Policiais fazem ato conjunto contra reforma da Previdência

Geral


  • A MANIFESTAÇÃO FOI EM POSTO DA PRF

 

Reunidos na manhã de ontem em manifestação contra o atual texto da Reforma da Previdência, apresentado pelo Governo Federal junto ao parlamento, policiais civis e agentes de segurança exigiam que o poder executivo federal sob o comando do presidente Jair Bolsonaro (PSC), aplique uma mudança igualitária para todos os profissionais que trabalham com segurança no país. Apontado pelos manifestantes como 'mudança incoerente e desigual', a classe trabalhadora pressiona ainda os deputados federais e senadores eleitos em Sergipe para que votem 'não' ao projeto encaminhado.
Por mais de uma hora os manifestantes ocuparam parte da rodovia BR 235, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O ato público foi nacional, unificado, e contou com o apoio da União dos Policiais do Brasil (UPB), e da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol). A próxima manifestação está prevista para ocorrer na próxima terça-feira, dia 02 de julho, quando profissionais do estado de Sergipe estarão em Brasília, juntamente com outros policiais civis do país, pressionando o presidente Bolsonaro. De acordo com os trabalhadores é intolerável receber tratamento diferenciado, em especial no quesito previdenciário.
Acontece que, de acordo com o texto em tramitação, policiais civis e federais, além de agentes penitenciários e socioeducativos, passam a ter o mesmo regime de previdência, ou seja, para requerer aposentadoria terão que ter, no mínimo, 55 anos de idade. Diferente do que ocorre atualmente, quando a lei permite reivindicar aposentadoria com qualquer idade desde que comprove idade mínima de atividade policial. O conflito, em especial, começa a partir do momento em que policiais militares, incluindo o Corpo de Bombeiros, possuem privilégios semelhantes aos agentes das Forças Armadas. Estes grupos terão que apresentar serviço de 35 anos, mas não prevê idade mínima para requisitar a reserva remunerada. (MAJ)

Reunidos na manhã de ontem em manifestação contra o atual texto da Reforma da Previdência, apresentado pelo Governo Federal junto ao parlamento, policiais civis e agentes de segurança exigiam que o poder executivo federal sob o comando do presidente Jair Bolsonaro (PSC), aplique uma mudança igualitária para todos os profissionais que trabalham com segurança no país. Apontado pelos manifestantes como 'mudança incoerente e desigual', a classe trabalhadora pressiona ainda os deputados federais e senadores eleitos em Sergipe para que votem 'não' ao projeto encaminhado.
Por mais de uma hora os manifestantes ocuparam parte da rodovia BR 235, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O ato público foi nacional, unificado, e contou com o apoio da União dos Policiais do Brasil (UPB), e da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol). A próxima manifestação está prevista para ocorrer na próxima terça-feira, dia 02 de julho, quando profissionais do estado de Sergipe estarão em Brasília, juntamente com outros policiais civis do país, pressionando o presidente Bolsonaro. De acordo com os trabalhadores é intolerável receber tratamento diferenciado, em especial no quesito previdenciário.
Acontece que, de acordo com o texto em tramitação, policiais civis e federais, além de agentes penitenciários e socioeducativos, passam a ter o mesmo regime de previdência, ou seja, para requerer aposentadoria terão que ter, no mínimo, 55 anos de idade. Diferente do que ocorre atualmente, quando a lei permite reivindicar aposentadoria com qualquer idade desde que comprove idade mínima de atividade policial. O conflito, em especial, começa a partir do momento em que policiais militares, incluindo o Corpo de Bombeiros, possuem privilégios semelhantes aos agentes das Forças Armadas. Estes grupos terão que apresentar serviço de 35 anos, mas não prevê idade mínima para requisitar a reserva remunerada. (MAJ)

 


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