Diagnóstico avaliará se órgãos públicos em Sergipe são suscetíveis à fraude e à corrupção

Geral


  • A auditoria não tem o objetivo de apontar o município mais corrupto

 

A existência de portais de transparência, a presença de ouvidoria e até mesmo o percentual de gastos públicos com a folha de pagamento de pessoal serão alguns dos aspectos considerados pelo Fórum Permanente de Combate à Corrupção de Sergipe (Focco/SE) ao avaliar a vulnerabilidade nos municípios, Estado e órgãos federais suscetíveis à fraude e à corrupção.
Os integrantes do Fórum debateram a elaboração do diagnóstico em sua última reunião, ocorrida no Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE). "Será um trabalho de fôlego, mas que gerará muitos frutos exatamente naquilo que vejo como mais relevante atualmente em Sergipe, que é profissionalizar a gestão pública no sentido de que o dinheiro público seja bem manuseado e, mais do que isto, produza resultado", avalia o procurador-geral do Ministério Público de Contas, João Augusto dos Anjos Bandeira de Mello.
Segundo ele, a ação poderá mensurar as vulnerabilidades que os órgãos fiscalizados têm em relação ao manuseio dos recursos públicos e a própria atuação do órgão. "Se tudo der certo e tiver a completa adesão dos gestores públicos isto poderá dar um salto em relação à qualidade da gestão pública no Estado de Sergipe", acredita o procurador-geral. 
"Esta auditoria não tem o objetivo de apontar o município mais corrupto, mas de ajudar o gestor a enxergar quais são as fragilidades que podem levar um município a ter prejuízos", acrescenta o coordenador do Focco/SE e procurador da República, Heitor Alves. 
Participaram também da reunião o secretário do Tribunal de Contas da União (TCU), Jackson Luiz; os representantes da Controladoria-Geral da União (CGU), Frederico Resende e Claudio Canuto; o secretário da Transparência e Controle (SETC) do Estado, Alexandre Figueiredo; e a promotora do Ministério Público do Estado, Ana Paula Machado. 

A existência de portais de transparência, a presença de ouvidoria e até mesmo o percentual de gastos públicos com a folha de pagamento de pessoal serão alguns dos aspectos considerados pelo Fórum Permanente de Combate à Corrupção de Sergipe (Focco/SE) ao avaliar a vulnerabilidade nos municípios, Estado e órgãos federais suscetíveis à fraude e à corrupção.
Os integrantes do Fórum debateram a elaboração do diagnóstico em sua última reunião, ocorrida no Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE). "Será um trabalho de fôlego, mas que gerará muitos frutos exatamente naquilo que vejo como mais relevante atualmente em Sergipe, que é profissionalizar a gestão pública no sentido de que o dinheiro público seja bem manuseado e, mais do que isto, produza resultado", avalia o procurador-geral do Ministério Público de Contas, João Augusto dos Anjos Bandeira de Mello.
Segundo ele, a ação poderá mensurar as vulnerabilidades que os órgãos fiscalizados têm em relação ao manuseio dos recursos públicos e a própria atuação do órgão. "Se tudo der certo e tiver a completa adesão dos gestores públicos isto poderá dar um salto em relação à qualidade da gestão pública no Estado de Sergipe", acredita o procurador-geral. 
"Esta auditoria não tem o objetivo de apontar o município mais corrupto, mas de ajudar o gestor a enxergar quais são as fragilidades que podem levar um município a ter prejuízos", acrescenta o coordenador do Focco/SE e procurador da República, Heitor Alves. 
Participaram também da reunião o secretário do Tribunal de Contas da União (TCU), Jackson Luiz; os representantes da Controladoria-Geral da União (CGU), Frederico Resende e Claudio Canuto; o secretário da Transparência e Controle (SETC) do Estado, Alexandre Figueiredo; e a promotora do Ministério Público do Estado, Ana Paula Machado. 

 


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