Parentes de piloto alagoano prestam depoimento em Aracaju

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O acidente provocou a morte do cantor e dos dois pilotos
O acidente provocou a morte do cantor e dos dois pilotos

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Publicada em 04/06/2019 às 22:45:00

 

Os pais do piloto alagoano Gabriel Abraão Farias, 27 anos, um dos mortos na queda do avião que transportava o cantor Gabriel Diniz, na semana passada, estiveram ontem em Aracaju para receber os documentos e pertences do filho, que estavam em poder da Polícia Federal. Eles compareceram ao final da manhã na sede da superintendência do órgão, no Bairro Siqueira campos (zona oeste), e prestaram depoimento ao delegado Márcio Alberto Santos Silva, responsável pelo inquérito policial instaurado para apurar o acidente. 
Antes do depoimento, os pais de Abraão estiveram no povoado Porto do Mato, em Estância, onde o acidente aconteceu. Eles conversaram com pescadores e policiais que participaram da operação de resgate dos corpos e dos destroços, com o objetivo de saber detalhes do que aconteceu. Em entrevista à TV Sergipe, o pai de Abraão, Erisvaldo Farias, disse que teve a oportunidade de agradecer pessoalmente aos moradores que se empenharam em tentar socorrer as vítimas com vida, bem como às autoridades que acompanham o caso e pela solidariedade que a família recebeu da população sergipana. 
Erisvaldo também confirmou que o filho foi contratado por Gabriel Diniz para transportá-lo entre Maceió e Salvador, recebendo uma quantia para cobrir os custos com combustível e ajudar nos gastos com a reforma do Aeroclube de Alagoas. Disse ainda que Abraão não exercia nenhum cargo de direção no aeroclube e, logo, não tinha plena autonomia para sair com as aeronaves, como chegou a ser dito na época do acidente. Outro piloto ligado à entidade, Linaldo Xavier Rodrigues, 37 anos, também morreu no acidente, além do cantor.
A PF apura uma possível infração de normas federais, pois a aeronave que caiu não tinha autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para fazer serviços de taxi-aéreo. O inquérito segue em sigilo e o Aeroclube de Alagoas teve as atividades suspensas cautelarmente, até o término das investigações. 

Os pais do piloto alagoano Gabriel Abraão Farias, 27 anos, um dos mortos na queda do avião que transportava o cantor Gabriel Diniz, na semana passada, estiveram ontem em Aracaju para receber os documentos e pertences do filho, que estavam em poder da Polícia Federal. Eles compareceram ao final da manhã na sede da superintendência do órgão, no Bairro Siqueira campos (zona oeste), e prestaram depoimento ao delegado Márcio Alberto Santos Silva, responsável pelo inquérito policial instaurado para apurar o acidente. 
Antes do depoimento, os pais de Abraão estiveram no povoado Porto do Mato, em Estância, onde o acidente aconteceu. Eles conversaram com pescadores e policiais que participaram da operação de resgate dos corpos e dos destroços, com o objetivo de saber detalhes do que aconteceu. Em entrevista à TV Sergipe, o pai de Abraão, Erisvaldo Farias, disse que teve a oportunidade de agradecer pessoalmente aos moradores que se empenharam em tentar socorrer as vítimas com vida, bem como às autoridades que acompanham o caso e pela solidariedade que a família recebeu da população sergipana. 
Erisvaldo também confirmou que o filho foi contratado por Gabriel Diniz para transportá-lo entre Maceió e Salvador, recebendo uma quantia para cobrir os custos com combustível e ajudar nos gastos com a reforma do Aeroclube de Alagoas. Disse ainda que Abraão não exercia nenhum cargo de direção no aeroclube e, logo, não tinha plena autonomia para sair com as aeronaves, como chegou a ser dito na época do acidente. Outro piloto ligado à entidade, Linaldo Xavier Rodrigues, 37 anos, também morreu no acidente, além do cantor.
A PF apura uma possível infração de normas federais, pois a aeronave que caiu não tinha autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para fazer serviços de taxi-aéreo. O inquérito segue em sigilo e o Aeroclube de Alagoas teve as atividades suspensas cautelarmente, até o término das investigações.