No meio da roda

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Prontos para cair no forró mais uma vez
Prontos para cair no forró mais uma vez

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Publicada em 31/05/2019 às 22:30:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Desde o fim de um 
prolongado perío-
do sabático, quando ficou longe dos palcos, a naurÊa não dá descanso a Márcio de Dona Litinha. Feirinha da Gambiarra, Ocupe a Praça e até uma comovente homenagem audiovisual aos 164 anos da capital sergipana insistem em botar o nome do artista na roda. Aparentemente, os planos de sombra e água fresca terão de ser adiados até um amanhã muito distante. Hoje, a turma boa cai no forró mais uma vez.
O Jornal do Dia já contou essa história: Por vontade própria, Márcio não subiria a um palco tão cedo. Mas os convites pintaram, sem mais nem menos, fazendo pouco caso do intervalo requisitado pelo artista, um descanso merecido depois de tantos anos de farra e zabumba. Ficou o dito por não dito. E não se fala mais no assunto.
Em oportunidade anterior, Márcio explicou que a nova fase da naurÊa é um trabalho em progresso, uma experiência ainda em curso, realizada de modo um tanto instintivo, que nem ele sabe direito onde vai dar. De certo, há composições inéditas e a intenção de atender aos apelos calorosos da música de Cuba e Bahia.
A formação também é outra, com os músicos Ruan Levy (sanfona), Danyel Nanume (bateria) e João Alberto (percussão) quebrando tudo. À frente do quarteto, encarnando a alma festiva e sem vergonha da banda, está Márcio, o último dos moicanos, dispostos a honrar o legado da naurÊa, um patrimônio de muita fuleiragem comendo no centro.
Melhor assim. A naurÊa já sofreu sucessivas baixas, da guitarra crioula de Abraão Gonzaga, uma das marcas registradas da banda, até a voz rouca de Alex Sant'Anna. O próprio Márcio admite o rombo de tantas ausências notáveis no palco. Mas entre se lamentar e olhar pra frente, ele prefere meter dança. Ainda bem.

Desde o fim de um  prolongado perío- do sabático, quando ficou longe dos palcos, a naurÊa não dá descanso a Márcio de Dona Litinha. Feirinha da Gambiarra, Ocupe a Praça e até uma comovente homenagem audiovisual aos 164 anos da capital sergipana insistem em botar o nome do artista na roda. Aparentemente, os planos de sombra e água fresca terão de ser adiados até um amanhã muito distante. Hoje, a turma boa cai no forró mais uma vez.
O Jornal do Dia já contou essa história: Por vontade própria, Márcio não subiria a um palco tão cedo. Mas os convites pintaram, sem mais nem menos, fazendo pouco caso do intervalo requisitado pelo artista, um descanso merecido depois de tantos anos de farra e zabumba. Ficou o dito por não dito. E não se fala mais no assunto.
Em oportunidade anterior, Márcio explicou que a nova fase da naurÊa é um trabalho em progresso, uma experiência ainda em curso, realizada de modo um tanto instintivo, que nem ele sabe direito onde vai dar. De certo, há composições inéditas e a intenção de atender aos apelos calorosos da música de Cuba e Bahia.
A formação também é outra, com os músicos Ruan Levy (sanfona), Danyel Nanume (bateria) e João Alberto (percussão) quebrando tudo. À frente do quarteto, encarnando a alma festiva e sem vergonha da banda, está Márcio, o último dos moicanos, dispostos a honrar o legado da naurÊa, um patrimônio de muita fuleiragem comendo no centro.
Melhor assim. A naurÊa já sofreu sucessivas baixas, da guitarra crioula de Abraão Gonzaga, uma das marcas registradas da banda, até a voz rouca de Alex Sant'Anna. O próprio Márcio admite o rombo de tantas ausências notáveis no palco. Mas entre se lamentar e olhar pra frente, ele prefere meter dança. Ainda bem.