Sem politicagem

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Publicada em 13/06/2019 às 23:06:00

 

Última sexta-feira, movido por jus-
ta indignação, um cadeirante re
clamava condições adequadas de acessibilidade no transporte público de Aracaju, quando foi abordado pela despreparada Guarda Municipal da capital sergipana. Bate boca. Confusão. O cidadão foi algemado.
O episódio, em si, é revoltante. Nada justifica o excesso no trato com um cidadão em pleno gozo de seus direitos. O viés político que alguns pretendem atribuir ao incidente, no entanto, não possui qualquer amparo no comportamento do prefeito Edvaldo Nogueira. Longe de fazer vista grossa, ele foi o primeiro a cobrar a instauração de um inquérito com o fim de apurar e punir exemplarmente o ocorrido. 
De fato, para grande parte da população de Aracaju, a acessibilidade é problema enfrentado todos os dias. Faça chuva, faça sol, ônibus atrasam, o trânsito estrangula, as ciclovias não bastam. Mas admitir eventuais deficiências na aplicação das políticas públicas sob a responsabilidade da Prefeitura é diferente de fazer politicagem. Apesar de limitada pelo exercício de conciliação próprio da boa política, a agenda de Edvaldo é pautada pelos valores mais caros a uma noção abrangente de cidadania. 
Senão, vejamos. Além de prestar assistência ao cadeirante através da Assistência Social, uma das primeiras medidas foi a apuração através de Procedimento Investigativo Disciplinar (PID) e o afastamento dos guardas envolvidos no caso. Enquanto o processo estiver em andamento, eles ficarão restritos aos serviços administrativos. Pode parecer pouco mas, respeitados os limites institucionais, isso é tudo o que pode ser feito.

Última sexta-feira, movido por jus- ta indignação, um cadeirante re clamava condições adequadas de acessibilidade no transporte público de Aracaju, quando foi abordado pela despreparada Guarda Municipal da capital sergipana. Bate boca. Confusão. O cidadão foi algemado.
O episódio, em si, é revoltante. Nada justifica o excesso no trato com um cidadão em pleno gozo de seus direitos. O viés político que alguns pretendem atribuir ao incidente, no entanto, não possui qualquer amparo no comportamento do prefeito Edvaldo Nogueira. Longe de fazer vista grossa, ele foi o primeiro a cobrar a instauração de um inquérito com o fim de apurar e punir exemplarmente o ocorrido. 
De fato, para grande parte da população de Aracaju, a acessibilidade é problema enfrentado todos os dias. Faça chuva, faça sol, ônibus atrasam, o trânsito estrangula, as ciclovias não bastam. Mas admitir eventuais deficiências na aplicação das políticas públicas sob a responsabilidade da Prefeitura é diferente de fazer politicagem. Apesar de limitada pelo exercício de conciliação próprio da boa política, a agenda de Edvaldo é pautada pelos valores mais caros a uma noção abrangente de cidadania. 
Senão, vejamos. Além de prestar assistência ao cadeirante através da Assistência Social, uma das primeiras medidas foi a apuração através de Procedimento Investigativo Disciplinar (PID) e o afastamento dos guardas envolvidos no caso. Enquanto o processo estiver em andamento, eles ficarão restritos aos serviços administrativos. Pode parecer pouco mas, respeitados os limites institucionais, isso é tudo o que pode ser feito.