O DESAFIO DE VIVER EM SOCIEDADE

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Publicada em 13/06/2019 às 08:42:00

 

* Rômulo Rodrigues
O viver coletivo é um grande desafio de viver em sociedade e o que alimenta este viver são as contradições que se apresentam constantemente entre os componentes de cada grupo social e que os fazem avançar e ou retroceder.
A cada conflito de visão ou de interesse aparece uma realidade que se impõe e que os leigos, como eu, dizem: para cada caso existem três verdades: 1) a verdade de um; 2) a verdade de outro e 3); a verdadeira.
Já os dotados de sabedoria dizem: 1) existe a tese; 2) existe a antítese e 3); existe a síntese. Já, os de notório saber jurídico dizem: a sobre valência da sábia decisão, vem após a exposição do contraditório.
O Brasil está vivenciando um período de retrocesso nunca visto em razão de suas elites e dos que pensam ser elites não aceitarem viver com suas contradições e optarem pelo caminho mais fácil de rasgar o pacto de convivência, tentando impor suas verdades renegando as sínteses dos conflitos e decretando a inexistência do contraditório.
Estas elites do atraso adotaram como verdade absoluta a Falácia da Composição, que ocorre sempre que se admite que aquilo que é verdade para uma parte de um grupo, então, também é verdade para todo o conjunto do grupo.
Foi dentro dessa abrangência de raciocínio que as verdades do Partido da Justiça, do Partido Moderador e do Partido Midiático criaram Leis que não estavam contempladas no Tratado de leis Maior: a Constituição Federal.
Como o uso do cachimbo deixa a boca torta, podemos acreditar que a do Sistema Globo está entortando, e não precisa ir tão longe.
Quando o Governo lula começou a mostrar as transformações estruturantes no Brasil e o País entrou no seleto time do G7+1, o Mercado mostrou suas garras e botou o Partido Midiático para agir.
Foi daí que o deputado Federal Roberto Jeferson simulou uma propina de R$ 2 mil, através de um seu aliado nos Correios, como grande ato de corrupção, e criou o neologismo Mensalão, como ponto de partida para o Capitão do Mato aparecer como astro midiático e aplicar a Lei do Domínio do Fato, que implicava em o Presidente da República ter por obrigação de saber de qualquer deslize de conduta de qualquer funcionário de toda a estrutura de 37 ministérios e mais de 100 autarquias e empresas estatais e responder por eles.
Causa estranheza que a mesma lógica não seja sequer ventilada quando se trata do caso do repórter Mauro Naves e seu envolvimento com os advogados, alguns seus sócios, envolvidos no caso em que Neymar é acusado de estupro.
As notícias da blogosfera dão conta que há anos o repórter tem vínculos associativos com os personagens e a Globo o afastou das funções, como se nada soubesse, ignorando que foi a massificadora da Teoria do Domínio do Fato, quando foi para destruir reputações de petistas.
Para refrescar as ideias dos cretinos é só lembrar o que diz a Lei do Retorno: "tudo o que dizemos e fazemos determina o que nos acontecerá no futuro. Quer sejamos honestos, desonestos, ajudemos ou ferimos os outros, tudo isso é registrado e se manifesta como uma reação Kármica, seja nesta vida ou em outra vida futura. Todos os registros kármicos são levados com a alma para a próxima vida e corpo".
Em 17 de março de 2014, uma equipe da Polícia Federal fez uma batida em uma casa de câmbio em um posto de gasolina no Distrito Federal, dando origem à Operação Lava Jato.
Conforme noticiário da época, o foco era pegar o doleiro Albert Youssef, conhecido desde os tempos do escândalo das contas CC-5, do Banestado, conhecidíssimo de Sergio Moro.
Acontece que, na sequencia do desenrolar da investigação, apareceu o nome de Paulo Roberto Costa, que havia feito "rolo" de dólares com o investigado.
Mesmo sabendo que ele já havia sido demitido da Petrobras, por ordem de Dilma, Moro foi orientado a montar a quadrilha de Curitiba para destruir a estatal e construir a derrubada de Dilma, prender Lula e acabar com a soberania nacional, fazendo da Lava Jato o monstro da destruição da economia do País e da sua Democracia.
De tão confiantes, com Supremo, com mídia, com Forças Armadas, com tudo, por falta de alternativa, foram obrigados a recorrer ao "só tem tu, vai tu mesmo e elegeram esta Coisa como presidente da República".
Subordinado aos interesses dos Estados Unidos e Israel, chefe de milícia, corrupto de muito tempo, sem nenhum preparo intelectual, o antigo Tenente, reformado como Capitão para não ser expulso do Exército, agora está preste a ser descartado junto com os cúmplices do complô que o elegeu.
Ironia do destino, ou das Leis fora da Constituição, o batedor de continência para a Bandeira dos EUA e homofóbico juramentado, vê seu mundo desabando pela coragem e competência de um jornalista americano e homossexual.
Vade Retro Satanás e leve a gangue da Lava Jato para os quintos dos infernos.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

