Mercados recebem muito milho e amendoim

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Os mercados estão com uma grande oferta de milho verde
Os mercados estão com uma grande oferta de milho verde

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Publicada em 21/06/2019 às 23:05:00

 

Até às 17h de hoje a perspectiva é de grande movimento de clientes no Centro de Abastecimento de Aracaju (Ceasa) e no Mercado Albano Franco, em Aracaju. Com vendas de alimentos típicos em alta - assim como ocorre desde a primeira semana de maio -, vendedores de milho, amendoim, coco e os tradicionais licores torcem para que o fluxo de vendas permaneça em abrangência. Perspectiva real diante dos sergipanos que deixaram as compras para as vésperas da noite de São João. Somente no Ceasa e mercado central a expectativa é que cerca de 300 mil espigas de milho sejam comercializados.
Conforme garantido por Ivan Américo dos Santos, natural da cidade sergipana de Carira e vendedor de milho desde os 16 anos de idade, o cliente que não adquiriu o produto pode se dirigir até o mercado que ainda consegue encontrar vários tipos de espigas especiais para cada tipo de prato junino. Na tarde de ontem seis espigas estavam sendo repassadas por R$ 5. "Temos aqui milho bom para canjica, pamonha, bolo, para cozinhar e para assar. Quem acha que milho é uma coisa só está enganado. Ainda temos muita oferta, mas quero chegar meio dia de hoje ou no máximo na manhã desse domingo sem mais nada aqui para vender", informou.
Se a dúvida de lucro 10% superior ao mesmo período do ano passado ainda está vivo na venda dos alimentos, os comerciantes de fogueira seguem no sentido contrário e acreditam na boa comercialização nesta véspera de São João. Garantindo estar esperançoso para esvaziar o estoque de fogueiras ainda na manhã de hoje, os vendedores alegam que o aquecimento das vendas ocorre desde o início desta semana. Na avaliação feita por Manuel de Azevedo, apesar das já contabilizadas boas vendas neste mês, a maioria dos clientes optam por essas compras sempre nos dias 22, 23 e 28 de junho devido a facilidade de logística e de armazenamento das lenhas.
"As pessoas deixam pra comprar hoje e amanhã porque não precisam preparar a fogueira e também porque na maioria dos casos já pegam aqui e botam na porta de casa. Não precisam estar guardando no quintal ou na varanda; mais prático deixar pra hoje e por isso que acredito muito em boas vendas", afirmou. Em contrapartida, já que esses símbolos juninos não necessitam de cuidados semelhantes à culinária, o Sr. Manuel fez um destaque para o aumento no número de encomendas. Só para este sábado, 22, foram 13 unidades médias e oito de grande porte vendidas com antecedência. No ano passado foram 16 no geral.
"Isso é bom porque a pessoa garante a fogueira e nós vendedores também já garantimos aquele lucro. Essa tem sido uma alternativa boa para todo mundo e que tem crescido muito de 2013. Espero que no São Pedro seja assim também. É bom correr pra não ficar sem ou ter que comprar um modelo que não seja a da sua preferência", avisou. Em Aracaju não é difícil se deparar com montanhas de fogueiras. Os principais pontos são: Praça da Cruz Vermelha, Ceasa, bairro Coroa do Meio e no conjunto Augusto Franco - local este que reúne a maior variedade e oferta do produto.
Fogos - Devido ao alto risco de incêndio, os tradicionais fogos de São João seguem sendo comerciados legalmente em pontos legalizados e indicados por órgãos públicos de segurança e fiscalização. Na capital sergipana barracas credenciadas foram instaladas na Avenida Maranhão, no Conjunto Augusto Franco próximo a Avenida que dá acesso ao BairroJardins, e na já tradicional praça de fogos instalada há décadas no bairro Coroa do Meio. Por lá, o movimento tem sido intenso desde o último domingo e assim deve permanecer até a tarde de amanhã. Facilidades nos pagamentos e preços acessíveis têm conquistado os clientes.
"Mesmo com toda essa instabilidade comercial e no ano passado ter sido ano de copa do mundo de futebol masculino, relativamente estamos vendendo mais. Isso também acontece porque ampliamos a carta de cartões que aceitamos, e, para alguns conhecidos clientes, aceitamos até cheques pré-datados para 30 e 60 dias a depender da quantidade", disse a vendedora Anamara Vasconcelos. Questionada quanto as pechinchas e descontos para quem opta por pagamentos à vista, ela concluiu dizendo: "em tempos de dificuldade financeira, receber à vista é um presentão; por esse motivo nós também estamos dando até 10% - e em alguns casos 15% de desconto. O comércio funciona dessa forma, bom para nós vendedores e para os clientes também". (MAJ)

