Seis bairros apresentam alto risco de infestação da dengue

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A secretária Waneska Barboza durante o anúncio do LIRAa
A secretária Waneska Barboza durante o anúncio do LIRAa

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Publicada em 12/07/2019 às 22:58:00

 

A Prefeitura de Aracaju, 
por meio da Secretaria 
Municipal da Saúde (SMS), apresentou na tarde desta sexta-feira os dados do 4º Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2019. O índice de infestação na capital sergipana foi de 2,6, número considerado como de médio risco para o aparecimento de surtos ou epidemias.
Dos 43 bairros, apenas seis (Olaria, José Conrado de Araújo, Industrial, Santo Antônio, Dom Luciano, Pereira Lobo) apresentaram o índice predial acima de 4, considerado de alto risco. Os índices registrados nestes bairros foram de 7,2; 7,2; 7; 7; 4,1 e 4, respectivamente. 
A divulgação, realizada no auditório da SMS, no bairro Coroa do Meio, foi feita pela secretária municipal da saúde Waneska Barboza, pelo secretário-adjunto Carlos Noronha e pela diretora de Vigilância e Atenção à Saúde, Taíse Cavalcante. O levantamento também apontou que dos 43 bairros da capital sergipana, 13 foram classificados em baixo risco (satisfatório), 24 bairros em médio risco (alerta).
De acordo com a análise, o maior número de focos (mais de 80%) foi identificado em locais como vasos e pratos de plantas, ralos, pias de banheiro, lavanderias, tonéis, baldes e vasos sanitários das residências. Outro dado importante é que nenhum foco foi encontrado em terrenos baldios durante a coleta de materiais.
Waneska Barboza reforça que esses focos precisam ser eliminados pela população. "Nós precisamos que as pessoas entendam que a gente não pode baixar a guarda. A gente precisa entender mais do que nunca que esse é um problema coletivo. Cada um de nós tem que fazer a sua parte para evitar casos confirmados, ou mesmo doenças circulantes e óbitos, como vemos em todo país", alertou.
Ciclo - O surgimento das doenças transmitidas pelo Aedes possuem comportamento periódico. A cada quatro anos existe a propensão de existência de surtos. "Estamos em um ano em que a tendência é ter aumento. Temos visto isso no Brasil como um todo e em Aracaju não poderia ser diferente. Porém, pelas ações que desenvolvemos, temos conseguido nos manter com um risco mediano. Não temos risco de epidemia, porém, os casos que vêm aparecendo são casos mais graves", explicou a secretária Waneska.
A diretora Taíse Cavalcante destacou ainda que a identificação dos casos é fundamental para as ações de combate ao mosquito. "De acordo com a pesquisa que o Laboratório Central faz, a circulação no município é dos vírus da dengue tipo 1 e dengue tipo 2. É importante sabermos qual o tipo e avaliar isso com o resultado do LIRAa para que as ações sejam direcionadas para a problemática que foi encontrada naquele local e que assim possamos evitar que outras pessoas adoeçam", frisou.
De maneira geral, considerando o número de habitantes da cidade, Aracaju foi classificada com baixa incidência para epidemia, registrando 70,11 casos por 100 mil habitantes, o que não significa que as ações devem diminuir. Pelos números de referência do Ministério da Saúde, até 100 casos por 100 mil habitantes a incidência é considerada baixa. Até 300 casos, média e a partir de 301, alta (epidemia).
Em 2019, já foram realizados três LIRAa. No mês de janeiro, foi registrado um índice de 1,2, em março, que se manteve o mês do anterior. Já em maio, como o previsto, houve um aumento, e o índice foi de 1,8, o que colocou a capital na classificação de médio risco.

A Prefeitura de Aracaju,  por meio da Secretaria  Municipal da Saúde (SMS), apresentou na tarde desta sexta-feira os dados do 4º Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2019. O índice de infestação na capital sergipana foi de 2,6, número considerado como de médio risco para o aparecimento de surtos ou epidemias.
Dos 43 bairros, apenas seis (Olaria, José Conrado de Araújo, Industrial, Santo Antônio, Dom Luciano, Pereira Lobo) apresentaram o índice predial acima de 4, considerado de alto risco. Os índices registrados nestes bairros foram de 7,2; 7,2; 7; 7; 4,1 e 4, respectivamente. 
A divulgação, realizada no auditório da SMS, no bairro Coroa do Meio, foi feita pela secretária municipal da saúde Waneska Barboza, pelo secretário-adjunto Carlos Noronha e pela diretora de Vigilância e Atenção à Saúde, Taíse Cavalcante. O levantamento também apontou que dos 43 bairros da capital sergipana, 13 foram classificados em baixo risco (satisfatório), 24 bairros em médio risco (alerta).
De acordo com a análise, o maior número de focos (mais de 80%) foi identificado em locais como vasos e pratos de plantas, ralos, pias de banheiro, lavanderias, tonéis, baldes e vasos sanitários das residências. Outro dado importante é que nenhum foco foi encontrado em terrenos baldios durante a coleta de materiais.
Waneska Barboza reforça que esses focos precisam ser eliminados pela população. "Nós precisamos que as pessoas entendam que a gente não pode baixar a guarda. A gente precisa entender mais do que nunca que esse é um problema coletivo. Cada um de nós tem que fazer a sua parte para evitar casos confirmados, ou mesmo doenças circulantes e óbitos, como vemos em todo país", alertou.

Ciclo - O surgimento das doenças transmitidas pelo Aedes possuem comportamento periódico. A cada quatro anos existe a propensão de existência de surtos. "Estamos em um ano em que a tendência é ter aumento. Temos visto isso no Brasil como um todo e em Aracaju não poderia ser diferente. Porém, pelas ações que desenvolvemos, temos conseguido nos manter com um risco mediano. Não temos risco de epidemia, porém, os casos que vêm aparecendo são casos mais graves", explicou a secretária Waneska.
A diretora Taíse Cavalcante destacou ainda que a identificação dos casos é fundamental para as ações de combate ao mosquito. "De acordo com a pesquisa que o Laboratório Central faz, a circulação no município é dos vírus da dengue tipo 1 e dengue tipo 2. É importante sabermos qual o tipo e avaliar isso com o resultado do LIRAa para que as ações sejam direcionadas para a problemática que foi encontrada naquele local e que assim possamos evitar que outras pessoas adoeçam", frisou.
De maneira geral, considerando o número de habitantes da cidade, Aracaju foi classificada com baixa incidência para epidemia, registrando 70,11 casos por 100 mil habitantes, o que não significa que as ações devem diminuir. Pelos números de referência do Ministério da Saúde, até 100 casos por 100 mil habitantes a incidência é considerada baixa. Até 300 casos, média e a partir de 301, alta (epidemia).
Em 2019, já foram realizados três LIRAa. No mês de janeiro, foi registrado um índice de 1,2, em março, que se manteve o mês do anterior. Já em maio, como o previsto, houve um aumento, e o índice foi de 1,8, o que colocou a capital na classificação de médio risco.