Artesãos sergipanos marcam presença na 20º Fenearte, em Pernambuco

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Publicada em 09/07/2019 às 22:37:00

 

Artesãos de Sergipe marcam presença, mais uma vez, na 20ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), que teve início na última quarta-feira, 03 de julho, em Olinda (PE). Acompanhados pela equipe da coordenadoria do Artesanato da Secretaria de Estado da Inclusão, da Assistência Social e do Trabalho (Seit), dez artesãos de diversos municípios sergipanos expõem peças de bordados, renda irlandesa, palha de taboa, cerâmica, crochê, patchwork, bonecos de juta e de tecido, bonecas de cabaça e instrumentos musicais feitos a mão, até o dia 14 de julho.
Os artesãos sergipanos dos municípios de Aracaju, Divina Pastora, Ilha das Flores, Maruim e Graccho Cardoso, expõem no stand, que chama atenção pela riqueza e variedade de produtos. De acordo com a coordenadora de Artesanato da Seit, Ana Rosa Tavares, as peças sergipanas mais procuradas são os bordados, a renda irlandesa e as peças em cerâmica que, segundo ela, são diferenciadas de todas já vistas em outras feiras.
"O stand do artesanato sergipano é muito visitado porque são peças diferenciadas, de alta qualidade e bem acabadas. Aqui, os artesãos conseguem vender em quase dez dias o que não vendem em um ano inteiro. A Fenearte atrai visitantes não só de Pernambuco, mas também de outros estados e países. Então, é muito importante a participação em eventos desse porte", disse a coordenadora de Artesanato da Seit, Ana Rosa Tavares.
Considerada a maior feira de artesanato da América Latina, a Fenearte representa uma oportunidade de expansão de negócios artesanais, como conta a ceramista, Josy Mendonça. "É a primeira vez que participo desta feira e estou muito satisfeita. Nossos produtos estão tendo uma recepção excelente e estamos divulgando as nossas peças em nível internacional. A grande novidade é que trouxemos uma inovação: a junção do barro à renda irlandesa, que é patrimônio cultural e imaterial do Brasil", destacou a artesã do município de Divina Pastora.
Profissão Artesão - Os artesãos sergipanos que participam da Fenearte fazem parte do Programa Artesanato de Sergipe e foram selecionados através de curadoria formada por representantes da coordenação estadual de Artesanato, de técnicos artesãos, da Federação dos Artesãos do Estado de Sergipe e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Eles recebem o incentivo do governo de Sergipe, através do custeio do transporte das mercadorias; e do Governo Federal, com a cessão dos stands para os estados, no âmbito do Programa do Artesanato Brasileiro. A contrapartida do artesão é o custeio das suas despesas pessoais.
A profissão de artesão é regulamentada pela Lei nº 13.180, de 23 de outubro de 2015, que estabelece diretrizes para as políticas públicas de fomento à profissão, institui a carteira profissional para a categoria e autoriza o poder Executivo a dar apoio aos artesãos. Através do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB Sergipe), a Seit emite a Carteira Nacional do Artesão com validade de quatro anos, em todo o território nacional.

Artesãos de Sergipe marcam presença, mais uma vez, na 20ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), que teve início na última quarta-feira, 03 de julho, em Olinda (PE). Acompanhados pela equipe da coordenadoria do Artesanato da Secretaria de Estado da Inclusão, da Assistência Social e do Trabalho (Seit), dez artesãos de diversos municípios sergipanos expõem peças de bordados, renda irlandesa, palha de taboa, cerâmica, crochê, patchwork, bonecos de juta e de tecido, bonecas de cabaça e instrumentos musicais feitos a mão, até o dia 14 de julho.
Os artesãos sergipanos dos municípios de Aracaju, Divina Pastora, Ilha das Flores, Maruim e Graccho Cardoso, expõem no stand, que chama atenção pela riqueza e variedade de produtos. De acordo com a coordenadora de Artesanato da Seit, Ana Rosa Tavares, as peças sergipanas mais procuradas são os bordados, a renda irlandesa e as peças em cerâmica que, segundo ela, são diferenciadas de todas já vistas em outras feiras.
"O stand do artesanato sergipano é muito visitado porque são peças diferenciadas, de alta qualidade e bem acabadas. Aqui, os artesãos conseguem vender em quase dez dias o que não vendem em um ano inteiro. A Fenearte atrai visitantes não só de Pernambuco, mas também de outros estados e países. Então, é muito importante a participação em eventos desse porte", disse a coordenadora de Artesanato da Seit, Ana Rosa Tavares.
Considerada a maior feira de artesanato da América Latina, a Fenearte representa uma oportunidade de expansão de negócios artesanais, como conta a ceramista, Josy Mendonça. "É a primeira vez que participo desta feira e estou muito satisfeita. Nossos produtos estão tendo uma recepção excelente e estamos divulgando as nossas peças em nível internacional. A grande novidade é que trouxemos uma inovação: a junção do barro à renda irlandesa, que é patrimônio cultural e imaterial do Brasil", destacou a artesã do município de Divina Pastora.

Profissão Artesão - Os artesãos sergipanos que participam da Fenearte fazem parte do Programa Artesanato de Sergipe e foram selecionados através de curadoria formada por representantes da coordenação estadual de Artesanato, de técnicos artesãos, da Federação dos Artesãos do Estado de Sergipe e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Eles recebem o incentivo do governo de Sergipe, através do custeio do transporte das mercadorias; e do Governo Federal, com a cessão dos stands para os estados, no âmbito do Programa do Artesanato Brasileiro. A contrapartida do artesão é o custeio das suas despesas pessoais.
A profissão de artesão é regulamentada pela Lei nº 13.180, de 23 de outubro de 2015, que estabelece diretrizes para as políticas públicas de fomento à profissão, institui a carteira profissional para a categoria e autoriza o poder Executivo a dar apoio aos artesãos. Através do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB Sergipe), a Seit emite a Carteira Nacional do Artesão com validade de quatro anos, em todo o território nacional.