60 anos de forró autêntico

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Um legítimo Power Trio
Um legítimo Power Trio

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Publicada em 27/06/2019 às 22:59:00

 

Programação Forró Caju:
PALCO LUIZ GONZAGA
28 de junho (Sexta-feira)
Avine Vinny
Luan Estilizado 
Trio Nordestino 
Márcia Felipe
29 de junho (Sábado)
Erivaldo de Carira 
Solange Almeida
Dedé Brasil e Jeanny Lins
Lourinho do Acordeon 
Jonas Esticado 
ARRAIAL DA CLEMILDA
28 de junho (Sexta-feira)
Samba de Coco do Mosqueiro
Quadrilha Unidos de Asa Branca
Robertinho dos Oito Baixos 
29 de junho (Sábado)
Grupo As Caceteiras 
Quadrilha Século XXI
Lucas Campelo 

Forró de verdade, diplomado na escola da vida, sem a pose estudada dos universitários fabricados por uma indústria pobre de espírito. A longevidade do Trio Nordestino - 60 anos de sanfona, zabumba e triângulo - é o seu único canudo.

Criado em 1958 na cidade de Salvador, o Trio Nordestino iniciou a formação clássica do forró: um legítimo Power Trio. Os fundadores Lindú, Coroné e Cobrinha lançaram o primeiro disco em 1962, apimentando a música brasileira com o suingue, o humor e a sensualidade do sertão. O feito soou tão bonito, a ponto de receber a bênção de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.

Da origem, nas ruas do Pelourinho, até a consagração nacional, entretanto, o caminho percorrido seria de muitos altos e baixos. Depois de duas tentativas frustradas na Odeon Records e na RCA, foi na Copacabana discos, em 1962, que o Trio Nordestino assinou contrato para o primeiro álbum, garantindo o sucesso com a canção 'Chupando gelo', o primeiro de muitos. 

O disco de maior sucesso veio em 1970 com a canção 'Procurando Tu', de Antônio Barros e J.Luna, responsável pela venda de mais de 1 milhão de discos, atingindo rádios de diversos segmentos em todo o Brasil.

Chegadas e partidas - Foi em 1982 que morreu Lindú, o líder e sanfoneiro do Trio Nordestino. Antes de sua partida, ele mesmo escolheu seu substituto: Gennaro. O cantor permaneceu no Trio durante 11 anos e após sua saída, em uma coincidência infeliz, quem parte é Cobrinha. Depois de mais uma perda Luiz Mário, filho de Lindú, assume os vocais e o triângulo. Já a sanfona passou a ser de Beto Sousa, afilhado de Lindú e filho de Antônio Ceará, compositor paraibano. Assim, junto com Coroné, o Trio Nordestino seguiu com uma nova geração, mas com o mesmo DNA sertanejo. 

Foi essa formação que lançou o primeiro disco na era dos CD's, em 1997, e permaneceu até 2005 quando o último fundador veio a falecer. Antes de partir, Coroné conferiu a seu neto, que passou a se chamar Coroneto, a missão de seguir a carreira como zabumbeiro, onde permaneceu por onze anos até passar o bastão para Jonas Santana, filho de Entre Rios.

Hoje, na 5ª geração, o Trio Nordestino segue firme e forte no cenário do forró brasileiro. 

Programação Forró Caju:
PALCO LUIZ GONZAGA
28 de junho (Sexta-feira)

Avine Vinny
Luan Estilizado 
Trio Nordestino 
Márcia Felipe

29 de junho (Sábado)
Erivaldo de Carira 
Solange Almeida
Dedé Brasil e Jeanny Lins
Lourinho do Acordeon 
Jonas Esticado 

ARRAIAL DA CLEMILDA
28 de junho (Sexta-feira)
Samba de Coco do Mosqueiro
Quadrilha Unidos de Asa Branca
Robertinho dos Oito Baixos 

29 de junho (Sábado)
Grupo As Caceteiras 
Quadrilha Século XXI
Lucas Campelo