João Daniel lamenta desmonte da política ambiental no governo Bolsonaro

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Publicada em 05/06/2019 às 23:30:00

 

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o deputado federal João Daniel (PT/SE), em discurso na sessão da Câmara, lamentou o desmonte que vem sendo feito pelo governo Bolsonaro na política de meio ambiente. A gestão do presidente e do ministro Ricardo Salles, responsável pela pasta, foi classificada pelo parlamentar como uma ameaça à Amazônia, às comunidades tradicionais e povos indígenas e o meio ambiente em geral. "Por isso reafirmamos nosso total compromisso com a luta em defesa do meio ambiente, do respeito à vida e à natureza", acrescentou.
Segundo o deputado, o Brasil nunca esteve tão ameaçado por um governo que tem no Ministério do Meio Ambiente representante das empresas mineradoras que destroem o meio ambiente. Ele criticou o posicionamento do governo em flexibilizar a leis ambientais, punir e retaliar servidor público que fiscaliza, além da desarticulação e entrega do ICMBio nas mãos dos ruralistas do Ministério da Agricultura. "Isso é uma ameaça aos povos indígenas, às comunidades tradicionais, aos quilombolas, aos assentamentos e a todos que lutam pelo meio ambiente e em respeito à memória de Chico Mendes e de todos os que defenderam e defendem o meio-ambiente como futuro da humanidade como parte importante da vida no planeta", disse.
João Daniel registrou que o governo Bolsonaro se elegeu sem um programa ou projeto voltado para o meio ambiente. "Para o Brasil da gestão Bolsonaro, a defesa ambiental, a proteção da Amazônia, a demarcação de terras indígenas, a política climática e a própria ideia de preservação da natureza são assuntos que não fazem parte da agenda. Pelo contrário. O que vemos é o desmonte regular e sistemático da política de meio ambiente montada com muito sacrifício, negociação, esforço pelas entidades ambientais e pela sociedade", lamentou.
Sobre o ministro do Meio Ambiente, o parlamentar destacou que nesses cinco meses esse mostrou um claro alinhamento ao presidente e ao que ele deixou explícito na campanha. A desqualificação sistemática com denúncias vagas ou insinuações às instituições do Estado que têm a missão constitucional de preservar o meio ambiente ou que dão suporte técnico e científico é prática comum. "Ele entende que as organizações ambientais da sociedade são entidades ideológicas que buscam prejudicar a produção do agronegócio com denúncias sobre o uso de agrotóxico, a grilagem de terras e a perseguição de índios e quilombolas. Como se isso tudo fosse mentira".

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o deputado federal João Daniel (PT/SE), em discurso na sessão da Câmara, lamentou o desmonte que vem sendo feito pelo governo Bolsonaro na política de meio ambiente. A gestão do presidente e do ministro Ricardo Salles, responsável pela pasta, foi classificada pelo parlamentar como uma ameaça à Amazônia, às comunidades tradicionais e povos indígenas e o meio ambiente em geral. "Por isso reafirmamos nosso total compromisso com a luta em defesa do meio ambiente, do respeito à vida e à natureza", acrescentou.
Segundo o deputado, o Brasil nunca esteve tão ameaçado por um governo que tem no Ministério do Meio Ambiente representante das empresas mineradoras que destroem o meio ambiente. Ele criticou o posicionamento do governo em flexibilizar a leis ambientais, punir e retaliar servidor público que fiscaliza, além da desarticulação e entrega do ICMBio nas mãos dos ruralistas do Ministério da Agricultura. "Isso é uma ameaça aos povos indígenas, às comunidades tradicionais, aos quilombolas, aos assentamentos e a todos que lutam pelo meio ambiente e em respeito à memória de Chico Mendes e de todos os que defenderam e defendem o meio-ambiente como futuro da humanidade como parte importante da vida no planeta", disse.
João Daniel registrou que o governo Bolsonaro se elegeu sem um programa ou projeto voltado para o meio ambiente. "Para o Brasil da gestão Bolsonaro, a defesa ambiental, a proteção da Amazônia, a demarcação de terras indígenas, a política climática e a própria ideia de preservação da natureza são assuntos que não fazem parte da agenda. Pelo contrário. O que vemos é o desmonte regular e sistemático da política de meio ambiente montada com muito sacrifício, negociação, esforço pelas entidades ambientais e pela sociedade", lamentou.
Sobre o ministro do Meio Ambiente, o parlamentar destacou que nesses cinco meses esse mostrou um claro alinhamento ao presidente e ao que ele deixou explícito na campanha. A desqualificação sistemática com denúncias vagas ou insinuações às instituições do Estado que têm a missão constitucional de preservar o meio ambiente ou que dão suporte técnico e científico é prática comum. "Ele entende que as organizações ambientais da sociedade são entidades ideológicas que buscam prejudicar a produção do agronegócio com denúncias sobre o uso de agrotóxico, a grilagem de terras e a perseguição de índios e quilombolas. Como se isso tudo fosse mentira".