PT e PCdoB juntos nos festejos juninos

Rita Oliveira

 

Aliados históricos de décadas, nos últi-
mos 20 anos o PT e PCdoB disputa
ram as eleições municipais em Aracaju um tendo o outro como companheiro de chapa. Em 2000 e 2004, Marcelo Déda (PT) foi candidato a prefeito com Edvaldo Nogueira (PCdoB) como vice, tendo sido vitoriosos.
Em 2008, Edvaldo foi candidato a prefeito tendo o petista Silvio Santos como vice, também em uma eleição vitoriosa. Em 2012, o candidato do bloco político foi Valadares Filho (PSB), que perdeu o pleito para João Alves Filho (DEM).
Em 2016, Edvaldo Nogueira volta a disputar a prefeitura tendo como companheira de chapa a petista Eliane Aquino. Foi mais uma união vitoriosa entre PT e PCdoB na capital, com a vitória dos dois sobre o então prefeito João Alves, que disputava a reeleição.  
Hoje se especula muito a possibilidade de em 2020 o PT e PC do B se divorciarem politicamente pelo fato das duas legendas quererem ser cabeça de chapa na disputa pela PMA. 
Algumas lideranças do PT não escondem essa vontade e, ciente dessa possibilidade, Edvaldo busca se fortalecer conquistando novos aliados. Além de manter ao seu lado o MDB do ex-governador Jackson Barreto e o PSD do deputado federal Fábio Mitidieri, Edvaldo deve ter o PDT do deputado federal Fábio Henrique, o SD do deputado federal Gustinho Ribeiro e o PP do deputado federal Laércio Oliveira.
Gustinho e Laércio, inclusive, já estão participando da gestão municipal. O PP indicou Alan Alexander Mendes Lemos como novo secretário municipal do Meio Ambiente. Já o SD está na administração de Edvaldo com Marlysson Magalhães como novo secretário da Indústria, Comércio e Turismo. O PDT aguarda a filiação de Edvaldo, para que dispute a reeleição pelo partido.
Já o PT conversa com o PSB dos Valadares e o PRB dos ex-deputados federais Heleno Silva e Jony Marcos. Os nomes na mesa para disputar a Prefeitura de Aracaju são do vice-presidente nacional do PT, Márcio Macedo, e da vice-governadora Eliane Aquino.
Eliane ainda não se posicionou sobre 2020. Já Márcio trabalha para consolidar seu nome como pré-candidato. Tem visitado os bairros da capital e nos festejos juninos do São João circulou em vários arraiás de bairros e entidades, inclusive no Arraiá do Povo, na Orla de Aracaju, e no Forró-Caju, nas áreas do mercado.
Apesar deste cenário de divórcio daqui a um ano, quando ocorrerão as convenções, o PT e PCdoB seguem como aliados que sempre foram. 
Na abertura do Arraiá do Povo, promovido pelo Governo de Sergipe, Edvaldo esteve ao lado dos petistas Eliane Aquino, Márcio Macedo e do senador Rogério Carvalho, além do governador Belivaldo Chagas (PSD) e do ex-governador Jackson Barreto (MDB). 
Márcio, o deputado federal João Daniel e o presidente municipal do PT, Jefferson Lima, também estiveram ao lado do prefeito Edvaldo Nogueira no Forró Caju.  Várias fotos, juntos, foram tiradas nos eventos juninos. 
Agora é aguardar 2020 para sabermos se haverá mesmo a separação entre PT e PCdoB após décadas de união.  Até porque em política tudo pode acontecer, inclusive nada. Até lá, segue a relação de companheirismo histórico entre os dois partidos.

