UGT/SE avalia que a greve geral será um marco na luta em defesa da aposentadoria

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Ronildo Almeida, presidente da UGT
Ronildo Almeida, presidente da UGT

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Publicada em 13/06/2019 às 23:37:00

 

A União Geral dos Trabalhadores em Sergipe (UGT/SE) acredita que a greve geral marcada para essa sexta-feira será um marco na resistência contra a reforma da Previdência e os cortes na Educação impostos pelo Governo de Jair Bolsonaro, além de fortalecer a luta em defesa dos direitos trabalhistas e sociais.  Segundo Ronildo Almeida, presidente da UGT/SE, é possível perceber um crescente sentimento de indignação contra os retrocessos impostos pelo atual governo. 
"Estamos participando da construção da greve geral com as demais centrais sindicais e os movimentos sociais e estudantis e podemos perceber a profunda indignação dos trabalhadores contra o massacre e a retirada de direitos, conquistados em anos de luta. A greve geral dará um recado às forças conservadores de que não aceitaremos esse retrocesso, esse completo desmonte do país. Não aceitaremos o fim da nossa aposentadoria, os cortes na Educação, a retirada de direitos. A classe trabalhadora vai resistir", garante Ronildo Almeida. 
Em Aracaju, vários protestos serão realizados a partir da madrugada e também no turno da manhã. À tarde, a partir das 15h, haverá ato na Praça General Valadão. Em Sergipe, inclusive, o TRT (Tribunal Regional do Trabalho de Sergipe) proferiu decisão reconhecendo a legalidade da greve geral deflagrada pelas centrais sindicais e autorizou a paralisação da maior parte do efetivo do transporte coletivo de Aracaju.

A União Geral dos Trabalhadores em Sergipe (UGT/SE) acredita que a greve geral marcada para essa sexta-feira será um marco na resistência contra a reforma da Previdência e os cortes na Educação impostos pelo Governo de Jair Bolsonaro, além de fortalecer a luta em defesa dos direitos trabalhistas e sociais.  Segundo Ronildo Almeida, presidente da UGT/SE, é possível perceber um crescente sentimento de indignação contra os retrocessos impostos pelo atual governo. 
"Estamos participando da construção da greve geral com as demais centrais sindicais e os movimentos sociais e estudantis e podemos perceber a profunda indignação dos trabalhadores contra o massacre e a retirada de direitos, conquistados em anos de luta. A greve geral dará um recado às forças conservadores de que não aceitaremos esse retrocesso, esse completo desmonte do país. Não aceitaremos o fim da nossa aposentadoria, os cortes na Educação, a retirada de direitos. A classe trabalhadora vai resistir", garante Ronildo Almeida. 
Em Aracaju, vários protestos serão realizados a partir da madrugada e também no turno da manhã. À tarde, a partir das 15h, haverá ato na Praça General Valadão. Em Sergipe, inclusive, o TRT (Tribunal Regional do Trabalho de Sergipe) proferiu decisão reconhecendo a legalidade da greve geral deflagrada pelas centrais sindicais e autorizou a paralisação da maior parte do efetivo do transporte coletivo de Aracaju.