Golpe com cartões clonados fez cerca de 50 vítimas

Geral


  • Uma casa no bairro Aruana funcionava como fábrica dos cartões clonados

 

A Polícia Civil detalhou 
ontem a prisão de três 
acusados de envolvimento com um golpe que envolve cartões bancários clonados a partir de dados roubados de clientes. Renilson Pedro da Silva, José Pereira Lira e Jorge Soares de Castro eram investigados há mais de um mês e foram presos no dia 24 de junho, enquanto saíam de uma agência bancária no centro da capital. Por meio deles, equipes da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol) e do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) encontraram uma casa no bairro Aruana (zona de expansão) que funcionava como fábrica dos cartões clonados.
A estimativa da polícia é de que os três suspeitos tenham causado um prejuízo de mais de R$ 300 mil a pelo menos 50 vítimas. De acordo com a delegada Mayra Fernanda Moinhos, da Dipol, as investigações começaram após as próprias instituições financeiras procurarem a Polícia Civil, explicando sobre indivíduos que estavam de posse de cartões clonados realizando transações financeiras fraudulentas. Os policiais passaram então a identificar a rotina desses indivíduos que, quase sequencialmente, iam a agências bancárias de posse desses cartões para realizar os golpes.
No dia 24 de junho, os suspeitos foram visualizados deixando a agência no centro. Os policiais fizeram vigilância para verificar se eles iriam até o laboratório da associação criminosa, mas nesse dia, o grupo parou em outro estabelecimento comercial. Nesta oportunidade foi realizada a prisão do trio, junto com o apoio da Polícia Militar da área, o Batalhão de Polícia de Turismo (BPTur). Os homens se negaram a dizer onde estavam hospedados. 
A investigação continuou com o apoio da Dipol, e no dia 27 de junho, a casa onde funcionava a produção dos cartões clonados foi encontrada. "Foram apreendidos 120 cartões, impressoras, gravadores e leitoras de cartões magnéticos, além de várias anotações, que leva a concluir que de fato toda a cadeia produtiva do cartão se dava nesse laboratório", disse Mayra.
Renilson já possui passagens pela polícia e tinha mandado de prisão aberto pela Polícia Civil de Sergipe pelo mesmo crime que está sendo acusado. "Renilson dominava a prática de instalar equipamentos eletrônicos de captação de dados que é conhecido como 'chupa-cabra', e a partir da captação produziam os cartões clonados para a realização dos saques", afirmou a delegada. 
Após a divulgação das imagens dos envolvidos pelo Instagram da Polícia Civil, uma vítima reconheceu Jorge Castro como o indivíduo que realizou compras numa loja de brinquedos com o cartão clonado. A polícia pede que as possíveis vítimas ou testemunhas que reconheçam os acusados façam a denúncia à Polícia, através do Disque Denúncia (181). A ligação é gratuita e o cidadão não precisa se identificar.

A Polícia Civil detalhou  ontem a prisão de três  acusados de envolvimento com um golpe que envolve cartões bancários clonados a partir de dados roubados de clientes. Renilson Pedro da Silva, José Pereira Lira e Jorge Soares de Castro eram investigados há mais de um mês e foram presos no dia 24 de junho, enquanto saíam de uma agência bancária no centro da capital. Por meio deles, equipes da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol) e do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) encontraram uma casa no bairro Aruana (zona de expansão) que funcionava como fábrica dos cartões clonados.
A estimativa da polícia é de que os três suspeitos tenham causado um prejuízo de mais de R$ 300 mil a pelo menos 50 vítimas. De acordo com a delegada Mayra Fernanda Moinhos, da Dipol, as investigações começaram após as próprias instituições financeiras procurarem a Polícia Civil, explicando sobre indivíduos que estavam de posse de cartões clonados realizando transações financeiras fraudulentas. Os policiais passaram então a identificar a rotina desses indivíduos que, quase sequencialmente, iam a agências bancárias de posse desses cartões para realizar os golpes.
No dia 24 de junho, os suspeitos foram visualizados deixando a agência no centro. Os policiais fizeram vigilância para verificar se eles iriam até o laboratório da associação criminosa, mas nesse dia, o grupo parou em outro estabelecimento comercial. Nesta oportunidade foi realizada a prisão do trio, junto com o apoio da Polícia Militar da área, o Batalhão de Polícia de Turismo (BPTur). Os homens se negaram a dizer onde estavam hospedados. 
A investigação continuou com o apoio da Dipol, e no dia 27 de junho, a casa onde funcionava a produção dos cartões clonados foi encontrada. "Foram apreendidos 120 cartões, impressoras, gravadores e leitoras de cartões magnéticos, além de várias anotações, que leva a concluir que de fato toda a cadeia produtiva do cartão se dava nesse laboratório", disse Mayra.
Renilson já possui passagens pela polícia e tinha mandado de prisão aberto pela Polícia Civil de Sergipe pelo mesmo crime que está sendo acusado. "Renilson dominava a prática de instalar equipamentos eletrônicos de captação de dados que é conhecido como 'chupa-cabra', e a partir da captação produziam os cartões clonados para a realização dos saques", afirmou a delegada. 
Após a divulgação das imagens dos envolvidos pelo Instagram da Polícia Civil, uma vítima reconheceu Jorge Castro como o indivíduo que realizou compras numa loja de brinquedos com o cartão clonado. A polícia pede que as possíveis vítimas ou testemunhas que reconheçam os acusados façam a denúncia à Polícia, através do Disque Denúncia (181). A ligação é gratuita e o cidadão não precisa se identificar.

 


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