Justiça faz nova audiência do caso George Magalhães

Cidades

 

Foi realizada ontem, no Fórum Gumercindo Bessa, no Capucho (zona oeste), mais uma audiência de instrução do processo que envolve o radialista George Magalhães, acusado de estuprar uma servente do condomínio onde ele morava, na Atalaia (zona sul). Durante toda a manhã, quatro testemunhas arroladas pela defesa foram interrogadas pela juíza Olga Silva Barreto, da 1° Vara Criminal de Aracaju. Outras duas pessoas relacionadas ao processo, incluindo o próprio George, foram inquiridos na presença de advogados e promotores do Ministério Público. 
Entre os convocados, está uma diarista que trabalha na casa do réu e negou ter sido assediada ou importunada por ele em todo esse tempo. Outra testemunha de defesa foi o empresário e ex-vereador Sandro de Miro, dono da rádio Fan FM, onde George fazia um programa jornalístico matinal. Após a revelação da acusação de estupro e a consequente prisão preventiva do radialista, ocorrida entre setembro e dezembro do ano passado, ele foi recontratado e deslocado para outra emissora do grupo, em Carmópolis (Vale do Cotinguiba). 
Magalhães responde a processo pelas acusações de estupro e corrupção de testemunhas, pois, segundo a investigação da Polícia Civil teria oferecido dinheiro a um funcionário do condomínio para que ele mudasse seu depoimento e negasse o ataque à servente. O réu nega todas as acusações. Agora, o processo passa para as alegações finais da acusação e da defesa, sem prazo definido para julgamento. 

Foi realizada ontem, no Fórum Gumercindo Bessa, no Capucho (zona oeste), mais uma audiência de instrução do processo que envolve o radialista George Magalhães, acusado de estuprar uma servente do condomínio onde ele morava, na Atalaia (zona sul). Durante toda a manhã, quatro testemunhas arroladas pela defesa foram interrogadas pela juíza Olga Silva Barreto, da 1° Vara Criminal de Aracaju. Outras duas pessoas relacionadas ao processo, incluindo o próprio George, foram inquiridos na presença de advogados e promotores do Ministério Público. 
Entre os convocados, está uma diarista que trabalha na casa do réu e negou ter sido assediada ou importunada por ele em todo esse tempo. Outra testemunha de defesa foi o empresário e ex-vereador Sandro de Miro, dono da rádio Fan FM, onde George fazia um programa jornalístico matinal. Após a revelação da acusação de estupro e a consequente prisão preventiva do radialista, ocorrida entre setembro e dezembro do ano passado, ele foi recontratado e deslocado para outra emissora do grupo, em Carmópolis (Vale do Cotinguiba). 
Magalhães responde a processo pelas acusações de estupro e corrupção de testemunhas, pois, segundo a investigação da Polícia Civil teria oferecido dinheiro a um funcionário do condomínio para que ele mudasse seu depoimento e negasse o ataque à servente. O réu nega todas as acusações. Agora, o processo passa para as alegações finais da acusação e da defesa, sem prazo definido para julgamento. 

 


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