Grupo atira busca-pés em policiais do Getam

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Publicada em 26/06/2019 às 07:16:00

 

A Polícia Militar abriu uma investigação para tentar identificar os envolvidos em um incidente ocorrido domingo à noite, na sede do município de São Cristóvão (Grande Aracaju). Uma equipe do Grupamento Especial Tático de Motos (Getam) foi atacada por um grupo de jovens que faziam uma batalha de busca-pés em uma rua do centro histórico. Imagens que circularam nas redes sociais mostram o momento em que os rapazes atiram espadas e busca-pés acesos contra os PMs, enquanto eles passavam de moto pelo local. O Comando da corporação informou que um dos soldados sofreu queimaduras nas pernas e precisou de atendimento médico. Uma moto da unidade foi avariada. 
De acordo com a polícia, o Getam tinha sido acionado para atender a queixas de moradores da região, que reclamavam do transtorno causado pelo acendimento dos fogos. Ao fazerem a abordagem, no entanto, os envolvidos na prática teriam reagido atirando os busca-pés, forçando que eles fossem embora do local. É possível ver o momento em que um dos artefatos é jogado pelas costas de um policial que estava na garupa da moto. Algumas pessoas que gravavam os vídeos comemoravam, vaiando e xingando os policiais. 
A versão é contestada por alguns moradores da cidade, que reclamam de um possível abuso na abordagem dos PMs. Em entrevista dada ontem à rádio Fan FM, o conselheiro de juventude Nélio Miguel afirmou que os próprios soldados chegaram ao local disparando tiros para o alto e agredindo alguns dos jovens que estavam na rua. "Acontecia no local uma festa, tradicional, mantida há mais de 100 anos. O prefeito chegou a ir no local para participar do evento. A polícia não poderia ter chegado como chegou. Os vídeos que circulam nas redes sociais, mostram apenas um momento da confusão, mas tudo começou com o despreparo dos policiais. Já pensou se todo mundo que solta fogos nessa época fosse agredido?", questionou. 
A PM afirma que ainda não encontrou indícios de abuso na abordagem da equipe do Getam e deve usar as imagens gravadas para identificar todos os que atiraram os fogos contra os soldados. Eles devem ser processados por crimes como lesão corporal, perturbação do sossego e dano ao patrimônio público.  (Gabriel Damásio)

A Polícia Militar abriu uma investigação para tentar identificar os envolvidos em um incidente ocorrido domingo à noite, na sede do município de São Cristóvão (Grande Aracaju). Uma equipe do Grupamento Especial Tático de Motos (Getam) foi atacada por um grupo de jovens que faziam uma batalha de busca-pés em uma rua do centro histórico. Imagens que circularam nas redes sociais mostram o momento em que os rapazes atiram espadas e busca-pés acesos contra os PMs, enquanto eles passavam de moto pelo local. O Comando da corporação informou que um dos soldados sofreu queimaduras nas pernas e precisou de atendimento médico. Uma moto da unidade foi avariada. 
De acordo com a polícia, o Getam tinha sido acionado para atender a queixas de moradores da região, que reclamavam do transtorno causado pelo acendimento dos fogos. Ao fazerem a abordagem, no entanto, os envolvidos na prática teriam reagido atirando os busca-pés, forçando que eles fossem embora do local. É possível ver o momento em que um dos artefatos é jogado pelas costas de um policial que estava na garupa da moto. Algumas pessoas que gravavam os vídeos comemoravam, vaiando e xingando os policiais. 
A versão é contestada por alguns moradores da cidade, que reclamam de um possível abuso na abordagem dos PMs. Em entrevista dada ontem à rádio Fan FM, o conselheiro de juventude Nélio Miguel afirmou que os próprios soldados chegaram ao local disparando tiros para o alto e agredindo alguns dos jovens que estavam na rua. "Acontecia no local uma festa, tradicional, mantida há mais de 100 anos. O prefeito chegou a ir no local para participar do evento. A polícia não poderia ter chegado como chegou. Os vídeos que circulam nas redes sociais, mostram apenas um momento da confusão, mas tudo começou com o despreparo dos policiais. Já pensou se todo mundo que solta fogos nessa época fosse agredido?", questionou. 
A PM afirma que ainda não encontrou indícios de abuso na abordagem da equipe do Getam e deve usar as imagens gravadas para identificar todos os que atiraram os fogos contra os soldados. Eles devem ser processados por crimes como lesão corporal, perturbação do sossego e dano ao patrimônio público.  (Gabriel Damásio)