A natureza sergipana é tema da Revista Cumbuca

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Publicada em 27/06/2019 às 22:57:00

 

A 23ª edição da Revista Cumbuca publicada pela Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise já está disponível. Nesta edição, a natureza sergipana é destaque. Com texto do jornalista Hugo Sidney e fotografias de Marcos Rodrigues o trabalho de pesquisa desenvolvido por eles enaltece uma nova percepção sobre a natureza sergipana, tema extremamente pertinente na atualidade. 
"Dessa vez, a capa da Cumbuca apresenta o Guigó-de-Sergipe, um primata que até 1999 era desconhecido pela ciência e que só é encontrado em terras sergipanas", explica o editor da revista, Amaral Cavalcante.
Entre outros destaques, o artista plástico Antônio da Cruz, com o seu texto 'Alguém que continua entre nós', fala da exposição que homenageia o saudoso poeta Araripe Coutinho. A mostra comemorou os 50 anos de nascimento do poeta.
O poeta Estácio Bahia contribui com a produção da Revista, apresenta suas poesias. O radialista e pesquisador Paulo Correa homenageia o cantor e compositor Jackson do Pandeiro, que se estivesse vivo completaria 100 anos dia 31 de agosto de 2019. Paulo Correa trata também da contribuição de Sergipe na obra do artista. "Sergipe tem uma importante contribuição na obra de Jackson do Pandeiro. E esse elo atende pelo nome de João Mello".
Todos sabem que os sebos literários de Aracaju são famosos por sua qualidade e quantidade, e o pesquisador e fotógrafo André Teixeira, traz em sua matéria curiosidades acerca dos sebos e suas experiências ante os passeios pela capital sergipana em busca de livros dos mais diversos. "Os sebos são bóias salva vida nesse mar tempestuoso e sombrio de ataque ao conhecimento e de fomento explícito à incultura que se constrói em boa parte do planeta", afirma André.
Fazendo uma analogia à mitologia grega, Lúcio Prado aborda as artes esculpidas por Zeus, escultor sergipano que tem suas obras espalhadas pelo mundo. Estas obras ímpares extrapolam as fronteiras de Sergipe e do Brasil, colocando-o no patamar dos maiores nomes das artes visuais na atualidade. "Zeus trafega da obra artística para a referência da cultura que a nação nordestina tem na alma, como herança e como identidade", diz Lúcio Prado.
E como desfecho dessa edição, Jorge Carvalho do Nascimento, historiador sergipano, narra um pouco sobre a história de quatro intelectuais católicos, como Manoel Cabral Machado, José Amado Nascimento, José Silvério Leite Fontes e Luiz Rabelo Leite, que contribuíram para engrandecer a cultura do Estado.

A 23ª edição da Revista Cumbuca publicada pela Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise já está disponível. Nesta edição, a natureza sergipana é destaque. Com texto do jornalista Hugo Sidney e fotografias de Marcos Rodrigues o trabalho de pesquisa desenvolvido por eles enaltece uma nova percepção sobre a natureza sergipana, tema extremamente pertinente na atualidade. 
"Dessa vez, a capa da Cumbuca apresenta o Guigó-de-Sergipe, um primata que até 1999 era desconhecido pela ciência e que só é encontrado em terras sergipanas", explica o editor da revista, Amaral Cavalcante.
Entre outros destaques, o artista plástico Antônio da Cruz, com o seu texto 'Alguém que continua entre nós', fala da exposição que homenageia o saudoso poeta Araripe Coutinho. A mostra comemorou os 50 anos de nascimento do poeta.
O poeta Estácio Bahia contribui com a produção da Revista, apresenta suas poesias. O radialista e pesquisador Paulo Correa homenageia o cantor e compositor Jackson do Pandeiro, que se estivesse vivo completaria 100 anos dia 31 de agosto de 2019. Paulo Correa trata também da contribuição de Sergipe na obra do artista. "Sergipe tem uma importante contribuição na obra de Jackson do Pandeiro. E esse elo atende pelo nome de João Mello".
Todos sabem que os sebos literários de Aracaju são famosos por sua qualidade e quantidade, e o pesquisador e fotógrafo André Teixeira, traz em sua matéria curiosidades acerca dos sebos e suas experiências ante os passeios pela capital sergipana em busca de livros dos mais diversos. "Os sebos são bóias salva vida nesse mar tempestuoso e sombrio de ataque ao conhecimento e de fomento explícito à incultura que se constrói em boa parte do planeta", afirma André.
Fazendo uma analogia à mitologia grega, Lúcio Prado aborda as artes esculpidas por Zeus, escultor sergipano que tem suas obras espalhadas pelo mundo. Estas obras ímpares extrapolam as fronteiras de Sergipe e do Brasil, colocando-o no patamar dos maiores nomes das artes visuais na atualidade. "Zeus trafega da obra artística para a referência da cultura que a nação nordestina tem na alma, como herança e como identidade", diz Lúcio Prado.
E como desfecho dessa edição, Jorge Carvalho do Nascimento, historiador sergipano, narra um pouco sobre a história de quatro intelectuais católicos, como Manoel Cabral Machado, José Amado Nascimento, José Silvério Leite Fontes e Luiz Rabelo Leite, que contribuíram para engrandecer a cultura do Estado.