O viver coletivo é um grande desafio de viver em sociedade e o que alimenta este viver são as contradições que se apresentam constantemente entre os componentes de cada grupo social e que os fazem avançar e ou retroceder.
A cada conflito de visão ou de interesse aparece uma realidade que se impõe e que os leigos, como eu, dizem: para cada caso existem três verdades: 1) a verdade de um; 2) a verdade de outro e 3); a verdadeira.
Já os dotados de sabedoria dizem: 1) existe a tese; 2) existe a antítese e 3); existe a síntese. Já, os de notório saber jurídico dizem: a sobre valência da sábia decisão, vem após a exposição do contraditório.
O Brasil está vivenciando um período de retrocesso nunca visto em razão de suas elites e dos que pensam ser elites não aceitarem viver com suas contradições e optarem pelo caminho mais fácil de rasgar o pacto de convivência, tentando impor suas verdades renegando as sínteses dos conflitos e decretando a inexistência do contraditório.
Estas elites do atraso adotaram como verdade absoluta a Falácia da Composição, que ocorre sempre que se admite que aquilo que é verdade para uma parte de um grupo, então, também é verdade para todo o conjunto do grupo.
Foi dentro dessa abrangência de raciocínio que as verdades do Partido da Justiça, do Partido Moderador e do Partido Midiático criaram Leis que não estavam contempladas no Tratado de leis Maior: a Constituição Federal.
Como o uso do cachimbo deixa a boca torta, podemos acreditar que a do Sistema Globo está entortando, e não precisa ir tão longe.
Quando o Governo lula começou a mostrar as transformações estruturantes no Brasil e o País entrou no seleto time do G7+1, o Mercado mostrou suas garras e botou o Partido Midiático para agir.
Foi daí que o deputado Federal Roberto Jeferson simulou uma propina de R$ 2 mil, através de um seu aliado nos Correios, como grande ato de corrupção, e criou o neologismo Mensalão, como ponto de partida para o Capitão do Mato aparecer como astro midiático e aplicar a Lei do Domínio do Fato, que implicava em o Presidente da República ter por obrigação de saber de qualquer deslize de conduta de qualquer funcionário de toda a estrutura de 37 ministérios e mais de 100 autarquias e empresas estatais e responder por eles.
Causa estranheza que a mesma lógica não seja sequer ventilada quando se trata do caso do repórter Mauro Naves e seu envolvimento com os advogados, alguns seus sócios, envolvidos no caso em que Neymar é acusado de estupro.
As notícias da blogosfera dão conta que há anos o repórter tem vínculos associativos com os personagens e a Globo o afastou das funções, como se nada soubesse, ignorando que foi a massificadora da Teoria do Domínio do Fato, quando foi para destruir reputações de petistas.
Para refrescar as ideias dos cretinos é só lembrar o que diz a Lei do Retorno: "tudo o que dizemos e fazemos determina o que nos acontecerá no futuro. Quer sejamos honestos, desonestos, ajudemos ou ferimos os outros, tudo isso é registrado e se manifesta como uma reação Kármica, seja nesta vida ou em outra vida futura. Todos os registros kármicos são levados com a alma para a próxima vida e corpo".
Em 17 de março de 2014, uma equipe da Polícia Federal fez uma batida em uma casa de câmbio em um posto de gasolina no Distrito Federal, dando origem à Operação Lava Jato.
Conforme noticiário da época, o foco era pegar o doleiro Albert Youssef, conhecido desde os tempos do escândalo das contas CC-5, do Banestado, conhecidíssimo de Sergio Moro.
Acontece que, na sequencia do desenrolar da investigação, apareceu o nome de Paulo Roberto Costa, que havia feito "rolo" de dólares com o investigado.
Mesmo sabendo que ele já havia sido demitido da Petrobras, por ordem de Dilma, Moro foi orientado a montar a quadrilha de Curitiba para destruir a estatal e construir a derrubada de Dilma, prender Lula e acabar com a soberania nacional, fazendo da Lava Jato o monstro da destruição da economia do País e da sua Democracia.
De tão confiantes, com Supremo, com mídia, com Forças Armadas, com tudo, por falta de alternativa, foram obrigados a recorrer ao "só tem tu, vai tu mesmo e elegeram esta Coisa como presidente da República".
Subordinado aos interesses dos Estados Unidos e Israel, chefe de milícia, corrupto de muito tempo, sem nenhum preparo intelectual, o antigo Tenente, reformado como Capitão para não ser expulso do Exército, agora está preste a ser descartado junto com os cúmplices do complô que o elegeu.
Ironia do destino, ou das Leis fora da Constituição, o batedor de continência para a Bandeira dos EUA e homofóbico juramentado, vê seu mundo desabando pela coragem e competência de um jornalista americano e homossexual.
Vade Retro Satanás e leve a gangue da Lava Jato para os quintos dos infernos.

* Rômulo Rodrigues é militante político