Greve geral

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 14/06/2019 às 22:39:00

 

Bastaram seis meses de governo 
Bolsonaro para as ruas do País 
servirem de palco a todo tipo de protestos. No mais recente, uma Greve Geral convocado pelas centrais sindicais, com a adesão de estudantes e movimentos sociais, realizado ontem, cerca de 45 milhões de trabalhadores cruzaram os braços.
O protesto foi motivado pelo pacote de maldades apresentado pelo Governo Federal sob a forma de uma controversa reforma previdenciária. A Greve Geral mobilizou a população em todos em todos os estados brasileiros e mais de 300 cidades do País.
O levantamento é da Central Única dos Trabalhadores, mas nem por isso merece o pé atrás de infundada desconfiança. Para que se tenha ideia do êxito alcançado pelos grevistas, basta observar a repercussão do movimento no transporte público, indispensável ao deslocamento entre casa e trabalho em todas as cidades de grande e médio porte. Das 27 capitais, 19 tiveram o sistema de ônibus afetado pela mobilização. Outras oito não tiveram interrupção no transporte coletivo por ônibus, mas registraram bloqueios de ruas ou estradas por manifestantes. Em diversas cidades, o funcionamento regular do metrô também foi afetado.
Atos como o de ontem demonstram que o sindicalismo nacional ainda tem força. Associadas aos partidos à esquerda do espectro político, as organizações de trabalhadores sempre serviram de instrumento para a conquista de direitos e a promoção de consciência de classe e política. Felizmente, pelo bem da Democracia brasileira, apesar de retrocessos pontuais, ainda é assim.

Bastaram seis meses de governo  Bolsonaro para as ruas do País  servirem de palco a todo tipo de protestos. No mais recente, uma Greve Geral convocado pelas centrais sindicais, com a adesão de estudantes e movimentos sociais, realizado ontem, cerca de 45 milhões de trabalhadores cruzaram os braços.
O protesto foi motivado pelo pacote de maldades apresentado pelo Governo Federal sob a forma de uma controversa reforma previdenciária. A Greve Geral mobilizou a população em todos em todos os estados brasileiros e mais de 300 cidades do País.
O levantamento é da Central Única dos Trabalhadores, mas nem por isso merece o pé atrás de infundada desconfiança. Para que se tenha ideia do êxito alcançado pelos grevistas, basta observar a repercussão do movimento no transporte público, indispensável ao deslocamento entre casa e trabalho em todas as cidades de grande e médio porte. Das 27 capitais, 19 tiveram o sistema de ônibus afetado pela mobilização. Outras oito não tiveram interrupção no transporte coletivo por ônibus, mas registraram bloqueios de ruas ou estradas por manifestantes. Em diversas cidades, o funcionamento regular do metrô também foi afetado.
Atos como o de ontem demonstram que o sindicalismo nacional ainda tem força. Associadas aos partidos à esquerda do espectro político, as organizações de trabalhadores sempre serviram de instrumento para a conquista de direitos e a promoção de consciência de classe e política. Felizmente, pelo bem da Democracia brasileira, apesar de retrocessos pontuais, ainda é assim.