Governo pleiteia recursos à Defesa Civil Nacional para municípios atingidos pelas chuvas

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  • HOJE O PREFEITO ANUNCIA PLANO PARA RECUPERAR JABOTIANA

 

Após dez dias de chuvas in
tensas, em que as precipita
ções registradas superaram a média histórica e o esperado para todo o mês de julho, o governo de Sergipe, através da Defesa Civil Estadual, faz o levantamento das consequências em todo o Estado e articula o processo de restabelecimento junto aos municípios mais atingidos. O secretário Nacional de Defesa Civil, cel. Alexandre Lucas, veio a Sergipe neste domingo, 14 de julho, quando pôde conhecer a situação in loco, e constatar a urgência da liberação de recursos para o restabelecimento e assistência à população afetada.
Em nome do governador Belivaldo Chagas, a vice-governadora Eliane Aquino e a secretária de Inclusão Social, Lêda Couto, receberam o cel. Alexandre Lucas e o coordenador de avaliação de risco da SEDEC, Lucas Mikosz, no início da manhã, para assistir à apresentação feita pelo coordenador da Defesa Civil Estadual, cel. Alexandre José, sobre as consequências das chuvas em Sergipe. Os boletins pluviométricos apresentados comprovam precipitações médias acima de 300 mm na maior parte do estado - quase o dobro do volume considerado normal para o período - deixando 913 pessoas desabrigadas e 833 desalojadas - segundo dados atualizados no último sábado, 13.
Após a reunião, o grupo sobrevoou algumas áreas afetadas e pousou em Riachuelo, município mais atingido pelas chuvas, que será priorizado no processo de reconhecimento federal de Situação de Emergência, para liberação de recursos pela secretaria Nacional de Defesa Civil. "Viemos sentir o problema de perto e estamos levantando todas as necessidades para contribuir, complementar o apoio do Estado, auxiliando os municípios com recursos e aquilo que for possível. Precisamos organizar a resposta, para que os instrumentos de captação de recursos sejam inseridos no nosso sistema, e possamos ajudar o mais rápido possível. Um desastre é um momento difícil, em que se precisa organizar o caos primeiro, para que as coisas possam funcionar", disse o cel. Alexandre Lucas, secretário Nacional de Defesa Civil.
A secretária Lêda Couto afirmou que as equipes dos Departamentos de Assistência Social e de Defesa Civil da Seit irão para o município já nesta segunda-feira, auxiliar nesse processo de organização. "Vamos enviar nossos técnicos para, juntamente com o município, produzir todos os relatórios e levantamentos que forem necessários para que Riachuelo possa receber esses recursos o mais rapidamente possível", disse a secretária de Estado da Inclusão Social. Ainda dentro desse processo de organização, o cel. Alexandre Lucas listou alguns objetivos, que devem ser perseguidos pelo município, como abrigar e alimentar as pessoas, vesti-las, limpar a cidade, restaurar as casas e restabelecer os acessos.
Ele também avaliou, numa análise geral, que o trabalho preventivo foi feito de forma eficiente pelas equipes em todo o Estado, retirando famílias das áreas de risco a tempo de preservar sua integridade física. "Passar por eventos dessa magnitude sem registro de feridos e com apenas duas pessoas desaparecidas mostra que as equipes trabalharam bem. A gente queria encontrar esse nível de excelência em todos os lugares que a gente fosse. O importante, agora, é fazer com que essas pessoas que estão sofrendo sejam acolhidas. E vejo que as equipes estão empenhadas em buscar isso", observou o cel. Alexandre Lucas.
De acordo com a vice-governadora Eliane Aquino, está sendo construído um plano de atuação conjunta com a prefeitura de Riachuelo. "A equipe do governo do Estado está entrando em contato com todos os municípios atingidos, para que possamos fazer um plano articulado. Quero fazer um agradecimento à Defesa Civil Nacional e dizer que o papel do governo Federal, num momento como esse, é de extrema importância para os Estados e municípios - que, sozinhos, não têm condições de dar toda a assistência que a população precisa", pontuou Eliane. Ela também destacou a importância da empatia, da união e da solidariedade neste momento. "Quero fazer um grande agradecimento também, à população sergipana que, de uma forma extremamente solidária, tem se articulado e conseguido trazer doações para essas localidades. Precisamos estar todos juntos, unidos, para que consigamos cuidar da nossa população e fazer com que o nosso Estado volte à normalidade o mais rápido possível", afirmou.

