Sindicatos e centrais preparam greve geral na sexta-feira

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Publicada em 11/06/2019 às 23:02:00

 

Contra o projeto de reforma da previdência, centrais sindicais, associações de trabalhadores, centros acadêmicos, grêmios estudantis e comunidades religiosas se preparam para realizar na próxima sexta-feira, 14, a primeira greve geral e unificada do Brasil no governo Jair Bolsonaro. Entre as classes trabalhadoras que já anunciaram adesão à suspensão das atividades estão motoristas e cobradores de ônibus coletivos, bancários e professores. Na pauta da greve também entram o corte bilionário de recursos destinados à educação pública, a manutenção das taxas de impostos e a garantia de não realização de concursos públicos e reajuste salarial de servidores federais até o ano de 2021.
De forma oficial, em Sergipe, todos os sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), à União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), CSP/Conlutas e movimentos sociais reunidos da Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo participam da construção da Greve Geral. Na capital sergipana, Aracaju, os atos públicos serão realizados desde a madrugada e também no turno da manhã. Já no período da tarde, a partir das 15h, haverá concentração de militantes na tradicional Praça General Valadão, centro da cidade, de onde o grupo sai em caminhada com destino ainda não definido, ou oficialmente revelado pela coordenação.
De acordo com o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), professor Dudu, é preciso relembrar as pessoas das promessas as quais foram apresentadas pelo Governo Federal, ainda na administração do ex-presidente Michel Temer (MDB), durante o processo de discussão e votação da reforma trabalhista. Na concepção do sindicalista, a situação é semelhante a vivenciada em 2017, porém, agora, com novas autoridades protagonizando o debate no congresso. Assim como ocorreu nos dias 1º e 15 de maio - quando milhões de pessoas foram às ruas pressionar o Governo Bolsonaro -, os grevistas devem aproveitar a oportunidade para protestar contra deputados e senadores os quais apresentam tendências para votar à favor da reforma previdenciária.
 "Nós vivenciamos uma situação realmente bem semelhante, e, apesar de ter algumas figuras novas em mais uma armadilha contra o cidadão trabalhador, temos também aqueles que perceberam nas urnas que não seguir com o interesse dos sergipanos - sejam eles estudantes ou trabalhadores profissionais -, não trata-se de uma medida inteligente." Questionado pelo JORNAL DO DIA sobre os nomes desses políticos com mandato em Brasília, ou representantes sergipanos que possuem cargo de gestão federal, Dudu garantiu que o nome de cada um, bem como o perfil e as recentes ações políticas dessas pessoas serão divulgadas com intensidade durante todo o dia da Greve Geral.
 "Vamos a mais essa oportunidade mostrar para esses traidores das classes trabalhadoras que nós não nos vendemos, muito menos iremos nos render. Estamos diante de um governo que menospreza o desejo da população, realiza mudanças sem que haja diálogo participativo, e, no maior cinismo, ainda provoca aqueles que vão às ruas para serem ouvidos. Essa será uma grande Greve Geral, unificada em todo o país, para assim, quem sabe, Bolsonaro e sua trupe mudem de postura", declarou o presidente da CUT Sergipe que concluiu dizendo: "caso contrário o segundo semestre desse ano, já repleto de retrocessos, será marcado por novos atos públicos."

Contra o projeto de reforma da previdência, centrais sindicais, associações de trabalhadores, centros acadêmicos, grêmios estudantis e comunidades religiosas se preparam para realizar na próxima sexta-feira, 14, a primeira greve geral e unificada do Brasil no governo Jair Bolsonaro. Entre as classes trabalhadoras que já anunciaram adesão à suspensão das atividades estão motoristas e cobradores de ônibus coletivos, bancários e professores. Na pauta da greve também entram o corte bilionário de recursos destinados à educação pública, a manutenção das taxas de impostos e a garantia de não realização de concursos públicos e reajuste salarial de servidores federais até o ano de 2021.
De forma oficial, em Sergipe, todos os sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), à União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), CSP/Conlutas e movimentos sociais reunidos da Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo participam da construção da Greve Geral. Na capital sergipana, Aracaju, os atos públicos serão realizados desde a madrugada e também no turno da manhã. Já no período da tarde, a partir das 15h, haverá concentração de militantes na tradicional Praça General Valadão, centro da cidade, de onde o grupo sai em caminhada com destino ainda não definido, ou oficialmente revelado pela coordenação.
De acordo com o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), professor Dudu, é preciso relembrar as pessoas das promessas as quais foram apresentadas pelo Governo Federal, ainda na administração do ex-presidente Michel Temer (MDB), durante o processo de discussão e votação da reforma trabalhista. Na concepção do sindicalista, a situação é semelhante a vivenciada em 2017, porém, agora, com novas autoridades protagonizando o debate no congresso. Assim como ocorreu nos dias 1º e 15 de maio - quando milhões de pessoas foram às ruas pressionar o Governo Bolsonaro -, os grevistas devem aproveitar a oportunidade para protestar contra deputados e senadores os quais apresentam tendências para votar à favor da reforma previdenciária.
 "Nós vivenciamos uma situação realmente bem semelhante, e, apesar de ter algumas figuras novas em mais uma armadilha contra o cidadão trabalhador, temos também aqueles que perceberam nas urnas que não seguir com o interesse dos sergipanos - sejam eles estudantes ou trabalhadores profissionais -, não trata-se de uma medida inteligente." Questionado pelo JORNAL DO DIA sobre os nomes desses políticos com mandato em Brasília, ou representantes sergipanos que possuem cargo de gestão federal, Dudu garantiu que o nome de cada um, bem como o perfil e as recentes ações políticas dessas pessoas serão divulgadas com intensidade durante todo o dia da Greve Geral.
 "Vamos a mais essa oportunidade mostrar para esses traidores das classes trabalhadoras que nós não nos vendemos, muito menos iremos nos render. Estamos diante de um governo que menospreza o desejo da população, realiza mudanças sem que haja diálogo participativo, e, no maior cinismo, ainda provoca aqueles que vão às ruas para serem ouvidos. Essa será uma grande Greve Geral, unificada em todo o país, para assim, quem sabe, Bolsonaro e sua trupe mudem de postura", declarou o presidente da CUT Sergipe que concluiu dizendo: "caso contrário o segundo semestre desse ano, já repleto de retrocessos, será marcado por novos atos públicos."