Polícia procura acusado de matar bebê em Areia Branca

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Publicada em 09/07/2019 às 22:53:00

 

Gabriel Damásio
Um crime bárbaro 
cometido na ma-
drugada de ontem chocou a população: o bebê Samuel Santos Góis, de apenas quatro meses, morreu depois de ser brutalmente agredido dentro da própria casa, no povoado Junco, em Areia Branca (Agreste). O pai da criança, o eletricista Douglas Raeli Santos Góes, é apontado como o principal suspeito do crime e está sendo procurado pelas polícias Civil e Militar. Segundo a polícia, ele estaria embriagado no momento em que bateu a cabeça do menino contra uma parede. 
O crime foi denunciado por volta das 6h30 de ontem, quando a mãe do menino ligou para a Polícia Militar e pediu socorro, relatando que o filho estava morto na cama, ao lado dela, e com graves ferimentos na cabeça. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas a equipe enviada ao local só pode apenas constatar a morte do bebê. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), em Aracaju.
O capitão George Xavier, comandante da 1ª Companhia do 3º Batalhão de Polícia Militar (1ª Cia/3º BPM), disse que a mãe das crianças afirmou não se lembrar de nada do que aconteceu naquela madrugada, pois estava bebendo cerveja com o suspeito durante toda a noite e acabou dormindo, tendo acordado apenas na manhã de ontem. Segundo o capitão, as principais informações foram passadas pelo enteado do acusado, um menino de oito anos, que é filho da mãe do bebê. O garoto contou à polícia que o bebê estava chorando muito e Douglas, possivelmente embriagado, teria segurado Samuel, dando-lhe tapas e jogando-o contra a parede. Em seguida, o padrasto foi visto fechando a porta de casa e saindo de lá em um carro. 
A principal suspeita é de que ele teria seguido para Itabaiana, onde mora com outra família. Outra linha de investigação aponta para uma suposta rejeição do eletricista ao bebê, que era fruto de um relacionamento extraconjugal com a mãe da vítima. Douglas é considerado foragido e não foi localizado até o fechamento desta edição. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Areia Branca, com participação de equipes do 3º BPM. Qualquer informação sobre o paradeiro do acusado pode ser repassada de forma gratuita e anônima através dos telefones 181 (Disque-Denúncia) ou 190 (Polícia Militar).

Gabriel Damásio

Um crime bárbaro  cometido na ma- drugada de ontem chocou a população: o bebê Samuel Santos Góis, de apenas quatro meses, morreu depois de ser brutalmente agredido dentro da própria casa, no povoado Junco, em Areia Branca (Agreste). O pai da criança, o eletricista Douglas Raeli Santos Góes, é apontado como o principal suspeito do crime e está sendo procurado pelas polícias Civil e Militar. Segundo a polícia, ele estaria embriagado no momento em que bateu a cabeça do menino contra uma parede. 
O crime foi denunciado por volta das 6h30 de ontem, quando a mãe do menino ligou para a Polícia Militar e pediu socorro, relatando que o filho estava morto na cama, ao lado dela, e com graves ferimentos na cabeça. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas a equipe enviada ao local só pode apenas constatar a morte do bebê. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), em Aracaju.
O capitão George Xavier, comandante da 1ª Companhia do 3º Batalhão de Polícia Militar (1ª Cia/3º BPM), disse que a mãe das crianças afirmou não se lembrar de nada do que aconteceu naquela madrugada, pois estava bebendo cerveja com o suspeito durante toda a noite e acabou dormindo, tendo acordado apenas na manhã de ontem. Segundo o capitão, as principais informações foram passadas pelo enteado do acusado, um menino de oito anos, que é filho da mãe do bebê. O garoto contou à polícia que o bebê estava chorando muito e Douglas, possivelmente embriagado, teria segurado Samuel, dando-lhe tapas e jogando-o contra a parede. Em seguida, o padrasto foi visto fechando a porta de casa e saindo de lá em um carro. 
A principal suspeita é de que ele teria seguido para Itabaiana, onde mora com outra família. Outra linha de investigação aponta para uma suposta rejeição do eletricista ao bebê, que era fruto de um relacionamento extraconjugal com a mãe da vítima. Douglas é considerado foragido e não foi localizado até o fechamento desta edição. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Areia Branca, com participação de equipes do 3º BPM. Qualquer informação sobre o paradeiro do acusado pode ser repassada de forma gratuita e anônima através dos telefones 181 (Disque-Denúncia) ou 190 (Polícia Militar).