses, a Empresa Eco despertou reações de impaciência e revolta em feirantes e consumidores, por conta da deficiente prestação de serviço. Até o início de 2018, a Eco fornecia estrutura para 14 feiras, das 32 existentes na cidade. Mais adiante, desistiu de atuar em três dessas, Leite Neto, Jardim Esperança e Santa Maria. Em seguida, por ingerência, resistência ao processo de reorganização e falta de compromisso com a população, foi perdendo, gradativamente, o direito de continuar com o Termo de Permissão de outras 11. 
 "Com a demonstração clara de não querer prestar serviços de qualidade à população aracajuana, a Eco deixa de ser permissionária da Empresa Municipal de Serviços Urbanos ainda nesta quarta-feira. Quanto à dívida referente às parcelas vencidas, no valor total de R$ 75.587,50, a empresa poderá, sem problema algum, buscar as alternativas para pagamento no Setor de Arrecadação da Emsurb, no horário das 7h às 12h e das 14h às 17h", informou o presidente Luiz Roberto Dantas.

Quem acompanhou  a montagem de  uma das maiores feiras livres da capital, com 475 bancas, no conjunto Augusto Franco, bairro Farolândia, nas primeiras horas desta quarta-feira, se assustou com a estrutura disponibilizada para a montagem das bancas. Mesas de ferro, velhas e enferrujadas, lonas rasgadas e até bancas sem cobertura ocupavam o espaço da praça, deixando feirantes expostos ao sol e a chuva. O fiscais da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), surpresos com a atuação da empresa prestadora de serviço, a Eco Feiras Empreendimentos Ltda., fotografaram os equipamentos e encaminharam, junto com as informações e reclamações de feirantes, à presidência da empresa municipal.
 A Empresa Eco, respondendo notificação da Emsurb, havia informado, em 22 de maio, através de ofício, que montaria a feira do Augusto Franco no padrão exigido, conforme projeto de reorganização apresentado pela Prefeitura de Aracaju. "Comunicamos que, na próxima semana, voltaremos a montar a feira livre do conjunto Augusto Franco no modelo de ganchos, com lonas, e saias, como ocorre nas demais feiras de Aracaju", relatava o documento assinado pelo empresário e permissionário da Emsurb, Bertulino José Lopes de Menezes.
 Mas não foi o que a comerciante de pescados e mariscos, Alda Maria Valença Rodrigues, encontrou no local, na manhã de hoje. "Fiquei horrorizada ao chegar para arrumar as mercadorias e me deparei com lonas rasgadas e as bancas danificadas. A situação dessa feira já não estava boa pra nós há algum tempo. Os toldos, usados antes, também estavam rasgados e quando chovia molhava tudo. O Ministério Público exige que a gente esteja adequado às normas sanitárias, mas é impossível, pois quem nos fornece a estrutura não nos oferece boas condições de trabalho", informou.
 "Merecemos um local com estrutura melhor para trabalhar e nossos clientes também merecem um ambiente mais organizado. Tenho certeza que, se continuar do jeito que está, vamos perder vendas. Quem vai fazer compras em um lugar com bancas enferrujadas e velhas?", comentou Maria de Fátima Ferreira Santos, que comercializa verduras na feira do Augusto Franco, há mais de 15 anos.
De acordo com a Emsurb, no decorrer dos últimos meses, a Empresa Eco despertou reações de impaciência e revolta em feirantes e consumidores, por conta da deficiente prestação de serviço. Até o início de 2018, a Eco fornecia estrutura para 14 feiras, das 32 existentes na cidade. Mais adiante, desistiu de atuar em três dessas, Leite Neto, Jardim Esperança e Santa Maria. Em seguida, por ingerência, resistência ao processo de reorganização e falta de compromisso com a população, foi perdendo, gradativamente, o direito de continuar com o Termo de Permissão de outras 11. 
 "Com a demonstração clara de não querer prestar serviços de qualidade à população aracajuana, a Eco deixa de ser permissionária da Empresa Municipal de Serviços Urbanos ainda nesta quarta-feira. Quanto à dívida referente às parcelas vencidas, no valor total de R$ 75.587,50, a empresa poderá, sem problema algum, buscar as alternativas para pagamento no Setor de Arrecadação da Emsurb, no horário das 7h às 12h e das 14h às 17h", informou o presidente Luiz Roberto Dantas.