Prefeitura orienta população a atuar para prevenir e combater focos do Aedes aegypti

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Agentes de endemias estão fiscalizando imóveis em áreas mais afetadas
Agentes de endemias estão fiscalizando imóveis em áreas mais afetadas

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Publicada em 05/07/2019 às 01:01:00

 

Para evitar a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, a Prefeitura de Aracaju tem atuado de maneira intensa, e iniciou, na segunda-feira (1) a execução do Plano de Intensificação das Ações de Combate ao mosquito, medida que visa reforçar o trabalho de prevenção e controle de processos epidêmicos e evitar a ocorrência de mortes e complicações derivadas de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.
Devido ao período de grandes chuvas, a quantidade de criadouros do mosquito tende a aumentar. Isso porque, o descuido com material propenso a acúmulo de água pode gerar criadouros. "Nós estamos em um período do ano que tem mais focos, a chuva está aí, eu tenho um depósito, tenho um brinquedo no fundo do quintal, e com a chuva vou ter água acumulada", alerta a diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Taise Cavalcante, ao destacar que, embora no frio o desenvolvimento das larvas seja mais lento, cerca de 15 a 20 dias para chegar à fase adulto, as chuvas potencializam o acúmulo de água.
As doenças causadas pelo Aedes são transmitidas pelo mosquito fêmea, que transmitem o vírus quando vão em busca do sangue humano para o desenvolvimento de seus ovos. O mosquito fêmea deposita seus a cada 3 dias e em cada um deles pode colocar até 200 ovos. 
"Considerando que, a partir do momento que uma fêmea infectada coloca seus ovos, todos eles podem nascer com vírus e quando se transformarem em mosquito adulto transmitirão a doença. Ele pula um ciclo, o de não se contaminar primeiro com alguém que está doente, e já nasce transmissor de doença. Se você tiver um local com vários depósitos, o mosquito vai colocar seus ovos em todos eles", alerta Taíse.
No último Levantamento Rápido de Índices do Aedes aegypti (LIRAa), feito pela Secretaria Municipal de Saúde e divulgado no dia 17 de maio, houve uma indicação de risco médio de uma infestação em Aracaju, ao subir de 1,2 para 1,8. Esse é um indicador que o município toma como base para intensificar suas ações, tendo o resultado de 0 a 0,9 como um baixo risco, 1 a 3,9 risco médio ou alerta, e 4 ou acima disso, alto risco ou epidemia.
O LIRAa começa a ser realizado no início de janeiro e ocorre a cada dois meses. Assim como esse levantamento, a Prefeitura realizou, de janeiro a maio, 11 mutirões, coleta de 25.097 pneus e aplicação de 70 fumacês costais. De acordo com a diretora de Vigilância da SMS, o trabalho é realizado em dois períodos: durante a manhã, com a busca das incidências, e no fim de tarde, horário de maior atividade do mosquito, com aplicação do fumacê. São os chamados bloqueio de caso e bloqueio de transmissão. 

Para evitar a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, a Prefeitura de Aracaju tem atuado de maneira intensa, e iniciou, na segunda-feira (1) a execução do Plano de Intensificação das Ações de Combate ao mosquito, medida que visa reforçar o trabalho de prevenção e controle de processos epidêmicos e evitar a ocorrência de mortes e complicações derivadas de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.
Devido ao período de grandes chuvas, a quantidade de criadouros do mosquito tende a aumentar. Isso porque, o descuido com material propenso a acúmulo de água pode gerar criadouros. "Nós estamos em um período do ano que tem mais focos, a chuva está aí, eu tenho um depósito, tenho um brinquedo no fundo do quintal, e com a chuva vou ter água acumulada", alerta a diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Taise Cavalcante, ao destacar que, embora no frio o desenvolvimento das larvas seja mais lento, cerca de 15 a 20 dias para chegar à fase adulto, as chuvas potencializam o acúmulo de água.
As doenças causadas pelo Aedes são transmitidas pelo mosquito fêmea, que transmitem o vírus quando vão em busca do sangue humano para o desenvolvimento de seus ovos. O mosquito fêmea deposita seus a cada 3 dias e em cada um deles pode colocar até 200 ovos. 
"Considerando que, a partir do momento que uma fêmea infectada coloca seus ovos, todos eles podem nascer com vírus e quando se transformarem em mosquito adulto transmitirão a doença. Ele pula um ciclo, o de não se contaminar primeiro com alguém que está doente, e já nasce transmissor de doença. Se você tiver um local com vários depósitos, o mosquito vai colocar seus ovos em todos eles", alerta Taíse.
No último Levantamento Rápido de Índices do Aedes aegypti (LIRAa), feito pela Secretaria Municipal de Saúde e divulgado no dia 17 de maio, houve uma indicação de risco médio de uma infestação em Aracaju, ao subir de 1,2 para 1,8. Esse é um indicador que o município toma como base para intensificar suas ações, tendo o resultado de 0 a 0,9 como um baixo risco, 1 a 3,9 risco médio ou alerta, e 4 ou acima disso, alto risco ou epidemia.
O LIRAa começa a ser realizado no início de janeiro e ocorre a cada dois meses. Assim como esse levantamento, a Prefeitura realizou, de janeiro a maio, 11 mutirões, coleta de 25.097 pneus e aplicação de 70 fumacês costais. De acordo com a diretora de Vigilância da SMS, o trabalho é realizado em dois períodos: durante a manhã, com a busca das incidências, e no fim de tarde, horário de maior atividade do mosquito, com aplicação do fumacê. São os chamados bloqueio de caso e bloqueio de transmissão.