Aliados históricos de décadas, nos últi- mos 20 anos o PT e PCdoB disputa ram as eleições municipais em Aracaju um tendo o outro como companheiro de chapa. Em 2000 e 2004, Marcelo Déda (PT) foi candidato a prefeito com Edvaldo Nogueira (PCdoB) como vice, tendo sido vitoriosos.
Em 2008, Edvaldo foi candidato a prefeito tendo o petista Silvio Santos como vice, também em uma eleição vitoriosa. Em 2012, o candidato do bloco político foi Valadares Filho (PSB), que perdeu o pleito para João Alves Filho (DEM).
Em 2016, Edvaldo Nogueira volta a disputar a prefeitura tendo como companheira de chapa a petista Eliane Aquino. Foi mais uma união vitoriosa entre PT e PCdoB na capital, com a vitória dos dois sobre o então prefeito João Alves, que disputava a reeleição.  
Hoje se especula muito a possibilidade de em 2020 o PT e PC do B se divorciarem politicamente pelo fato das duas legendas quererem ser cabeça de chapa na disputa pela PMA. 
Algumas lideranças do PT não escondem essa vontade e, ciente dessa possibilidade, Edvaldo busca se fortalecer conquistando novos aliados. Além de manter ao seu lado o MDB do ex-governador Jackson Barreto e o PSD do deputado federal Fábio Mitidieri, Edvaldo deve ter o PDT do deputado federal Fábio Henrique, o SD do deputado federal Gustinho Ribeiro e o PP do deputado federal Laércio Oliveira.
Gustinho e Laércio, inclusive, já estão participando da gestão municipal. O PP indicou Alan Alexander Mendes Lemos como novo secretário municipal do Meio Ambiente. Já o SD está na administração de Edvaldo com Marlysson Magalhães como novo secretário da Indústria, Comércio e Turismo. O PDT aguarda a filiação de Edvaldo, para que dispute a reeleição pelo partido.
Já o PT conversa com o PSB dos Valadares e o PRB dos ex-deputados federais Heleno Silva e Jony Marcos. Os nomes na mesa para disputar a Prefeitura de Aracaju são do vice-presidente nacional do PT, Márcio Macedo, e da vice-governadora Eliane Aquino.
Eliane ainda não se posicionou sobre 2020. Já Márcio trabalha para consolidar seu nome como pré-candidato. Tem visitado os bairros da capital e nos festejos juninos do São João circulou em vários arraiás de bairros e entidades, inclusive no Arraiá do Povo, na Orla de Aracaju, e no Forró-Caju, nas áreas do mercado.
Apesar deste cenário de divórcio daqui a um ano, quando ocorrerão as convenções, o PT e PCdoB seguem como aliados que sempre foram. 
Na abertura do Arraiá do Povo, promovido pelo Governo de Sergipe, Edvaldo esteve ao lado dos petistas Eliane Aquino, Márcio Macedo e do senador Rogério Carvalho, além do governador Belivaldo Chagas (PSD) e do ex-governador Jackson Barreto (MDB). 
Márcio, o deputado federal João Daniel e o presidente municipal do PT, Jefferson Lima, também estiveram ao lado do prefeito Edvaldo Nogueira no Forró Caju.  Várias fotos, juntos, foram tiradas nos eventos juninos. 
Agora é aguardar 2020 para sabermos se haverá mesmo a separação entre PT e PCdoB após décadas de união.  Até porque em política tudo pode acontecer, inclusive nada. Até lá, segue a relação de companheirismo histórico entre os dois partidos.

Decreto das armas 1

Após o Senado derrubar o decreto das armas, do presidente Jair Bolsonaro, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), articulam a substituição do decreto por um projeto de lei. Pelo acordo costurado com lideranças partidárias, a proposta deve ser apresentada até hoje pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

Decreto das armas 2

A alternativa é uma forma encontrada para preservar parte da norma que facilita o porte e a posse de armas de fogo no país diante da aprovação do projeto que derrubou o decreto no Senado e da perspectiva de que o mesmo caminho seja seguido pela Câmara.

Decreto das armas 3

Segundo Alessandro, que é delegado, ele votou contra o decreto por misturar algumas situações e não considerar um instrumento adequado. Explica que questões como a ampliação do porte de armas para determinadas categorias profissionais devem ser feitas por lei e não por decreto.

Novo projeto 1

Revela que está elaborando um projeto de lei sobre a comercialização, o registro, a posse e o porte de armas de fogo. "No texto que devo apresentar esta semana, vamos garantir a posse aos proprietários rurais, estendendo o direito de porte em toda propriedade", frisa.

Novo projeto 2

"Pretendemos reduzir prazos de registro de armas de fogo. Temos que permitir a posse de armas com calibres adequados à defesa pessoal. Não há nenhum motivo para um cidadão comum ter um fuzil em casa ou andar com ele pelas ruas. Arma para defesa pessoal é uma coisa, para atividade esportiva é outra. Nossa proposta é deixar bem claro quem pode ter cada tipo de arma. Vamos discutir o assunto numa audiência pública em breve", afirma. 

