A precarização do trabalho

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Publicada em 01/06/2019 às 14:35:00

 

A economia do País continua no 
fundo do poço. E os reflexos mais 
sensíveis seguem pisando os calos da maior parte da população. Entre os trabalhadores, as projeções dos otimistas não reverberam. Ninguém viu ainda a luz no fim do túnel anunciada por uma reforma da previdência que tende a produzir um reflexo muito tímido sobre a economia e a criação de empregos, a exemplo do que ocorreu com a malfadada reforma trabalhista. 
 A oportunidade é inversamente proporcional à disposição de pegar no batente. Mesmo entre os privilegiados com uma colocação, há os constrangidos à rotina de um estagiário, que trabalham menos de 40 horas semanais, com as consequências previsíveis nos vencimentos. Um dado que aponta a precarização do mercado formal de trabalho.
Segundo levantamento do IBGE, as relações de trabalho nunca foram tão frágeis. Não bastassem mais de 13 milhões de desempregados, o País ainda conta pelo menos 28,4 milhões de trabalhadores subutilizados - um recorde histórico lamentável. 
Desemprego, precarização e desalento exigem providências. Infelizmente, o presidente Jair Bolsonaro está mais ocupado com a promoção de uma temerária cruzada armamentista, defendendo a ampliação ao direito de posse e o porte de armas, do que com as urgências da economia, irresponsavelmente largadas sobre os ombros do ministro Paulo Guedes. Para todos os efeitos práticos, o comportamento é de quem não tem nada com o assunto.
Neste particular, a impressão é de que o presidente lavou as mãos, amparado na ignorância admitida em plena campanha eleitoral. Quando confrontado, Bolsonaro e alguns de seus ministros doidivanas preferem brigar com os números. Não é à toa que o governo faz de tudo para desacreditar os respeitados institutos de pesquisa nacionais.

A economia do País continua no  fundo do poço. E os reflexos mais  sensíveis seguem pisando os calos da maior parte da população. Entre os trabalhadores, as projeções dos otimistas não reverberam. Ninguém viu ainda a luz no fim do túnel anunciada por uma reforma da previdência que tende a produzir um reflexo muito tímido sobre a economia e a criação de empregos, a exemplo do que ocorreu com a malfadada reforma trabalhista. 
 A oportunidade é inversamente proporcional à disposição de pegar no batente. Mesmo entre os privilegiados com uma colocação, há os constrangidos à rotina de um estagiário, que trabalham menos de 40 horas semanais, com as consequências previsíveis nos vencimentos. Um dado que aponta a precarização do mercado formal de trabalho.
Segundo levantamento do IBGE, as relações de trabalho nunca foram tão frágeis. Não bastassem mais de 13 milhões de desempregados, o País ainda conta pelo menos 28,4 milhões de trabalhadores subutilizados - um recorde histórico lamentável. 
Desemprego, precarização e desalento exigem providências. Infelizmente, o presidente Jair Bolsonaro está mais ocupado com a promoção de uma temerária cruzada armamentista, defendendo a ampliação ao direito de posse e o porte de armas, do que com as urgências da economia, irresponsavelmente largadas sobre os ombros do ministro Paulo Guedes. Para todos os efeitos práticos, o comportamento é de quem não tem nada com o assunto.
Neste particular, a impressão é de que o presidente lavou as mãos, amparado na ignorância admitida em plena campanha eleitoral. Quando confrontado, Bolsonaro e alguns de seus ministros doidivanas preferem brigar com os números. Não é à toa que o governo faz de tudo para desacreditar os respeitados institutos de pesquisa nacionais.