I Fórum Nacional da Música Nordestina foi aberto em Aracaju homenageando Jackson do Pandeiro

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Publicada em 11/06/2019 às 22:49:00

 

A abertura do I Fórum Nacional da Música Nordestina lotou o teatro Atheneu, na noite desta segunda (10), com pessoas curiosas e reconhecedoras da importância do cantor, compósitos e instrumentista Jackson do Pandeiro para a musicalidade brasileira. E quem compareceu, saiu do evento com outra impressão do artista paraibano que, no ano de seu centenário, é o grande homenageado do Encontro Nordestino de Cultura 2019, do qual o fórum é o ato inaugural.
O evento, realizado pelo Governo do Estado por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (Funcap/SE), seguiu ontem com a última noite, com as participações de Geralda Miranda, sobrinha do homenageado, e do cantor e compositor Biliu de Campina.
Na noite de abertura, o jornalista Fernando Moura, pesquisador de sua obra há 25 anos, e autor da biografia mais completa do artista, além do compositor e cantor Silvério Pessoa, Professor Doutor da Universidade Católica de Pernambuco, ajudaram o público presente a ampliar a percepção sobre o Rei do Ritmo. Eles foram os palestrantes da noite, que também contou com apresentações artísticas.
Mas antes de seus relatos, o Fórum foi aberto pela presidente da Funcap, Conceição Vieira, que destacou o entendimento do Governo do Estado para esta justa homenagem, que sai na frente, sendo uma das primeiras comemorações pelos 100 anos de Jackson do Pandeiro, dentre as que irão acontecer por todo o país.
Geralda Miranda, que será a palestrante da segunda noite do evento, na solenidade de abertura e falou do prazer de estar pela primeira vez vem à capital sergipana. "E num evento muito importante para todos os brasileiros, mas principalmente para nós da família, que está pequenininha, todo mundo já está indo, mas é com muito amor, com muita alegria eu quero agradecer ao Governo do Estado e a todos os representantes, por estar aqui com vocês e presenciar esta homenagem que, como bem dita, ele mereceu. Uma pessoa maravilhosa que fez de tudo pela música popular brasileira. Ele lutava para que a música americana não penetrasse em nosso país e tomasse conta", disse.

A abertura do I Fórum Nacional da Música Nordestina lotou o teatro Atheneu, na noite desta segunda (10), com pessoas curiosas e reconhecedoras da importância do cantor, compósitos e instrumentista Jackson do Pandeiro para a musicalidade brasileira. E quem compareceu, saiu do evento com outra impressão do artista paraibano que, no ano de seu centenário, é o grande homenageado do Encontro Nordestino de Cultura 2019, do qual o fórum é o ato inaugural.
O evento, realizado pelo Governo do Estado por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (Funcap/SE), seguiu ontem com a última noite, com as participações de Geralda Miranda, sobrinha do homenageado, e do cantor e compositor Biliu de Campina.
Na noite de abertura, o jornalista Fernando Moura, pesquisador de sua obra há 25 anos, e autor da biografia mais completa do artista, além do compositor e cantor Silvério Pessoa, Professor Doutor da Universidade Católica de Pernambuco, ajudaram o público presente a ampliar a percepção sobre o Rei do Ritmo. Eles foram os palestrantes da noite, que também contou com apresentações artísticas.
Mas antes de seus relatos, o Fórum foi aberto pela presidente da Funcap, Conceição Vieira, que destacou o entendimento do Governo do Estado para esta justa homenagem, que sai na frente, sendo uma das primeiras comemorações pelos 100 anos de Jackson do Pandeiro, dentre as que irão acontecer por todo o país.
Geralda Miranda, que será a palestrante da segunda noite do evento, na solenidade de abertura e falou do prazer de estar pela primeira vez vem à capital sergipana. "E num evento muito importante para todos os brasileiros, mas principalmente para nós da família, que está pequenininha, todo mundo já está indo, mas é com muito amor, com muita alegria eu quero agradecer ao Governo do Estado e a todos os representantes, por estar aqui com vocês e presenciar esta homenagem que, como bem dita, ele mereceu. Uma pessoa maravilhosa que fez de tudo pela música popular brasileira. Ele lutava para que a música americana não penetrasse em nosso país e tomasse conta", disse.