Forró seguro

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Publicada em 21/06/2019 às 22:38:00

 

São muitos os perigos da liturgia que compõe as festas comemoradas no período junino, uma folia de muita luz, iluminada por fogueiras, balões e fogos de artifício. Tanto brilho, no entanto, carrega também grande risco. Todos os anos, dezenas de pacientes dão entrada na Unidade de Tratamento de Queimados do Hospital de Urgência de Sergipe. Quem brinca com fogo pode se dar mal.
Estouros e explosões, no entanto, não são as únicas ameaças recomendando atenção durante a festança. Os acidentes de trânsito, nas estradas e rodovias, além da violência e criminalidade, comum nos aglomerados populares, exigem cuidado em dobro. 
Segundo a Prefeitura da capital sergipana, não vai faltar vigilância no Forró Caju, com ou sem a colaboração da Guarda Municipal. Um contrato assinado em caráter de emergência com uma empresa de segurança particular deverá suprir eventuais faltas no efetivo. A medida foi necessária, ante a desistência repentina de 180 guardas, indispostos a fazer hora extra na festa.
Em âmbito estadual há problema parecido, com uma irresponsável ameaça de greve da Polícia Civil, em pleno São João. Embora o policiamento ostensivo esteja entre as atribuições da Polícia Militar, uma paralisação motivada por reivindicações salariais em momento tão inoportuno passa uma mensagem de descaso com a população.
Com a vida não se brinca. Parte da responsabilidade sobre a segurança dos forrozeiros é atribuição do poder público, a quem cabe a fiscalização das estradas, o policiamento das festas, e a regulação sobre a venda de artefatos explosivos. A outra parcela de responsabilidade cabe a cada um, individualmente. No trânsito, em eventos populares, nas reuniões de família, a festa não precisa ser interrompida no susto.

São muitos os perigos da liturgia que compõe as festas comemoradas no período junino, uma folia de muita luz, iluminada por fogueiras, balões e fogos de artifício. Tanto brilho, no entanto, carrega também grande risco. Todos os anos, dezenas de pacientes dão entrada na Unidade de Tratamento de Queimados do Hospital de Urgência de Sergipe. Quem brinca com fogo pode se dar mal.
Estouros e explosões, no entanto, não são as únicas ameaças recomendando atenção durante a festança. Os acidentes de trânsito, nas estradas e rodovias, além da violência e criminalidade, comum nos aglomerados populares, exigem cuidado em dobro. 
Segundo a Prefeitura da capital sergipana, não vai faltar vigilância no Forró Caju, com ou sem a colaboração da Guarda Municipal. Um contrato assinado em caráter de emergência com uma empresa de segurança particular deverá suprir eventuais faltas no efetivo. A medida foi necessária, ante a desistência repentina de 180 guardas, indispostos a fazer hora extra na festa.
Em âmbito estadual há problema parecido, com uma irresponsável ameaça de greve da Polícia Civil, em pleno São João. Embora o policiamento ostensivo esteja entre as atribuições da Polícia Militar, uma paralisação motivada por reivindicações salariais em momento tão inoportuno passa uma mensagem de descaso com a população.
Com a vida não se brinca. Parte da responsabilidade sobre a segurança dos forrozeiros é atribuição do poder público, a quem cabe a fiscalização das estradas, o policiamento das festas, e a regulação sobre a venda de artefatos explosivos. A outra parcela de responsabilidade cabe a cada um, individualmente. No trânsito, em eventos populares, nas reuniões de família, a festa não precisa ser interrompida no susto.