Polícia Civil faz novo protesto contra o governo

Geral


  • Manifestação dos policiais civis em frente a sede do governo

 

Milton Alves Júnior
Dando sequência à sé
rie de atos públicos 
em busca de reposição salarial e reestruturação dos cargos que integram a base da Polícia Civil, dezenas de agentes civis se reuniram em frente ao Palácio dos Despachos - sede administrativa do Governo do Estado, em Aracaju -, a fim de pressionar o governador Belivaldo Chagas para atender ao pleito da classe trabalhadora. De acordo com a direção da Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe (Sinpol), ao longo dos últimos meses a categoria busca pacificamente entrar em acordo com o poder executivo Estadual, mas até a tarde de ontem não havia se deparado com os avanços desejados.
Faltando menos de cinco dias para as comemorações dos festejos de São João, os policiais civis oficializaram durante a manhã de ontem que, caso o Estado não busque atender as reivindicações da categoria, é possível que a categoria cruze os braços em movimento grevista. Essa decisão será definida oficialmente no final da tarde de amanhã, na sede do Sinpol, quando os trabalhadores voltam a se reunir em assembleia extraordinária. De acordo com Adriano Bandeira, presidente sindical, é possível que a proposta de paralisação seja retirada de pauta, caso até amanhã representantes dos policiais civis sejam convidados para uma reunião com o Estado.
 "Não definimos nada. Na realidade nós da direção sindical respeitaremos o desejo da categoria. Vamos se reunir e decidir para um ato mais gravoso, a exemplo de uma paralisação no período junino. Não posso definir agora porque essa será uma decisão coletiva e ainda torcemos que o Governador seja sensível, já que essas pautas já foram discutidas com ele, mas não obtivemos resposta positiva", declarou. Ainda de acordo com Adriano Bandeira, existe ainda um impasse envolvendo a paralisação dos plantões no fim de semana. Essa situação se deve ao percentual de 4% da despesa pessoal da Secretaria da Segurança Pública (SSP/SE) para o pagamento das horas extras por meio do Retae.
Na avaliação do sindicalista, esse procedimento administrativo já foi ultrapassado e poderá gerar um impedimento para o pagamento correto dos valores nos meses seguintes. "Precisamos nos reunir com o governador e obter uma resposta definitiva para as nossas necessidades e reivindicações. O problema é que o canal de diálogo segue difícil e isso tem gerado bastante insatisfação. Por isso que realizamos três manifestações em menos de 15 dias e já estamos trabalhando com a possibilidade real de greve", concluiu. Esta semana, durante atividade realizada na Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe, o governador Belivaldo garantiu que vai receber a categoria, mas ainda não definiu a data para o encontro.

Milton Alves Júnior

Dando sequência à sé rie de atos públicos  em busca de reposição salarial e reestruturação dos cargos que integram a base da Polícia Civil, dezenas de agentes civis se reuniram em frente ao Palácio dos Despachos - sede administrativa do Governo do Estado, em Aracaju -, a fim de pressionar o governador Belivaldo Chagas para atender ao pleito da classe trabalhadora. De acordo com a direção da Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe (Sinpol), ao longo dos últimos meses a categoria busca pacificamente entrar em acordo com o poder executivo Estadual, mas até a tarde de ontem não havia se deparado com os avanços desejados.
Faltando menos de cinco dias para as comemorações dos festejos de São João, os policiais civis oficializaram durante a manhã de ontem que, caso o Estado não busque atender as reivindicações da categoria, é possível que a categoria cruze os braços em movimento grevista. Essa decisão será definida oficialmente no final da tarde de amanhã, na sede do Sinpol, quando os trabalhadores voltam a se reunir em assembleia extraordinária. De acordo com Adriano Bandeira, presidente sindical, é possível que a proposta de paralisação seja retirada de pauta, caso até amanhã representantes dos policiais civis sejam convidados para uma reunião com o Estado.
 "Não definimos nada. Na realidade nós da direção sindical respeitaremos o desejo da categoria. Vamos se reunir e decidir para um ato mais gravoso, a exemplo de uma paralisação no período junino. Não posso definir agora porque essa será uma decisão coletiva e ainda torcemos que o Governador seja sensível, já que essas pautas já foram discutidas com ele, mas não obtivemos resposta positiva", declarou. Ainda de acordo com Adriano Bandeira, existe ainda um impasse envolvendo a paralisação dos plantões no fim de semana. Essa situação se deve ao percentual de 4% da despesa pessoal da Secretaria da Segurança Pública (SSP/SE) para o pagamento das horas extras por meio do Retae.
Na avaliação do sindicalista, esse procedimento administrativo já foi ultrapassado e poderá gerar um impedimento para o pagamento correto dos valores nos meses seguintes. "Precisamos nos reunir com o governador e obter uma resposta definitiva para as nossas necessidades e reivindicações. O problema é que o canal de diálogo segue difícil e isso tem gerado bastante insatisfação. Por isso que realizamos três manifestações em menos de 15 dias e já estamos trabalhando com a possibilidade real de greve", concluiu. Esta semana, durante atividade realizada na Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe, o governador Belivaldo garantiu que vai receber a categoria, mas ainda não definiu a data para o encontro.

 


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