Mobilização começou na noite anterior

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Polícia reprime manifestação na frente da garagem da empresa Progresso
Polícia reprime manifestação na frente da garagem da empresa Progresso

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Publicada em 14/06/2019 às 23:14:00

 

Mobilizados desde a noite da última quinta-feira, estudantes, trabalhadores e membros de movimentos sociais deram início ainda na madrugada de ontem à série de manifestações alusivas à Greve Geral que parou por 24 horas inúmeros serviços públicos e particulares no Brasil. Com atos registrados em todos os Estados, além do Distrito Federal - capital do país -, a ação democrática ocorreu diante da insatisfação popular contra o Governo Federal que segue defendendo a reforma da previdência. Esta mudança é apresentada pelo próprio presidente da república, Jair Messias Bolsonaro, como a medida principal de sua gestão neste primeiro semestre de mandato.
Em Sergipe todos os sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), à União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), CSP/Conlutas e movimentos sociais reunidos da Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo participam da construção da Greve Geral. Uma composição unificada que apresentou críticas também contra o corte de verbas junto à educação pública - orçado em 7,2 bilhões de reais -; corte de concursos públicos e reajustes salariais para servidores federais atí 2021; cortes de programas sociais; fechamento de agências bancárias; bem como manutenção das taxas de inflação e ausência da autocrírtica contra o vazamento de mensagens do ministro Sérgio Moro, e o caso envolvendo Fabrício Queiroz.
Esta última crítica trata-se do 'Caso Queiroz'. Uma crise política que foi deflagrada em 6 de dezembro de 2018, data em que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) divulgou relatório apontando movimentações atípicas no valor de R$1.236.838,00 entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 em uma conta bancária de titularidade de Fabrício José Carlos Queiroz, policial militar e ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, filho do Presidente Jair Bolsonaro, senador eleito e então deputado estadual. Na época das movimentações, Queiroz exercia as funções de motorista e segurança do político. Para o estudante de medicina Eduardo Gonçalves, o presidente se contradiz ideologicamente.
Atos - Entre as 0h e 8h foram registradas manifestações em frente às garagens dos ônibus coletivos que circulam na região metropolitana; na ponte que interliga a zona Norte de Aracaju ao município de Nossa Senhora do Socorro; na ponte Aracaju - Barra dos Coqueiros; nas rodovias federais BRs 235 e 101, e estaduais SE 270; em frente ao Palácio Governador Augusto Franco - sede do Governo do Estado de Sergipe; em portas de unidades escolares, Correios e agências bancárias. A Avenida Melício Machado, que dá acesso à região Sul do Estado, era a única via livre e sem registro de manifestações durante toda a manhã de ontem.
Também nas primeiras horas a Rodovia do Alto Sertão foi fechada entre os municípios de Monte Alegre e Nossa Senhora da Glória. O grupo de manifestantes ateou fogo e impediu a passagem dos veículos. O local só foi liberado por volta das 9h, quando o grupo saiu em caminhada para a sede de Monte Alegre. (MAJ)

Mobilizados desde a noite da última quinta-feira, estudantes, trabalhadores e membros de movimentos sociais deram início ainda na madrugada de ontem à série de manifestações alusivas à Greve Geral que parou por 24 horas inúmeros serviços públicos e particulares no Brasil. Com atos registrados em todos os Estados, além do Distrito Federal - capital do país -, a ação democrática ocorreu diante da insatisfação popular contra o Governo Federal que segue defendendo a reforma da previdência. Esta mudança é apresentada pelo próprio presidente da república, Jair Messias Bolsonaro, como a medida principal de sua gestão neste primeiro semestre de mandato.
Em Sergipe todos os sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), à União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), CSP/Conlutas e movimentos sociais reunidos da Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo participam da construção da Greve Geral. Uma composição unificada que apresentou críticas também contra o corte de verbas junto à educação pública - orçado em 7,2 bilhões de reais -; corte de concursos públicos e reajustes salariais para servidores federais atí 2021; cortes de programas sociais; fechamento de agências bancárias; bem como manutenção das taxas de inflação e ausência da autocrírtica contra o vazamento de mensagens do ministro Sérgio Moro, e o caso envolvendo Fabrício Queiroz.
Esta última crítica trata-se do 'Caso Queiroz'. Uma crise política que foi deflagrada em 6 de dezembro de 2018, data em que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) divulgou relatório apontando movimentações atípicas no valor de R$1.236.838,00 entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 em uma conta bancária de titularidade de Fabrício José Carlos Queiroz, policial militar e ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, filho do Presidente Jair Bolsonaro, senador eleito e então deputado estadual. Na época das movimentações, Queiroz exercia as funções de motorista e segurança do político. Para o estudante de medicina Eduardo Gonçalves, o presidente se contradiz ideologicamente.

Atos - Entre as 0h e 8h foram registradas manifestações em frente às garagens dos ônibus coletivos que circulam na região metropolitana; na ponte que interliga a zona Norte de Aracaju ao município de Nossa Senhora do Socorro; na ponte Aracaju - Barra dos Coqueiros; nas rodovias federais BRs 235 e 101, e estaduais SE 270; em frente ao Palácio Governador Augusto Franco - sede do Governo do Estado de Sergipe; em portas de unidades escolares, Correios e agências bancárias. A Avenida Melício Machado, que dá acesso à região Sul do Estado, era a única via livre e sem registro de manifestações durante toda a manhã de ontem.
Também nas primeiras horas a Rodovia do Alto Sertão foi fechada entre os municípios de Monte Alegre e Nossa Senhora da Glória. O grupo de manifestantes ateou fogo e impediu a passagem dos veículos. O local só foi liberado por volta das 9h, quando o grupo saiu em caminhada para a sede de Monte Alegre. (MAJ)