Prestando contas 1

Nesta quarta-feira e quinta-feira estarão na Assembleia Legislativa os secretários Marco Antônio Queiroz (Fazenda) e Valberto Oliveira (Saúde),  partir das 9h, na Sala das Comissões. Os dois prestarão contas de suas pastas referentes ao primeiro quadrimestre deste ano e serão sabatinados pelos deputados estaduais.

Prestando contas 2

Queiroz, que assumiu a Sefaz no último dia 6 de junho, é o primeiro a prestar contas. Hoje, na Alese, ele vai falar da importância de realizar um trabalho fiscal eficiente, destacando os principais números em termos de arrecadação do Estado nos últimos meses. Já amanhã visitará a Assembleia o Valberto, oportunidade que fará uma explanação sobre as ações à frente da Saúde. 

Em Brasília

O deputado estadual Georgeo Passos (Cidadania) acompanhou uma audiência pública que discutiu os conflitos federativos decorrentes de bloqueios de verbas feitos pelo Governo Federal em razão do não pagamento, por parte de Governos Estaduais, de empréstimos garantidos pela União. A reunião foi convocada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, com o intuito de buscar uma solução pacífica para que se evitem processos que envolvam o bloqueio de repasses de verbas.

Habeas corpus negado

Por 4 votos a 1, a 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) negou ontem recurso da defesa do ex-presidente Lula (PT) que pedia a anulação em segunda instância do caso do tríplex de Guarujá (SP). O senador Rogério Carvalho (PT-SE) acompanhou, no plenário do STF, a análise e julgamento de dois habeas corpus impetrados pela defesa. Estava acompanhado de outros senadores petistas. Até o fechamento da coluna o 2º habeas corpus não tinha sido julgado.

O estopim Bolsonaro 1

Mais um profissional de imprensa vítima da censura é afastado das suas emissoras por fazer críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL).  Depois de Marco Antonio Villa, da Jovem Pan, agora é Paulo Henrique Amorim, da Record, que é afastado.

O estopim Bolsonaro 2

Na última segunda-feira, a direção da Record o convidou para uma reunião e lhe comunicou que ele está fora do programa Domingo Espetacular, que comanda há 14 anos.  Disse que ele permaneceria na emissora à disposição para novos projetos. Amorim é um ferrenho crítico do governo Bolsonaro, principalmente do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

O estopim Bolsonaro 3

O historiador e comentarista político Marco Antonio Villa foi suspenso por 30 dias da Jovem Pan pela própria direção da emissora, que chegou a declarar que estava de férias, e, após confirmar suspensão, pediu demissão. A sua punição ocorreu após declarar, às vésperas da manifestação pró-governo do dia 26 de maio, que "atos neonazistas [aconteceriam] no dia 26". Nos bastidores, a declaração foi citada como estopim para a decisão da direção da emissora.

Veja essa ...

Na última segunda-feira um grupo de 30 juízes federais do país pediu à Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) à suspensão cautelar do ministro da Justiça. Sergio Moro, das atividades associativas, inclusive de participação na Lista Ajufe, um grupo de discussão dos magistrados por e-mail. Os magistrados querem também que a Ajufe apure as circunstâncias das conversas travadas entre Moro e membros da Lava Jato no Ministério Federal, como revelado pelo site The Intercept no Brasil.

Curtas

Os deputados estaduais aprovaram ontem, em 2ª discussão, o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), de autoria do Poder Executivo, que estabelece as metas, prioridades e orientações para a elaboração do orçamento do Estado do exercício de 2020. 

A LDO tem uma previsão de receita estimada acima dos R$ 10 bilhões e um déficit previdenciário previsto de R$ 1,4 bilhão. Somente na 3ª discussão haverá apresentação de emendas e votação em redação final. O deputado Iran Barbosa (PT) já anunciou que apresentará um conjunto de emendas relacionadas a educação.

Os deputados também aprovaram ontem, em 2º turno, uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) criando a possibilidade de serem apresentadas emendas parlamentares impositivas no Orçamento do Estado para o próximo ano. 

Na próxima segunda-feira (1º), os parlamentares voltam a apreciar a LDO, agora em terceira discussão e em Redação Final, antes de iniciarem o recesso. A expectativa é que a próxima votação seja extensa porque o texto original deverá receber algumas emendas de autoria dos deputados estaduais.


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