Educação a pão e água

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Publicada em 15/07/2019 às 22:36:00

 

A educação é dos segmentos mais 
sacrificados pela gestão Bolso-
naro.  A indisposição da presidência da República com os profissionais em atividade na sala de aula se dá tanto no plano do discurso, quando os auxiliares diretos do presidente acusam professores de promover a doutrinação ideológica, quanto em termos econômicos, com o corte de recursos. Para todos os efeitos, trata-se aqui do pior projeto na história recente da educação brasileira, da alfabetização até a universidade.
Levantamento do jornal Folha de São Paulo demonstra que a educação básica foi tão afetada pelo corte de recursos quanto o ensino de terceiro grau. Embora o contingenciamento dos recursos destinado para os institutos federais e as universidades tenham mobilizado a comunidade acadêmica, engajada em protestos por todo o País, a falta de sensibilidade do governo federal não poupou nem as creches.
O governo de Jair Bolsonaro esvaziou uma série de ações voltadas para a educação básica. Foram afetados, por exemplo, repasses de apoio a educação em tempo integral, construção de creches, alfabetização e ensino técnico. Ao longo dos últimos seis meses, não houve repasse para o apoio à educação integral nos ensinos fundamental e médio. 
Mais de onze milhões de brasileiros não sabem ler, nem escrever. No nordeste, 13,9% da população com idade superior aos 15 anos é de analfabetos. A situação é dramática, a ponto de comprometer o futuro do País inteiro. Sem projeto para a educação, o governo federal colabora com a perpetuação de desigualdades de todas as ordens.

A educação é dos segmentos mais  sacrificados pela gestão Bolso- naro.  A indisposição da presidência da República com os profissionais em atividade na sala de aula se dá tanto no plano do discurso, quando os auxiliares diretos do presidente acusam professores de promover a doutrinação ideológica, quanto em termos econômicos, com o corte de recursos. Para todos os efeitos, trata-se aqui do pior projeto na história recente da educação brasileira, da alfabetização até a universidade.
Levantamento do jornal Folha de São Paulo demonstra que a educação básica foi tão afetada pelo corte de recursos quanto o ensino de terceiro grau. Embora o contingenciamento dos recursos destinado para os institutos federais e as universidades tenham mobilizado a comunidade acadêmica, engajada em protestos por todo o País, a falta de sensibilidade do governo federal não poupou nem as creches.
O governo de Jair Bolsonaro esvaziou uma série de ações voltadas para a educação básica. Foram afetados, por exemplo, repasses de apoio a educação em tempo integral, construção de creches, alfabetização e ensino técnico. Ao longo dos últimos seis meses, não houve repasse para o apoio à educação integral nos ensinos fundamental e médio. 
Mais de onze milhões de brasileiros não sabem ler, nem escrever. No nordeste, 13,9% da população com idade superior aos 15 anos é de analfabetos. A situação é dramática, a ponto de comprometer o futuro do País inteiro. Sem projeto para a educação, o governo federal colabora com a perpetuação de desigualdades de todas as ordens.