Bolsonaro em queda livre

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Publicada em 27/06/2019 às 22:42:00

 

A popularidade do presidente Jair 
Bolsonaro está em queda livre. E 
os índices econômicos auferidos junto à realidade concreta do País ajudam a explicar o descontentamento crescente da população. O presidente vive em guerra com inimigos próprios, reais e imaginários. Os trabalhadores, por sua vez, têm apenas uma preocupação: ficar de fora de uma fila monstruosa, formada por 13 milhões de brasileiros em busca de emprego.
Segundo o Ibope, apenas 32% dos brasileiros aprovam a gestão Bolsonaro, o pior índice registrado desde a sua posse, em janeiro. O desprestígio do presidente evoca outra estatística. A geração de empregos está muito aquém das projeções realizadas pelos especialistas.
O Brasil abriu 32.140 vagas de emprego com carteira assinada em maio, queda em relação ao mês anterior (129.601) e na comparação com o mesmo período do ano passado (33.659). Apesar de positivo, é o pior resultado para maio desde 2016, quando foram fechadas 72.615 vagas. O é produto da diferença entre contratações e demissões. Em maio, foram 1.347.304 contratações e 1.315.164 desligamentos.
Com a economia estagnada, à beira da recessão, o Brasil mergulha em desesperança profunda. Entre os trabalhadores, as projeções dos otimistas não reverberam. Ninguém viu ainda a luz no fim do túnel anunciada por uma reforma da previdência que tende a produzir um reflexo muito tímido sobre a economia e a criação de empregos, a exemplo do que ocorreu com a malfadada reforma trabalhista.

A popularidade do presidente Jair  Bolsonaro está em queda livre. E  os índices econômicos auferidos junto à realidade concreta do País ajudam a explicar o descontentamento crescente da população. O presidente vive em guerra com inimigos próprios, reais e imaginários. Os trabalhadores, por sua vez, têm apenas uma preocupação: ficar de fora de uma fila monstruosa, formada por 13 milhões de brasileiros em busca de emprego.
Segundo o Ibope, apenas 32% dos brasileiros aprovam a gestão Bolsonaro, o pior índice registrado desde a sua posse, em janeiro. O desprestígio do presidente evoca outra estatística. A geração de empregos está muito aquém das projeções realizadas pelos especialistas.
O Brasil abriu 32.140 vagas de emprego com carteira assinada em maio, queda em relação ao mês anterior (129.601) e na comparação com o mesmo período do ano passado (33.659). Apesar de positivo, é o pior resultado para maio desde 2016, quando foram fechadas 72.615 vagas. O é produto da diferença entre contratações e demissões. Em maio, foram 1.347.304 contratações e 1.315.164 desligamentos.
Com a economia estagnada, à beira da recessão, o Brasil mergulha em desesperança profunda. Entre os trabalhadores, as projeções dos otimistas não reverberam. Ninguém viu ainda a luz no fim do túnel anunciada por uma reforma da previdência que tende a produzir um reflexo muito tímido sobre a economia e a criação de empregos, a exemplo do que ocorreu com a malfadada reforma trabalhista.