Mais um preso da \'Xeque-Mate\' é solto por habeas-corpus

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A Justiça concedeu liberdade provisória a mais um dos investigados da 'Operação Xeque-Mate no Sertão', que apura desvios de recursos na Prefeitura de Carira (Sertão). Na tarde deste domingo, o empresário Robson Lopes de Oliveira deixou o Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no Santa Maria (zona sul de Aracaju), onde estava preso desde a segunda-feira passada. 
Segundo o advogado Glover Castro, responsável pela defesa, um habeas-corpus em seu favor foi concedido na última sexta-feira pelo desembargador Edson Ulisses de Melo, do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), mas só foi cumprido depois, por causa de um erro, posteriormente corrigido, no sistema eletrônico que gerencia os presídios do Estado. A liminar também determinou a Robson o cumprimento de medidas cautelares. Ele terá que se apresentar mensalmente em juízo, não pode deixar a comarca onde mora sem autorização e nem pode entrar em contato com qualquer testemunha ou ré envolvida nos fatos ligados ao processo, seja qual for o meio de comunicação. 
O mesmo habeas-corpus já foi concedido a outros quatro presos da 'Xeque-Mate': o ex-prefeito João Bosco Machado, os irmãos gêmeos Diogo e Diego Menezes Machado (filhos de João Bosco) e o empresário Marcelo Oliveira Menezes. Eles estavam detidos na carceragem da 8ª Delegacia Metropolitana (8ª DM), no Capucho (zona oeste) e foram soltos na última sexta-feira, com a condição de cumprirem as mesmas medidas cautelares. Ao todo, 10 pessoas são investigadas por envolvimento com um suposto esquema de desvio de recursos públicos descoberto na Prefeitura de Carira. 
Segundo as investigações da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual (MPSE), ele acontecia mediante fraudes em licitações públicas do Município, que beneficiavam empresas ligadas à família Machado, através de contratos superfaturados de prestação de serviço e obras públicas. As investigações da 'Xeque-Mate' apontam que estes desvios beneficiavam diretamente os ex-prefeitos e teriam acontecido por até 20 anos, rendendo um prejuízo que pode chegar a R$ 20 milhões. Todos os suspeitos negam as acusações.

A Justiça concedeu liberdade provisória a mais um dos investigados da 'Operação Xeque-Mate no Sertão', que apura desvios de recursos na Prefeitura de Carira (Sertão). Na tarde deste domingo, o empresário Robson Lopes de Oliveira deixou o Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no Santa Maria (zona sul de Aracaju), onde estava preso desde a segunda-feira passada. 
Segundo o advogado Glover Castro, responsável pela defesa, um habeas-corpus em seu favor foi concedido na última sexta-feira pelo desembargador Edson Ulisses de Melo, do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), mas só foi cumprido depois, por causa de um erro, posteriormente corrigido, no sistema eletrônico que gerencia os presídios do Estado. A liminar também determinou a Robson o cumprimento de medidas cautelares. Ele terá que se apresentar mensalmente em juízo, não pode deixar a comarca onde mora sem autorização e nem pode entrar em contato com qualquer testemunha ou ré envolvida nos fatos ligados ao processo, seja qual for o meio de comunicação. 
O mesmo habeas-corpus já foi concedido a outros quatro presos da 'Xeque-Mate': o ex-prefeito João Bosco Machado, os irmãos gêmeos Diogo e Diego Menezes Machado (filhos de João Bosco) e o empresário Marcelo Oliveira Menezes. Eles estavam detidos na carceragem da 8ª Delegacia Metropolitana (8ª DM), no Capucho (zona oeste) e foram soltos na última sexta-feira, com a condição de cumprirem as mesmas medidas cautelares. Ao todo, 10 pessoas são investigadas por envolvimento com um suposto esquema de desvio de recursos públicos descoberto na Prefeitura de Carira. 
Segundo as investigações da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual (MPSE), ele acontecia mediante fraudes em licitações públicas do Município, que beneficiavam empresas ligadas à família Machado, através de contratos superfaturados de prestação de serviço e obras públicas. As investigações da 'Xeque-Mate' apontam que estes desvios beneficiavam diretamente os ex-prefeitos e teriam acontecido por até 20 anos, rendendo um prejuízo que pode chegar a R$ 20 milhões. Todos os suspeitos negam as acusações.

 


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