Até às 17h de hoje a perspectiva é de grande movimento de clientes no Centro de Abastecimento de Aracaju (Ceasa) e no Mercado Albano Franco, em Aracaju. Com vendas de alimentos típicos em alta - assim como ocorre desde a primeira semana de maio -, vendedores de milho, amendoim, coco e os tradicionais licores torcem para que o fluxo de vendas permaneça em abrangência. Perspectiva real diante dos sergipanos que deixaram as compras para as vésperas da noite de São João. Somente no Ceasa e mercado central a expectativa é que cerca de 300 mil espigas de milho sejam comercializados.
Conforme garantido por Ivan Américo dos Santos, natural da cidade sergipana de Carira e vendedor de milho desde os 16 anos de idade, o cliente que não adquiriu o produto pode se dirigir até o mercado que ainda consegue encontrar vários tipos de espigas especiais para cada tipo de prato junino. Na tarde de ontem seis espigas estavam sendo repassadas por R$ 5. "Temos aqui milho bom para canjica, pamonha, bolo, para cozinhar e para assar. Quem acha que milho é uma coisa só está enganado. Ainda temos muita oferta, mas quero chegar meio dia de hoje ou no máximo na manhã desse domingo sem mais nada aqui para vender", informou.
Se a dúvida de lucro 10% superior ao mesmo período do ano passado ainda está vivo na venda dos alimentos, os comerciantes de fogueira seguem no sentido contrário e acreditam na boa comercialização nesta véspera de São João. Garantindo estar esperançoso para esvaziar o estoque de fogueiras ainda na manhã de hoje, os vendedores alegam que o aquecimento das vendas ocorre desde o início desta semana. Na avaliação feita por Manuel de Azevedo, apesar das já contabilizadas boas vendas neste mês, a maioria dos clientes optam por essas compras sempre nos dias 22, 23 e 28 de junho devido a facilidade de logística e de armazenamento das lenhas.
"As pessoas deixam pra comprar hoje e amanhã porque não precisam preparar a fogueira e também porque na maioria dos casos já pegam aqui e botam na porta de casa. Não precisam estar guardando no quintal ou na varanda; mais prático deixar pra hoje e por isso que acredito muito em boas vendas", afirmou. Em contrapartida, já que esses símbolos juninos não necessitam de cuidados semelhantes à culinária, o Sr. Manuel fez um destaque para o aumento no número de encomendas. Só para este sábado, 22, foram 13 unidades médias e oito de grande porte vendidas com antecedência. No ano passado foram 16 no geral.
"Isso é bom porque a pessoa garante a fogueira e nós vendedores também já garantimos aquele lucro. Essa tem sido uma alternativa boa para todo mundo e que tem crescido muito de 2013. Espero que no São Pedro seja assim também. É bom correr pra não ficar sem ou ter que comprar um modelo que não seja a da sua preferência", avisou. Em Aracaju não é difícil se deparar com montanhas de fogueiras. Os principais pontos são: Praça da Cruz Vermelha, Ceasa, bairro Coroa do Meio e no conjunto Augusto Franco - local este que reúne a maior variedade e oferta do produto.

Fogos - Devido ao alto risco de incêndio, os tradicionais fogos de São João seguem sendo comerciados legalmente em pontos legalizados e indicados por órgãos públicos de segurança e fiscalização. Na capital sergipana barracas credenciadas foram instaladas na Avenida Maranhão, no Conjunto Augusto Franco próximo a Avenida que dá acesso ao BairroJardins, e na já tradicional praça de fogos instalada há décadas no bairro Coroa do Meio. Por lá, o movimento tem sido intenso desde o último domingo e assim deve permanecer até a tarde de amanhã. Facilidades nos pagamentos e preços acessíveis têm conquistado os clientes.
"Mesmo com toda essa instabilidade comercial e no ano passado ter sido ano de copa do mundo de futebol masculino, relativamente estamos vendendo mais. Isso também acontece porque ampliamos a carta de cartões que aceitamos, e, para alguns conhecidos clientes, aceitamos até cheques pré-datados para 30 e 60 dias a depender da quantidade", disse a vendedora Anamara Vasconcelos. Questionada quanto as pechinchas e descontos para quem opta por pagamentos à vista, ela concluiu dizendo: "em tempos de dificuldade financeira, receber à vista é um presentão; por esse motivo nós também estamos dando até 10% - e em alguns casos 15% de desconto. O comércio funciona dessa forma, bom para nós vendedores e para os clientes também". (MAJ)