Mais uma vítima

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Publicada em 26/06/2019 às 22:52:00

 

O combate à dengue exige dedi-
cação continuada. De nada 
adianta comemorar a redução de casos em um ano, para descuidar do Aedes Aegypti, no ano seguinte. É por subestimar a devastação provocada pelo mosquito que o Governo de Sergipe está agora obrigado a correr em busca do tempo perdido.
Ontem, um menino foi diagnosticado com dengue hemorrágica, antes de ser internado no Hospital de Urgência de Sergipe. Infelizmente, não é o primeiro caso registrado em 2019. Há até casos de crianças que foram a óbito. Sem providências, os inocentes continuarão morrendo.
Combater a dengue não é como inventar a roda. O feijão com arroz produz resultados efetivos. Não há mistério. É preciso arregaçar as mangas e encarar o trabalho. Agentes de combate a endemias precisam bater de porta em porta. Mutirões nos campos, coletas de entulhos, limpeza de terrenos baldio precisam se materializar, sem descanso. O fato é que a negligência das autoridades redunda no sono roubado aos sergipanos.
Dengue mata. Em Sergipe, onde o combate ao mosquito Aedes Aegypti é dos mais precários, somente este ano, o mal já derrubou sete. Infelizmente, as autoridades respondem às fatalidades sempre do mesmo modo, apelando à retórica, no susto. Se a postura dos entes públicos sobre os ombros de quem pesa a responsabilidade de cuidar da saúde dos sergipanos não mudar, o mosquito vai seguir matando. Até quando? Só os gestores da saúde local podem dizer.

O combate à dengue exige dedi- cação continuada. De nada  adianta comemorar a redução de casos em um ano, para descuidar do Aedes Aegypti, no ano seguinte. É por subestimar a devastação provocada pelo mosquito que o Governo de Sergipe está agora obrigado a correr em busca do tempo perdido.
Ontem, um menino foi diagnosticado com dengue hemorrágica, antes de ser internado no Hospital de Urgência de Sergipe. Infelizmente, não é o primeiro caso registrado em 2019. Há até casos de crianças que foram a óbito. Sem providências, os inocentes continuarão morrendo.
Combater a dengue não é como inventar a roda. O feijão com arroz produz resultados efetivos. Não há mistério. É preciso arregaçar as mangas e encarar o trabalho. Agentes de combate a endemias precisam bater de porta em porta. Mutirões nos campos, coletas de entulhos, limpeza de terrenos baldio precisam se materializar, sem descanso. O fato é que a negligência das autoridades redunda no sono roubado aos sergipanos.
Dengue mata. Em Sergipe, onde o combate ao mosquito Aedes Aegypti é dos mais precários, somente este ano, o mal já derrubou sete. Infelizmente, as autoridades respondem às fatalidades sempre do mesmo modo, apelando à retórica, no susto. Se a postura dos entes públicos sobre os ombros de quem pesa a responsabilidade de cuidar da saúde dos sergipanos não mudar, o mosquito vai seguir matando. Até quando? Só os gestores da saúde local podem dizer.