Aécio Neves vira réu por propina de R$ 2 milhões da JBS

Nacional

 

Brasil247
A Justiça Federal de São Paulo recebeu a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) e o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) se tornou réu por corrupção passiva e tentativa de obstrução judicial das investigações da Lava Jato.
A acusação, do ex-procurador-geral Rodrigo Janot, foi feita a partir de delações de Joesley Batista, do Grupo J&F, que afirmou ter pago propina no valor de R$ 2 milhões ao deputado. 
Em conversa entre Aécio e Josley datada de 24 de março de 2017, em um hotel de São Paulo, eles acertam como será feita a entrega do dinheiro. 
"Se for você pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança", diz Joesley. E Aécio responde: "Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação".
Também são acusados de corrupção passiva a irmã do senador, Andréa Neves, um primo dele e um assessor parlamentar do congressista. Em troca, ele teria prestado favores políticos a Joesley.
Em março, o STF bloqueou R$ 1,7 milhão em bens do deputado. O caso estava sob investigação no STF e foi transferido para São Paulo após o Supremo decidir que o foro por prerrogativa de função dos parlamentares refere-se apenas a crimes cometidos no cargo e em função dele. Aécio na época era senador e, agora, é deputado federal.

A Justiça Federal de São Paulo recebeu a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) e o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) se tornou réu por corrupção passiva e tentativa de obstrução judicial das investigações da Lava Jato.
A acusação, do ex-procurador-geral Rodrigo Janot, foi feita a partir de delações de Joesley Batista, do Grupo J&F, que afirmou ter pago propina no valor de R$ 2 milhões ao deputado. Em conversa entre Aécio e Josley datada de 24 de março de 2017, em um hotel de São Paulo, eles acertam como será feita a entrega do dinheiro. 
"Se for você pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança", diz Joesley. E Aécio responde: "Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação".
Também são acusados de corrupção passiva a irmã do senador, Andréa Neves, um primo dele e um assessor parlamentar do congressista. Em troca, ele teria prestado favores políticos a Joesley.
Em março, o STF bloqueou R$ 1,7 milhão em bens do deputado. O caso estava sob investigação no STF e foi transferido para São Paulo após o Supremo decidir que o foro por prerrogativa de função dos parlamentares refere-se apenas a crimes cometidos no cargo e em função dele. Aécio na época era senador e, agora, é deputado federal.


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