Vazamento de óleo de poço da Petrobrás volta a atingir riacho

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
MAIS UMA VEZ ADEMA É ACIONADA PARA CONTER VAZAMENTO DE ÓLEO DE POÇO DA PETROBRAS EM ÁREA AMBIENTAL DE RIACHUELO
MAIS UMA VEZ ADEMA É ACIONADA PARA CONTER VAZAMENTO DE ÓLEO DE POÇO DA PETROBRAS EM ÁREA AMBIENTAL DE RIACHUELO

O vazamento voltou a atingir córrego em Riachuelo
O vazamento voltou a atingir córrego em Riachuelo

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 13/06/2019 às 09:05:00

 

Milton Alves Júnior
Desde a manhã da última terça-feira, 11, resíduos de óleo oriundos de atividades da Petrobras no município sergipano de Riachuelo, tem prejudicado o meio ambiente conforme já avaliado por técnicos da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema). De acordo com o órgão estadual de monitoramento e preservação do meio ambiente, foi constatado um vazamento em representativa escala em linha de teste que liga o satélite RO 344 ao satélite RO 248. Em menos de 24 horas o material danoso à fauna e flora chegou a um córrego e segue sendo espalhado. Na perspectiva de minimizar os efeitos negativos, 44 profissionais foram escalados e encaminhados para o local.
Quanto ao sistema operacional, três caminhões a vácuo foram enviados para ajudar na construção de cinco barreiras naturais, e mais três barreiras de contenção de hidrocarbonetos. Ainda estão à disposição dos técnicos cinco caixas coletoras, um caminhão poliguindaste, uma retroescavadeira e um trator. Esse trabalho, conforme enaltecido pelo Governo do Estado de Sergipe, conta ainda com funcionários de empresas terceirizadas responsáveis por promover a limpeza imediata da região. Segundo o diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, paralelo a quantidade vazada, uma calha contribuiu para que o óleo chegasse até o córrego. O gestor falou ainda sobre a suspensão imediata na produção da Petrobras.
 "Pelo que percebemos, desde a constatação das manchas e da confirmação do problema, estamos enfrentando dificuldades de drenagem do óleo sobrenadante, por dificuldade de acesso ao local. Já na primeira visita foi possível se deparar com descarga de emulsão oleosa deslocando em vários bueiros, área de canavial, e, por este motivo, acionar a Petrobras para que as válvulas fossem fechadas e tivesse início ao processo de drenagem do produto" declarou. A fim de monitorar o encaminhamento da limpeza, a Administração Estadual do Meio Ambiente informou que segue acompanhando o caso por tempo indeterminado. Não houve pronunciamento sobre possíveis multas ambientais contra a Petrobras.
No início da tarde de ontem, por meio de nota, a empresa estatal confirmou que por volta das: "10h45, identificou o vazamento de cerca de 0,6 m3 de emulsão oleosa no campo de Riachuelo (SE), ocasionado por um furo em duto de produção. A operação do poço foi suspensa de imediato e equipes de contenção foram acionadas para limpeza da área. Os órgãos reguladores foram comunicados."

Milton Alves Júnior

Desde a manhã da última terça-feira, 11, resíduos de óleo oriundos de atividades da Petrobras no município sergipano de Riachuelo, tem prejudicado o meio ambiente conforme já avaliado por técnicos da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema). De acordo com o órgão estadual de monitoramento e preservação do meio ambiente, foi constatado um vazamento em representativa escala em linha de teste que liga o satélite RO 344 ao satélite RO 248. Em menos de 24 horas o material danoso à fauna e flora chegou a um córrego e segue sendo espalhado. Na perspectiva de minimizar os efeitos negativos, 44 profissionais foram escalados e encaminhados para o local.
Quanto ao sistema operacional, três caminhões a vácuo foram enviados para ajudar na construção de cinco barreiras naturais, e mais três barreiras de contenção de hidrocarbonetos. Ainda estão à disposição dos técnicos cinco caixas coletoras, um caminhão poliguindaste, uma retroescavadeira e um trator. Esse trabalho, conforme enaltecido pelo Governo do Estado de Sergipe, conta ainda com funcionários de empresas terceirizadas responsáveis por promover a limpeza imediata da região. Segundo o diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, paralelo a quantidade vazada, uma calha contribuiu para que o óleo chegasse até o córrego. O gestor falou ainda sobre a suspensão imediata na produção da Petrobras.
 "Pelo que percebemos, desde a constatação das manchas e da confirmação do problema, estamos enfrentando dificuldades de drenagem do óleo sobrenadante, por dificuldade de acesso ao local. Já na primeira visita foi possível se deparar com descarga de emulsão oleosa deslocando em vários bueiros, área de canavial, e, por este motivo, acionar a Petrobras para que as válvulas fossem fechadas e tivesse início ao processo de drenagem do produto" declarou. A fim de monitorar o encaminhamento da limpeza, a Administração Estadual do Meio Ambiente informou que segue acompanhando o caso por tempo indeterminado. Não houve pronunciamento sobre possíveis multas ambientais contra a Petrobras.
No início da tarde de ontem, por meio de nota, a empresa estatal confirmou que por volta das: "10h45, identificou o vazamento de cerca de 0,6 m3 de emulsão oleosa no campo de Riachuelo (SE), ocasionado por um furo em duto de produção. A operação do poço foi suspensa de imediato e equipes de contenção foram acionadas para limpeza da área. Os órgãos reguladores foram comunicados."