Sergipe é destaque na Feira Brasil Offshore

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  • Seis empresas sergipanas enviaram representantes

 

Em meio a um cenário de otimismo em relação à retomada da indústria petrolífera, Sergipe mais uma vez marca presença na Brasil Offshore, uma das mais importantes feiras do setor de óleo e gás do mundo.
O evento, promovido na cidade de Macaé (RJ), reúne até sexta-feira cerca de 600 empresas para realizar negócios e discutir temas relevantes para o setor.  De acordo com os organizadores, o objetivo é reunir 50 mil pessoas, com a expectativa de gerar R$ 300 milhões em novos negócios.
Seis empresas sergipanas participam do evento expondo seus produtos e serviços: Engepet, Vega Serviços Marítimos, Wellcon, Planeta Limpo, WN Serviços e ICT Manutenção e Inspeção de Solda. A participação dos empresários é mais uma ação de acesso a mercado do projeto Energias de Sergipe, desenvolvido pelo Sebrae.
Além de expor, os empreendedores também têm a oportunidade de participar de conferências técnicas e painéis sobre a Bacia de Campos e a área de petróleo e gás. Um dos destaques da programação é a Rodada de Negócios, que reúne grandes compradores do mercado e empresas fornecedoras de bens e serviços.
Bola da vez - Após o anúncio da descoberta de gás feita pela Petrobras neste mês de junho, Sergipe pode ser considerado a grande vitrine da cadeia de óleo e gás no país. Entre os visitantes e expositores é grande a curiosidade em relação ao potencial das novas reservas e as oportunidades que elas trarão para o setor.
Dos seis campos identificados pela Petrobras no estado deverão sair cerca de 20 milhões de metros cúbicos de gás por dia, o equivalente a um terço da produção nacional. As áreas, no entanto, fazem parte da política de desinvestimento da estatal e deverão ser leiloadas, podendo atrair a presença de investidores privados. É a esse mercado que as grandes companhias estão atentas.
De acordo com o Ministério de Minas e Energias, a expectativa é que a receita anual com o gás natural chegue a R$ 7 bilhões quando a produção estiver madura. Até 2024 a expectativa é que a produção de gás no estado alcance a marca de 40 milhões de metros cúbicos.
De acordo com o consultor do Sebrae em Sergipe, Aládio Antônio, o momento exige atenção dos sergipanos para conseguir aproveitar as oportunidades que surgirão nos próximos anos. " Estamos percebendo o interesse de empresários de outras regiões em querer conhecer o nosso mercado para identificar futuros parceiros e realizar negócios.  Hoje temos companhias reconhecidas no setor e que estão aptas a participar de qualquer projeto".

Em meio a um cenário de otimismo em relação à retomada da indústria petrolífera, Sergipe mais uma vez marca presença na Brasil Offshore, uma das mais importantes feiras do setor de óleo e gás do mundo.
O evento, promovido na cidade de Macaé (RJ), reúne até sexta-feira cerca de 600 empresas para realizar negócios e discutir temas relevantes para o setor.  De acordo com os organizadores, o objetivo é reunir 50 mil pessoas, com a expectativa de gerar R$ 300 milhões em novos negócios.
Seis empresas sergipanas participam do evento expondo seus produtos e serviços: Engepet, Vega Serviços Marítimos, Wellcon, Planeta Limpo, WN Serviços e ICT Manutenção e Inspeção de Solda. A participação dos empresários é mais uma ação de acesso a mercado do projeto Energias de Sergipe, desenvolvido pelo Sebrae.
Além de expor, os empreendedores também têm a oportunidade de participar de conferências técnicas e painéis sobre a Bacia de Campos e a área de petróleo e gás. Um dos destaques da programação é a Rodada de Negócios, que reúne grandes compradores do mercado e empresas fornecedoras de bens e serviços.

Bola da vez - Após o anúncio da descoberta de gás feita pela Petrobras neste mês de junho, Sergipe pode ser considerado a grande vitrine da cadeia de óleo e gás no país. Entre os visitantes e expositores é grande a curiosidade em relação ao potencial das novas reservas e as oportunidades que elas trarão para o setor.
Dos seis campos identificados pela Petrobras no estado deverão sair cerca de 20 milhões de metros cúbicos de gás por dia, o equivalente a um terço da produção nacional. As áreas, no entanto, fazem parte da política de desinvestimento da estatal e deverão ser leiloadas, podendo atrair a presença de investidores privados. É a esse mercado que as grandes companhias estão atentas.
De acordo com o Ministério de Minas e Energias, a expectativa é que a receita anual com o gás natural chegue a R$ 7 bilhões quando a produção estiver madura. Até 2024 a expectativa é que a produção de gás no estado alcance a marca de 40 milhões de metros cúbicos.
De acordo com o consultor do Sebrae em Sergipe, Aládio Antônio, o momento exige atenção dos sergipanos para conseguir aproveitar as oportunidades que surgirão nos próximos anos. " Estamos percebendo o interesse de empresários de outras regiões em querer conhecer o nosso mercado para identificar futuros parceiros e realizar negócios.  Hoje temos companhias reconhecidas no setor e que estão aptas a participar de qualquer projeto".

 


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