MINGUAM AS FALÁCIAS DOS IDIOTAS

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 26/06/2019 às 22:51:00

 

* Rômulo Rodrigues
Nelson Rodrigues já advertiu alhures: um dia os idiotas vão tomar conta do Brasil, não por terem capacidades, mas, por serem muitos.
No golpe de 2016, montado e monitorado nos Estados Unidos e executado pela quadrilha de Curitiba e seus comparsas na Mídia, no Judiciário e nas Forças Armadas, foram para as ruas vestidos de verde e amarelo, empunhando os patos da FIESP e brandindo os mantras que colocaram em seus cérebros de toucinho: abaixo a Lei Rouanet; fora PT, Lula e Dilma; abrir a caixa preta do BNDES; acabar com o auxilio reclusão.
Antes, já haviam gritado: não temos culpa, votamos no Aécio; somos todos, Cunha; somos todos Moro e nosso partido é o Brasil.
De concreto, temos: nunca souberam o que é a lei Rouanet, nem quem promulgou, nem a data; também berravam contra a lei do auxílio reclusão e pela abertura da caixa preta do BNDES. Sobre as leis, que continuem no obscurantismo.
Sobre o BNDES, a Associação dos funcionários do Banco fez um debate no dia 19/06, no Rio de Janeiro para desmascarar as enxurradas de mentiras. Participaram os seguintes ex-presidentes: Pio Borges (governo FHC); Luciano Coutinho (governos Lula e Dilma); Paulo Rabelo de Castro e Dyogo Oliveira (governo Temer) manifestaram apoio; Márcio Fortes e André Franco Montoro Filho (Sarney); Andrea Calabi e Luiz Carlos Mendonça de Barros (FHC) e Carlos Lessa (Lula). Todos repudiaram as teses de caixa preta.
Exibiram todo seu ódio acusando Dilma de ter praticado crime de Pedalada Fiscal sem conseguirem tipificar o crime, apenas destilando o ódio contra um projeto de soberania nacional que os fez comprar casa própria, trocar de carro, viajar de avião com a família, de férias, verem seus filhos ingressarem nas inalcançáveis Universidades e, enfim; se aliaram aos opressores entreguistas e lesa Pátrias.
Quatro anos passados já sabem, pelo menos que: ou faz autocrítica e vão às ruas para sentirem as dores provocadas pelos cabos de panelas; ou só vão poder andar pelas mesmas ruas falando de lado e olhando pro chão, tentando disfarçar que nunca tiveram culpa de nada do que fizeram e sentirem o enorme peso em ver que os que se perfilaram do lado certo da história vibram com a enorme quantidade de faixas "Lula livre" que estão dando a oportunidade única de fazer com que o STF seja minimamente confiável.
O Mau Dia Brasil de terça feira abriu com uma enorme faixa "Lula Livre" nas barbas do STF, enquanto manchetes afirmavam que Lula vai levar à ONU denúncia de que militares golpista, da reserva, e de Bolsonaro para mantê-lo prisioneiro de guerra.
Foi escancarado por toda a mídia alternativa que toda a quadrilha da Lava Jato comemorou muito a prisão de Lula. Afinal, foram pagos para tal.
A liberdade de imprensa sofre duros golpes com demissões e afastamentos de jornalistas a mando de quem pagou o golpe. Por coincidência Moro e Dallagnol estavam, exatamente, na matriz do golpe, com o Ministro de Estado cometendo o crime de não revelar sua agenda.
Com o Brasil praticamente em recessão técnica, o Banco Central anuncia que a economia está estagnada, fenômeno que contraria a máxima dos imbecis: "é só tirar a Dilma que o País volta a crescer".
De lá, Moro anuncia subordinação ao órgão de inteligência dos EUA, talvez se antecipando ao The Intercept no atestado de paternidade do golpe.
Como resposta ao descaramento da viajem da dupla, o deputado federal Alencar Santana do PT-SP vai entrar com ações na CCJ e PGR para que o esclareçam a viajem fora da pauta.
Fruto da pressão popular e do crescente descrédito internacional as raposa do "com Supremo com Tudo" recolocaram em pauta o julgamento de século, o H.C de Lula.
Do mundo civilizado vieram dois recados importantes: a confirmação oficial dos pagamentos de Tacla Duran ao sócio da mulher de Moro e a exclusão do Brasil da próxima reunião do G-20, definida pelo BRICS.
Bolsonaro mente e é desmentido pelo CEO da Fórmula 1, comprovando que os idiotas elegeram um verme para presidi-los.
Na pisada lenta e gradual, o The Intercept continua a sua cruzada de terror sobre o marreco de Maringá, trazendo à pauta a sombra do Ministro Teori Zavascki.
Provavelmente, em seus pesadelos, ouça Teori dizer: eu sei o que você fez no verão passado; enquanto isso, um grupo de Juízes Federais quer sua expulsão da AJUFE, entidade nacional da categoria.
Já o relator do processo de Lula na ONU detectou que a Lava Jato rompeu com os princípios da integralidade e da neutralidade nas decisões judiciais. Enquanto isso, no STF, prevaleceu o censo de humor do Barão de Itararé: de onde menos se espera, daí é que não sai nada. E sobre o voto de Celso de Melo, deveria ter sido secreto para envergonhar menos.
Um recado para Augusto Heleno: o avião da FAB que serve ao Presidente jamais deveria ser entregue a milicianos.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

