'Amor à Segunda Vista' estreia em Aracaju

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Publicada em 17/07/2019 às 23:27:00

 

Amor à Segunda Vista" (Mon Inconnue/Bonfilm), de Hugo Gélin ("Uma Família de Dois") e estrelado por François Civil e Joséphine Japy, chega aos cinemas de seis cidades nesta quinta-feira, dia 18 de julho, a capital sergipana incluída.
Sucesso na França, onde foi visto por mais de 500 mil espectadores, o longa acompanha a história de Raphaël (François Civil), que da noite para o dia, acorda em uma realidade paralela na qual não é mais um escritor famoso e nem é casado com Olivia (Joséphine Japy), uma professora de piano e que foi sua paixão desde a época da escola. Para reconquistar sua mulher, que nesta nova realidade se tornou uma pianista conhecida mundialmente, Raphaël contará com a ajuda de seu melhor amigo Félix (Benjamin Lavernhe) e, fora de sua zona de conforto, precisará mudar para reconquistar a amada.
Por sua atuação, François Civil ganhou o Prêmio de Interpretação Masculina no Festival Internacional do Filme de Comédia de L´Alpe d´Huez (França, 2019). O longa ganhou ainda o prêmio Swann D'or 2019 de melhor filme no Festival de Cinema de Cabourg, na França. No Brasil, foi um dos destaques da programação do Festival Varilux de Cinema Francês, encerrado em junho deste ano. O longa estreou nos cinemas no último dia 11 nas cidades de Florianópolis, Vitória, São Paulo, Santos, Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife.
Terceiro longa-metragem do diretor Hugo Gélin, "Amor à segunda vista", foi, segundo ele, inspirado em produções como "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças" (Michel Gondry) e "A Felicidade Não se Compra" (Frank Capra), em que mesmo as partes fantásticas presentes na história são realistas. Gélin conta que queria que a obra tocasse tanto os jovens que sonham em se apaixonar, quanto os mais velhos que se lembram do primeiro amor.
"O filme é uma busca para encontrar a primeira faísca", comenta. De acordo com ele, a história do longa-metragem surgiu de perguntas que fazia a si mesmo: "Eu conheci minha esposa muito jovem e crescemos juntos. E me perguntava o que eu teria me tornado sem ela e o que eu teria descoberto."
François Civil comemora o convite para interpretar Raphaël em um papel tão pessoal: "Eu sei que é um filme muito íntimo para ele (Gélin), que fala sobre sua profunda visão do amor, das pessoas que amamos. Fiquei muito feliz por poder dar vida a esse personagem que vive nele há vários anos".
Em Aracaju, o filme será exibido sábado, às 15h45, no Cinema Vitória.

Amor à Segunda Vista" (Mon Inconnue/Bonfilm), de Hugo Gélin ("Uma Família de Dois") e estrelado por François Civil e Joséphine Japy, chega aos cinemas de seis cidades nesta quinta-feira, dia 18 de julho, a capital sergipana incluída.
Sucesso na França, onde foi visto por mais de 500 mil espectadores, o longa acompanha a história de Raphaël (François Civil), que da noite para o dia, acorda em uma realidade paralela na qual não é mais um escritor famoso e nem é casado com Olivia (Joséphine Japy), uma professora de piano e que foi sua paixão desde a época da escola. Para reconquistar sua mulher, que nesta nova realidade se tornou uma pianista conhecida mundialmente, Raphaël contará com a ajuda de seu melhor amigo Félix (Benjamin Lavernhe) e, fora de sua zona de conforto, precisará mudar para reconquistar a amada.
Por sua atuação, François Civil ganhou o Prêmio de Interpretação Masculina no Festival Internacional do Filme de Comédia de L´Alpe d´Huez (França, 2019). O longa ganhou ainda o prêmio Swann D'or 2019 de melhor filme no Festival de Cinema de Cabourg, na França. No Brasil, foi um dos destaques da programação do Festival Varilux de Cinema Francês, encerrado em junho deste ano. O longa estreou nos cinemas no último dia 11 nas cidades de Florianópolis, Vitória, São Paulo, Santos, Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife.
Terceiro longa-metragem do diretor Hugo Gélin, "Amor à segunda vista", foi, segundo ele, inspirado em produções como "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças" (Michel Gondry) e "A Felicidade Não se Compra" (Frank Capra), em que mesmo as partes fantásticas presentes na história são realistas. Gélin conta que queria que a obra tocasse tanto os jovens que sonham em se apaixonar, quanto os mais velhos que se lembram do primeiro amor.
"O filme é uma busca para encontrar a primeira faísca", comenta. De acordo com ele, a história do longa-metragem surgiu de perguntas que fazia a si mesmo: "Eu conheci minha esposa muito jovem e crescemos juntos. E me perguntava o que eu teria me tornado sem ela e o que eu teria descoberto."
François Civil comemora o convite para interpretar Raphaël em um papel tão pessoal: "Eu sei que é um filme muito íntimo para ele (Gélin), que fala sobre sua profunda visão do amor, das pessoas que amamos. Fiquei muito feliz por poder dar vida a esse personagem que vive nele há vários anos".Em Aracaju, o filme será exibido sábado, às 15h45, no Cinema Vitória.