Após dez dias de chuvas in tensas, em que as precipita ções registradas superaram a média histórica e o esperado para todo o mês de julho, o governo de Sergipe, através da Defesa Civil Estadual, faz o levantamento das consequências em todo o Estado e articula o processo de restabelecimento junto aos municípios mais atingidos. O secretário Nacional de Defesa Civil, cel. Alexandre Lucas, veio a Sergipe neste domingo, 14 de julho, quando pôde conhecer a situação in loco, e constatar a urgência da liberação de recursos para o restabelecimento e assistência à população afetada.
Em nome do governador Belivaldo Chagas, a vice-governadora Eliane Aquino e a secretária de Inclusão Social, Lêda Couto, receberam o cel. Alexandre Lucas e o coordenador de avaliação de risco da SEDEC, Lucas Mikosz, no início da manhã, para assistir à apresentação feita pelo coordenador da Defesa Civil Estadual, cel. Alexandre José, sobre as consequências das chuvas em Sergipe. Os boletins pluviométricos apresentados comprovam precipitações médias acima de 300 mm na maior parte do estado - quase o dobro do volume considerado normal para o período - deixando 913 pessoas desabrigadas e 833 desalojadas - segundo dados atualizados no último sábado, 13.
Após a reunião, o grupo sobrevoou algumas áreas afetadas e pousou em Riachuelo, município mais atingido pelas chuvas, que será priorizado no processo de reconhecimento federal de Situação de Emergência, para liberação de recursos pela secretaria Nacional de Defesa Civil. "Viemos sentir o problema de perto e estamos levantando todas as necessidades para contribuir, complementar o apoio do Estado, auxiliando os municípios com recursos e aquilo que for possível. Precisamos organizar a resposta, para que os instrumentos de captação de recursos sejam inseridos no nosso sistema, e possamos ajudar o mais rápido possível. Um desastre é um momento difícil, em que se precisa organizar o caos primeiro, para que as coisas possam funcionar", disse o cel. Alexandre Lucas, secretário Nacional de Defesa Civil.
A secretária Lêda Couto afirmou que as equipes dos Departamentos de Assistência Social e de Defesa Civil da Seit irão para o município já nesta segunda-feira, auxiliar nesse processo de organização. "Vamos enviar nossos técnicos para, juntamente com o município, produzir todos os relatórios e levantamentos que forem necessários para que Riachuelo possa receber esses recursos o mais rapidamente possível", disse a secretária de Estado da Inclusão Social. Ainda dentro desse processo de organização, o cel. Alexandre Lucas listou alguns objetivos, que devem ser perseguidos pelo município, como abrigar e alimentar as pessoas, vesti-las, limpar a cidade, restaurar as casas e restabelecer os acessos.
Ele também avaliou, numa análise geral, que o trabalho preventivo foi feito de forma eficiente pelas equipes em todo o Estado, retirando famílias das áreas de risco a tempo de preservar sua integridade física. "Passar por eventos dessa magnitude sem registro de feridos e com apenas duas pessoas desaparecidas mostra que as equipes trabalharam bem. A gente queria encontrar esse nível de excelência em todos os lugares que a gente fosse. O importante, agora, é fazer com que essas pessoas que estão sofrendo sejam acolhidas. E vejo que as equipes estão empenhadas em buscar isso", observou o cel. Alexandre Lucas.
De acordo com a vice-governadora Eliane Aquino, está sendo construído um plano de atuação conjunta com a prefeitura de Riachuelo. "A equipe do governo do Estado está entrando em contato com todos os municípios atingidos, para que possamos fazer um plano articulado. Quero fazer um agradecimento à Defesa Civil Nacional e dizer que o papel do governo Federal, num momento como esse, é de extrema importância para os Estados e municípios - que, sozinhos, não têm condições de dar toda a assistência que a população precisa", pontuou Eliane. Ela também destacou a importância da empatia, da união e da solidariedade neste momento. "Quero fazer um grande agradecimento também, à população sergipana que, de uma forma extremamente solidária, tem se articulado e conseguido trazer doações para essas localidades. Precisamos estar todos juntos, unidos, para que consigamos cuidar da nossa população e fazer com que o nosso Estado volte à normalidade o mais rápido possível", afirmou.

 


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