Nelson Rodrigues já advertiu alhures: um dia os idiotas vão tomar conta do Brasil, não por terem capacidades, mas, por serem muitos.
No golpe de 2016, montado e monitorado nos Estados Unidos e executado pela quadrilha de Curitiba e seus comparsas na Mídia, no Judiciário e nas Forças Armadas, foram para as ruas vestidos de verde e amarelo, empunhando os patos da FIESP e brandindo os mantras que colocaram em seus cérebros de toucinho: abaixo a Lei Rouanet; fora PT, Lula e Dilma; abrir a caixa preta do BNDES; acabar com o auxilio reclusão.
Antes, já haviam gritado: não temos culpa, votamos no Aécio; somos todos, Cunha; somos todos Moro e nosso partido é o Brasil.
De concreto, temos: nunca souberam o que é a lei Rouanet, nem quem promulgou, nem a data; também berravam contra a lei do auxílio reclusão e pela abertura da caixa preta do BNDES. Sobre as leis, que continuem no obscurantismo.
Sobre o BNDES, a Associação dos funcionários do Banco fez um debate no dia 19/06, no Rio de Janeiro para desmascarar as enxurradas de mentiras. Participaram os seguintes ex-presidentes: Pio Borges (governo FHC); Luciano Coutinho (governos Lula e Dilma); Paulo Rabelo de Castro e Dyogo Oliveira (governo Temer) manifestaram apoio; Márcio Fortes e André Franco Montoro Filho (Sarney); Andrea Calabi e Luiz Carlos Mendonça de Barros (FHC) e Carlos Lessa (Lula). Todos repudiaram as teses de caixa preta.
Exibiram todo seu ódio acusando Dilma de ter praticado crime de Pedalada Fiscal sem conseguirem tipificar o crime, apenas destilando o ódio contra um projeto de soberania nacional que os fez comprar casa própria, trocar de carro, viajar de avião com a família, de férias, verem seus filhos ingressarem nas inalcançáveis Universidades e, enfim; se aliaram aos opressores entreguistas e lesa Pátrias.
Quatro anos passados já sabem, pelo menos que: ou faz autocrítica e vão às ruas para sentirem as dores provocadas pelos cabos de panelas; ou só vão poder andar pelas mesmas ruas falando de lado e olhando pro chão, tentando disfarçar que nunca tiveram culpa de nada do que fizeram e sentirem o enorme peso em ver que os que se perfilaram do lado certo da história vibram com a enorme quantidade de faixas "Lula livre" que estão dando a oportunidade única de fazer com que o STF seja minimamente confiável.
O Mau Dia Brasil de terça feira abriu com uma enorme faixa "Lula Livre" nas barbas do STF, enquanto manchetes afirmavam que Lula vai levar à ONU denúncia de que militares golpista, da reserva, e de Bolsonaro para mantê-lo prisioneiro de guerra.
Foi escancarado por toda a mídia alternativa que toda a quadrilha da Lava Jato comemorou muito a prisão de Lula. Afinal, foram pagos para tal.
A liberdade de imprensa sofre duros golpes com demissões e afastamentos de jornalistas a mando de quem pagou o golpe. Por coincidência Moro e Dallagnol estavam, exatamente, na matriz do golpe, com o Ministro de Estado cometendo o crime de não revelar sua agenda.
Com o Brasil praticamente em recessão técnica, o Banco Central anuncia que a economia está estagnada, fenômeno que contraria a máxima dos imbecis: "é só tirar a Dilma que o País volta a crescer".
De lá, Moro anuncia subordinação ao órgão de inteligência dos EUA, talvez se antecipando ao The Intercept no atestado de paternidade do golpe.
Como resposta ao descaramento da viajem da dupla, o deputado federal Alencar Santana do PT-SP vai entrar com ações na CCJ e PGR para que o esclareçam a viajem fora da pauta.
Fruto da pressão popular e do crescente descrédito internacional as raposa do "com Supremo com Tudo" recolocaram em pauta o julgamento de século, o H.C de Lula.
Do mundo civilizado vieram dois recados importantes: a confirmação oficial dos pagamentos de Tacla Duran ao sócio da mulher de Moro e a exclusão do Brasil da próxima reunião do G-20, definida pelo BRICS.
Bolsonaro mente e é desmentido pelo CEO da Fórmula 1, comprovando que os idiotas elegeram um verme para presidi-los.
Na pisada lenta e gradual, o The Intercept continua a sua cruzada de terror sobre o marreco de Maringá, trazendo à pauta a sombra do Ministro Teori Zavascki.
Provavelmente, em seus pesadelos, ouça Teori dizer: eu sei o que você fez no verão passado; enquanto isso, um grupo de Juízes Federais quer sua expulsão da AJUFE, entidade nacional da categoria.
Já o relator do processo de Lula na ONU detectou que a Lava Jato rompeu com os princípios da integralidade e da neutralidade nas decisões judiciais. Enquanto isso, no STF, prevaleceu o censo de humor do Barão de Itararé: de onde menos se espera, daí é que não sai nada. E sobre o voto de Celso de Melo, deveria ter sido secreto para envergonhar menos.
Um recado para Augusto Heleno: o avião da FAB que serve ao Presidente jamais deveria ser entregue a milicianos.
* Rômulo Rodrigues é militante político